Conselho de Educação Física propõe pagamento de auxílio social para profissionais da área e empresários do setor fitness

por Thiago César

O Conselho Regional de Educação Física da 16ª Região enviou ofícios às
autoridades das três esferas do poder executivo e aos parlamentares
estaduais e federais do Rio Grande do Norte, com pedido de pagamento
de Auxílio Social de Socorro Financeiro (ASSF) para Profissionais de
Educação Física e pequenos empresários da área de atividade física, a
ser pago por meio dos municípios onde vivem essas pessoas ou ainda
pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte e Governo Federal. O
objetivo é socorrer quem não foi beneficiado pelos programas de ajuda
financeira no período de pandemia do novo coronavírus, causador da
Covid-19, como o Auxílio Emergencial de R$ 600,00 pago pelo Governo
Federal. Além disso, o CREF16/RN propôs a formulação e adoção de
medidas fiscais e econômicas de socorro às empresas do setor de
atividade física, como academias e clubes.

O CREF16/RN lembra que os Profissionais de Educação Física e
empresários do setor estão sem renda, por não terem como exercer suas
funções por causa das medidas de distanciamento e isolamento
determinadas por decretos para conter o avanço da doença. “Existe uma
forte preocupação do Conselho com nossos colegas profissionais que
ficaram sem trabalho e sem nenhuma assistência durante a pandemia, o
Conselho sempre esteve preocupado e vem acompanhado todo o problema.
Reforçamos que CREF16/RN está buscando outras soluções para o
enfrentamento coletivo da pandemia”, explica o Presidente do Conselho,
Francisco Borges de Araújo CREF 001001-G/RN.

O documento foi enviado para os prefeitos das 167 cidades do Rio
Grande do Norte, para o Governo do Rio Grande do Norte, Governo
Federal. O texto sugere que o auxílio não seja menor que o valor pago
pelo programa emergencial do Governo Federal, que é de R$ 600,00.
Ainda de acordo com a sugestão do Conselho, para terem direito ao
auxílio, os Profissionais devem seguir alguns critérios, como serem
registrados no CREF, estarem impedidos de realizar suas atividades
profissionais, que não tenham renda própria e para os pequenos
empresários que sejam microempreendedores individuais que não tenham
conseguido auxílio para MEI. A ideia é que o auxílio possa ajudar na
alimentação, compra de remédios e no pagamento de contas essenciais,
como aluguel, água e luz, por exemplo.

SOCORRO PARA EMPRESAS

O Conselho Regional de Educação Física da 16ª Região também pediu ,em
documento enviado para os 24 Deputados Estaduais, os 8 Deputados
Federais potiguares e os 3 Senadores,que sejam criadas medidas fiscais
e econômicas como um plano de incentivo fiscal, disponibilização e
facilitação de acesso ao crédito e parcelamento e prorrogação de
prazos para o pagamento de encargos sociais e obrigações tributárias
para empresas do setor de atividade física, como academias e clubes,
com o objetivo de evitar a demissão em massa de Profissionais de
Educação Física.

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