Uma sexta que virou Santa

por Solange Santos

Um certo dia pisou aqui na terra um homem, que veio enviado por seu Pai, para uma missão.

Em uma virgem foi gerado e ainda criança, já ensinava grandes lições aos homens. Por onde passava operava milagres e espalhava amor.

Quebrou paradigmas, não condenou pecador, porém se aproximou deles e perdoou os pecados.

Muitos conheceram Jesus de Nazaré e permitiram que Ele entrasse no coração.

Já outros mesmo observando sua presença, ignorou seus ensinamentos.

Quem ousou segui-lo, sofreu perseguição.

Mas em toda sua história não se ouviu falar que alguém mesmo sofrendo por defender a fé, morreu arrependido de ter seguido os passos do homem da Galileia.

Numa cruz foi crucificado pelos meus e os teus pecados.

E mesmo assim com muito amor, tudo suportou.

Há hoje quem duvide da sua existência, mas como negar o bem que a fé Nele nos faz?

Homens maus crucificaram nosso Salvador e muitos hoje em dia, não valorizam a dor que Ele sentiu naquela cruz.

Uma sexta de um ano qualquer virou Santa, pois o filho do Deus vivo cumpriu sua missão, salvou a humanidade da perdição.

Mas ao terceiro dia ressuscitou.

Está na glória com o Pai intercedendo por esse povo de memória curta, coração mal agradecido e cheio de maldade.

Que a sexta-feira da paixão nos sirva para lembrar que todos os nossos dias devem ser santificados para que Jesus esteja sempre ao nosso lado.

Foto: Pacífico Medeiros

Comunicóloga graduada pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN – Poetisa nas horas da vida.

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