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Comportamento

Em alusão ao setembro amarelo, campanha nacional em prevenção ao suicídio, a Universidade do Rio Grande do Norte (UERN) promoverá ao longo do mês a campanha “UERN pela Vida”. A programação tem início nesta terça-feira, 10, com a Blitz Pela Vida. Com balões e faixas amarelas, distribuição de doces e lacinhos, as blitze serão realizadas paralelamente na Reitoria da UERN, no Epílogo de Campus, Campus Central, na Faculdade de Enfermagem (FAEN) e na Faculdade de Ciências da Saúde (FACS), a partir das 6h30. A ideia é abranger o maior número de servidores e estudantes com as ações. No Campus Central, logo após o momento da Blitz Pela Vida, haverá uma palestra com o tema “Conhecer Para Incluir – à Sombra Desta Mangueira”, promovida pela Diretoria de Política e Ações Inclusivas (DAIN). O debate será realizado às 8h30, na mangueira entre as Faculdades de Educação (FE) e Direito (FAD). A ação é o ponto de largada para a programação que será desenvolvida durante todo o mês de setembro, que tem o objetivo de conscientizar sobre a prevenção ao suicídio e aos sinais que indicam depressão. A campanha UERN pela Vida é promovida pela Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP), por meio da Assessoria de Desenvolvimento Organizacional e em parceria com diferentes Pró-reitorias, diretorias e assessorias da Universidade. PROGRAMAÇÃO Toda quarta-feira de setembro Projeto #DeDentroParaFora Local: PRAE A partir das 8h DIA 10/09 Blitz Pela Vida: distribuição de doces e lacinhos. Local: Reitoria, Epílogo de Campus, Campus Central, FAEN e FACS. A partir das 6h30min Conhecer Para Incluir – à Sombra Desta Mangueira (DAIN) Local: Mangueira entre a FE e FAD Às 8h30min DIA 17/09 Palestra de cabeça erguida sigo em frente Local: Auditório de música. A partir das 8h30min DIA 18/09 Semana Nacional do Trânsito Palestra: Como argila nas mãos do oleiro: aprender a conhecer, preservar a vida Local: SENAI A partir das 8h DIA 20/09 FACS Sala Temática: exposição e visitação Atividades do NUPCS (Núcleo de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde) Das 8h às 17h Ciclo de Palestras: GD1: Como as políticas de saúde interferem no suicídio? GD2: Por que as pessoas tentam suicídio? GD3: Por que o suicídio é um tabu? Das 17h30min às 19h30min DIA 21/09 FACS Identificação e abordagem de pacientes com ideação suicida Das 8h às 11h DIA 24/09 Roda de Conversa Apresentação Cultural Atividades do NUPCS Local: Auditório da FAFIC A partir das 7h30min – DIA 25/09 Papo Cabeça Mente e Corpo em Movimento: apresentação Cultural, RitBox e Palestra Local: Centro de Convivência A partir das 20h DIA 29/09 AVENIDA RIO BRANCO Abraço Pela Vida: distribuição de bexigas e lacinhos. A partir das 17h Local: em frente ao Teatro Dix-Huit Rosado
Os brasileiros podem enviar comentários e sugestões sobre regras para a expansão da chamada Internet das Coisas no país por meio da consulta pública, divulgada no Diário Oficial da União pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que estará aberta pelos próximos 45 dias. As manifestações enviadas por meio eletrônico ou por carta serão examinadas pela agência e ficarão públicas no site da Biblioteca da agência. No mesmo endereço é possível consultar a proposta original do governo para a regulamentação dessas tecnologias. As contribuições e sugestões, fundamentadas e identificadas, devem ser encaminhadas, preferencialmente, por meio do formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública (SACP). Também é possível enviar carta, fax ou correspondência eletrônica. Nestes últimos casos, o texto deve ser encaminhado à Superintendência de Planejamento e Regulamentação da agência reguladora, destacando CONSULTA PÚBLICA Nº 39, DE 2 DE AGOSTO DE 2019, endereçado ao Setor de Autarquias Sul - SAUS - Quadra 6, Bloco F, Térreo - Biblioteca, CEP: 70070-940 - Brasília/DF. Para e-mail, as manifestações devem ser encaminhadas para biblioteca@anatel.gov.br o que é a Internet das Coisas? Simplificando, este conceito se resume na conexão de qualquer dispositivo capaz de interagir com o mundo ao seu redor e/ou entre si. Isso inclui tudo: celulares, cafeteiras, máquinas de lavar roupa, fones de ouvido, lâmpadas e quase qualquer outra coisa que possamos imaginar. Nessa lista de dispositivos, podemos incluir também componentes de máquinas e veículos, por exemplo, um motor a jato de um avião, a broca de uma plataforma de petróleo ou a esteira de uma linha de produção. Analistas do Gartner afirmam que, até 2020, haverá mais de 26 bilhões de dispositivos conectados. Para que isso se torne realidade, será necessário centenas de bilhões de conexões sem fio acontecendo simultaneamente. Ou seja, a IoT é uma rede gigante de "coisas", pessoas e animais conectados. Nela, as interações serão entre pessoas - pessoas, pessoas - coisas e coisas - coisas.
Usuários da rede social Instagram no Brasil perceberam quarta-feira, dia 17, uma importante mudança. Entre os recursos da plataforma o número de “curtidas”, também conhecidas como “likes” que uma publicação recebe, não fica mais visível para todos os usuários. O tema foi um dos mais discutidos do dia em outra rede social, o Twitter, e esteve entre os mais buscados no Google. A mudança no Brasil está entre os testes anunciados em abril deste ano durante um evento de desenvolvedores do Facebook, empresa controladora do Instagram. A experiência faz parte de uma série de medidas que o Instagram vem anunciando nos últimos meses para combater práticas nocivas na rede, como o discurso de ódio ou o bullying na web. Tais ações são uma resposta a críticas recebidas pela plataforma de que sua arquitetura e lógica de funcionamento favoreceriam um ambiente prejudicial ao bem-estar de seus integrantes. Um estudo da Sociedade Real para a Saúde Pública, realizado em 2017, apontou o Instagram como a pior rede social para o bem-estar e a saúde mental de adolescentes. Segundo o estudo, o Instagram tem impactos importantes em adolescentes, provocando ansiedade, depressão e solidão, além de outros efeitos como na autoimagem dos jovens a partir da lógica das fotos. Felipe Neto, empresário com canais populares em redes sociais, esteve entre os que vocalizaram essa análise. Ele afirmou que a medida pode mudar a forma como a internet funciona. “O Instagram virou uma rede social tão de fomento à vaidade, ao ego que se transformou em um vírus. É um lugar muito mais negativo do que positivo. Tirar os likes vai ser interessante. Vai ser interessante tirar as disputas”, comentou em um vídeo postado em seus canais. Além dos testes retirando a visibilidade pública das curtidas, a empresa anunciou algumas outras ações voltadas a coibir essas práticas. Neste mês, em uma nota, o diretor Adam Mosseri informou a implantação de uma ferramenta que usa Inteligência Artificial para questionar o usuário sobre seu conteúdo antes de postá-lo, se o sistema considerar que este pode ser ofensivo. “Testes preliminares desse recurso mostraram que ele encoraja algumas pessoas a rever os comentários e compartilhar algo que gere menor dano, uma vez que elas tiveram a chance de refletir”, disse Mosseri no comunicado, divulgado no dia 8 de julho.
O interesse da audiência por podcasts, em especial os de conteúdo jornalístico, cresce de forma acelerada no Brasil – há mais de 2 mil programas ativos no país, segundo a Associação Brasileira de Podcasters (ABPod). Dentro dessa tendência, recente pesquisa do Ibope Inteligência, segundo relata o site Propmark, detalha como desperta o interesse dos brasileiros em relação ao esse tipo de narrativa digital, ajudando os publishers a traçar suas estratégias para conquistar e engajar ouvintes. O estudo foi apresentado na última quarta-feira (26) durante o seminário “Na Onda dos Podcasts”, realizado em São Paulo pela Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e Associação Nacional de Jornais (ANJ). A pesquisa mostra que, apesar de ser um fenômeno recente, os podcasts são de conhecimento de uma grande parcela dos brasileiros, e muitos deles já incluíram em suas rotinas o hábito de ouvir esse tipo de programação. Entre os pesquisados, 40% disseram que já ouviram um podcast. Ou seja, 4 em cada dez brasileiros já escutaram algum programa de áudio pela internet. São cerca de 50 milhões de pessoas. Mas há ainda uma clara necessidade de divulgação sobre os programas existentes e as vantagens desse tipo de narrativa disponível no meio digital: 28% afirmaram que ainda não ouviram um podcast, e 32% não sabem o que é. Além disso, há uma grande diferença de entendimento sobre o que é podcast para quem consome e para quem cria. “O Brasil é um país muito plural. É mais do que necessário, é urgente conhecer e entender de forma mais aprofundada a questão dos podcasts no país”, disse Patrícia Pavanelli, diretora de contas e opinião pública, política e comunicação do Ibope Inteligência, que apresentou o levantamento. O estudo, segundo o Propmark, mostra que, a partir de dados gerais sobre o consumo de internet no Brasil, o internauta brasileiro em geral é mais escolarizado, mais jovem e tem uma renda maior em comparação com a população no país. Quem conhece e ouve podcasts contou que usa o formato para ter informação e entretenimento de modo informal e descontraído, informou o Propmark. No aprendizado, o destaque ficou para outros idiomas, como o inglês, e a parte de entretenimento com conteúdos relacionados a filmes, séries, assuntos geeks, músicas e livros. A preferência é por conteúdos curtos – até 15 minutos -, objetivos, com conteúdo interessante e relevante. Boa parte dos entrevistados que ouvem podcasts, conforme o Propmark, afirmou que gosta de convidados com conhecimento sobre o assunto em debate no programa. Outro ponto nesse quesito foi a percepção sobre a qualidade técnica do material: a gravação precisa ser boa e o público não gosta quando várias pessoas falam ao mesmo tempo. A pesquisa também se debruçou sobre hábitos de consumo. Em relação à frequência, os dados apontam que 43% dos respondentes não escutam com periodicidade. O restante escuta três vezes por semana (19%), duas vezes (11%) e uma vez (13%). Outros 5% ouvem uma vez a cada 15 dias e 8% apenas uma vez por mês. Os entrevistados reforçaram ainda, relatou o Propmark, o caráter democrático do formato, que pode ser baixado e compartilhado. “Apesar de não haver uma frequência definida, a pesquisa mostrou que eles gostam de saber que o conteúdo está disponível naquele dia e horário, que podem acessar quando quiserem”, disse Patrícia Pavanelli. Os smartphones são o canal preferencial dos ouvintes de podcasts (75% das escolhas), sendo esse público de 25 a 34 anos (80%) e de 16 a 24 (78%). Em seguida aparece o computador, com 40%, e o tablete, com 8%. Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/servicos/guias-acordo-ortografico/73-jornal-anj-online/20751-pesquisa-detalha-o-potencial-de-crescimento-dos-podcasts-no-brasil.html
Os pesquisadores da universidade canadense British Columbia descobriram que os humanos ingerem entre 39 mil e 52 mil partículas de microplástico por ano, dependendo da idade e do sexo. Se for levada em conta a inalação devido à poluição do ar, esse número sobe para entre 74 mil e 121 mil – o equivalente a mais de 320 partículas por dia. . Aqueles que bebem apenas água engarrafada podem chegar a ingerir 90 mil partículas adicionais por ano em comparação com as 4 mil de quem consome somente água de torneira, acrescentou o estudo publicado na revista especializada Environmental Science and Technology. . O microplástico é o material sintético mais onipresente do planeta. . Os efeitos da ingestão e respiração destas partículas são ainda desconhecidos, segundo o estudo, mas alguns pedaços são os suficientemente pequenos para entrar nos tecidos humanos onde podem desencadear respostas autoimunes ou liberar substâncias tóxicas. . E você, tá contribuindo pra esse problema ou fazendo parte da solução? *https://www.instagram.com/menos1lixo/ https://linktr.ee/menos1lixo
O uso excessivo do smartphone pelos filhos é uma preocupação constante para os pais, mas o contrário também é verdadeiro. Envolvidos em e-mails de trabalho, leitura de notícias, redes sociais ou apenas trocando mensagens no WhatsApp , muitos pais passam tempo considerável com os olhos vidrados nos celulares. E isso é uma reclamação de quatro em cada dez adolescentes que participaram de um estudo divulgado nesta quarta-feira pela ONG americana Common Sense Media. A pesquisa foi realizada com 500 famílias, entre fevereiro e março deste ano, com entrevistas on-line e por telefone. Os resultados mostram que 68% dos pais acham que os filhos passam muito tempo usando seus smartphones, mas no sentido inverso o percentual também é alto, 39% dos adolescentes acham que os pais extrapolam no uso da tecnologia. E os próprios adultos reconhecem o fato: 45% dos pais entrevistados dizem se sentir viciados em smartphones. Entre os adolescentes, o percentual é de 39%. Em estudo semelhante de 2016, os índices eram de 27% e 50%, respectivamente. E o estudo alerta que “a maioria das crianças (56%) com pais que se sentem viciados também se sentem viciadas, criando lares onde toda a família tem mais chances de ter esse sentimento”. — Isso é interessante e inesperado — afirmou Michael Robb, líder da pesquisa, em entrevista ao “New York Times”, explicando que esse movimento pode ser explicado pelos alertas dados pela imprensa sobre o uso excessivo de celulares, que impactam as preocupações dos pais. Na outra ponta, acontece uma normalização do uso, fazendo com que os adolescentes se preocupem menos com o uso dos dispositivos móveis. Interferência no sono Para o pesquisador, a maior preocupação está em como adultos e adolescentes permitem que os smartphones interfiram no sono. Um em cada três adolescentes (36%) reconheceram acordar durante a noite para checar notificações nos aparelhos. Entre os pais, o percentual é de 26%. E 62% dos pais dormem com o celular ao alcance das mãos, índice de 39% entre os filhos. — Isso é importante porque sabemos que um sono saudável está associado com uma série de consequências positivas — afirmou Robb. Para 28% dos pais entrevistados, o uso de smparthones pelos filhos prejudica o relacionamento em casa, enquanto apenas 9% dos adolescentes pensam que suas relações com os pais foram afetadas pela tecnologia. Contudo, entre os filhos que consideram os pais viciados, o percentual sobe para 20%. E entre os pais que acham os filhos viciados, 40% consideram o relacionamento deteriorado. — A tecnologia é interativa e sedutora para qualquer um, crianças, jovens e adultos. Estar ligado à tecnologia é ruim? Não — afirmou a psicóloga Luciana Nunes, do Instituto Psicoinfo. — Fica ruim quando causa desgaste nas relações afetivas. Choque de gerações É certo que pais e filhos passam cada vez mais tempo com seus smartphones nas mãos, seja por questões profissionais ou sociais. Luciana destaca que adultos e adolescentes fazem uso diferente da tecnologia, mas essa percepção por parte dos filhos que os pais estão dependentes dos dispositivos móveis pode estar relacionada com o choque geracional. Segundo a especialista, na primeira infância os pais são a principal referência dos filhos, mas isso muda na pré-adolescência, quando os grupos de amigos passam a ter mais influência. Ao menos, era dessa forma que acontecia em gerações passadas. — O que a gente esperava dos pré-adolescentes, da criação de vínculos de amizade e a busca de independência, não está acontecendo. A gente está criando uma geração que está se desenvolvendo emocionalmente de forma mais lenta — afirma a psicóloga. — E isso causa um choque de expectativas. Os pais, que não são nativos digitais, esperam que os filhos adolescentes já saiam sozinhos com amigos, tenham uma certa autonomia, e não percebem que os filhos ainda demandam atenção. Fonte: O Globo
O papel dos adultos na educação dos filhos se resume a ter autoridade com firmeza, paciência e persistência nas palavras. Nos dias atuais, é possível perceber uma grande mudança na maneira como os pais educam seus filhos. Estamos passando por uma crise de valores em que a falta de limites e a falta de bons exemplos por parte dos pais traçam muitas das características que os jovens carregam para a vida adulta. A falta de limites por parte dos pais cria jovens que pensam ter o poder nas mãos e que acham que podem fazer tudo, sem ter que pagar pelas consequências de seus atos. Infelizmente, muitas crianças nunca ouviram um não de seus pais, e isso traz muitos prejuízos para o seu amadurecimento, pois, dessa forma, elas não aprendem a conviver com as frustações. Muitos pais, na tentativa de diminuir seu sentimento de culpa pelo pouco tempo que passam com os filhos, ou até mesmo por negligência, concedem-lhes poderes, como escolher se vão sair ou não, se irão viajar ou não e até mesmo se querem ou não ir à escola. No entanto, decidir e saber falar um não que oferece limites e educa é função dos pais. É extremamente necessário que os pais sejam firmes e tenham paciência com seus filhos, pois ameaças e falatórios não adiantam. Os adultos são os únicos responsáveis pela educação das crianças que cuidam. Assim, é muito importante que a criança aprenda valores e saiba a importância de ser solidária, de partilhar, de respeitar a si mesma e aos outros, de ter compromisso e responsabilidades com seus atos. E é preciso que os pais entendam que não podem abster as crianças das frustrações, pois é dessa forma que elas amadurecem e se tornam aptas para enfrentar a vida, tornando-se jovens e adultos saudáveis e seguros. Educar uma criança não é tarefa muito fácil, os envolvidos com o processo se deparam com muitas dificuldades diariamente. É importante criar uma maneira de agir que possa auxiliar todos aqueles que fazem parte da convivência da criança, já que atuar de forma organizada pode proporcionar uma harmonia maior no ambiente familiar, onde a educação infantil deve ser iniciada.  É no contexto familiar que os conceitos e valores, que irão nortear a criança em todo o decurso da vida, são passados. Cabe à escola a formação acadêmica, acrescida de alguns valores, ou seja, apenas ampliar a atuação que iniciou na família. Já que tanto os pais como os professores exercem papéis importantes na educação, ambos precisam estar em sintonia. Se a escola ou a família descuida da educação, no sentido de “jogar” a responsabilidade um para o outro, a criança sai perdendo, sua educação fica negligenciada. Cícero Gadelha – Formado em Pedagogia pela Universidade Estadual do Ceará e Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior e Educação de Jovens e Adultos
Nós, mulheres, enfrentamos desafios diários ao ocupar postos de liderança e gerir equipes. Os obstáculos não envolvem apenas as dificuldades na operação do dia a dia do negócio mas também nos mecanismos que precisamos desenvolver para provar que merecemos nossos postos no mercado de trabalho. É aquele olhar de julgamento sobre o feminino, cuja raiz está na desigualdade de gênero, estrutura que só deve mudar completamente em cerca de 217 anos, segundo o Fórum Econômico Mundial. Há um preço emocional em fazer parte dessa maratona. Coloque na conta todas as vezes em que já quis pedir ajuda e não o fez para não demonstrar vulnerabilidade; os momentos em que se fechou por medo de parecer fraca ou de sofrer algum tipo de rejeição. Estamos acostumadas às noções rígidas e polarizadas de conceitos como certo e errado, mérito e punição, pertencimento e exclusão. A educação formal, familiar e a cultura nos arrastam para juízos de valor e sentimentos destrutivos – tais como culpa, crítica e comparação com o próximo. Tudo isso é catalisado pela pressão de não errar. Vendo assim, parece difícil mudar, mas não é impossível. Na tradição tibetana, a compaixão é reconhecida como a mais alta expressão de nossa humanidade. Para sermos verdadeiramente compassivos, precisamos nos aceitar – inclusive nas fragilidades. É desse acolhimento que nasce o autoperdão, prática fundamental para nossa estabilidade emocional na vida pessoal, no trabalho ou na gestão de equipes. A autocompaixão é uma forma de cuidado e uma poderosa ferramenta na busca do propósito. Com o tempo de prática, contribui com a pacificação de diálogos internos, diminuindo críticas severas diante de uma falha, modificando comportamentos improdutivos e dando coragem para fazer as mudanças necessárias. Entretanto, pesquisas apontam que, apesar de a autocompaixão estar presente entre as mulheres que ocupam posições de decisão no meio corporativo, o paradigma de liderança que ainda prevalece é o do patriarcado, baseado em competências e com valores associados ao masculino. É hierárquico e centralizador, entrando naquela história de recompensa e punição. O desafio está em romper essa lógica. Marshall Rosenberg, o criador do método da comunicação não violenta, aponta caminhos. Ele afirma que um aspecto importante da autocompaixão é a capacidade de abraçar empaticamente as duas partes de nós mesmos: a que se arrepende de alguma ação passada e a que a realizou. Se somos pouco tolerantes e bondosos com nós mesmos, essa atitude provavelmente se manifestará também nas interações com os outros, especialmente com aqueles que amamos, lideramos e com quem convivemos e trabalhamos. Há ainda novos ventos no modo como produzimos. Os negócios do futuro tendem a não se restringir à geração de lucro, de renda e de empregos, abarcando também a manutenção dos valores de bem-estar social. Estamos recriando a gestão, e ela é mais altruísta, se importa mais com as pessoas e com o propósito do empreendimento do que com egos e ganhos pessoais. Busca o “poder com” e não o “poder sobre” as coisas e pessoas. Enquanto isso, se estiver diante de um momento desafiador, lembre-se de que tudo o que é importante na nossa vida envolve risco. Lançar-se às possibilidades, sejam elas de fracasso ou sucesso, sempre trará aprendizado. Transforme-se na sua melhor amiga e apoiadora. Dê o melhor para si mesma, mas sabendo que isso também vai repercutir na sua comunidade. O autocuidado deve permear a vida. Só assim nos importaremos menos com os julgamentos e mais em sermos boas para nós e para os outros. *Gabrielle Picholari é coach de saúde integrativa e especialista em desenvolvimento humano. Escreveu Autocompaixão: a Essência da Felicidade. 
Um estudo feito pela Universidade Drexel, nos Estados Unidos, revelou quais são os quatro cantinhos da sua cozinha onde as bactérias mais se acumulam: geladeira, esponja de lavar louça, pia e tábua de cortar alimentos. Porém, com alguns cuidados é possível manter tudo bem limpinho e longe desses microrganismos. Quem ensina a cuidar desse ambiente da casa é o biomédico e microbiologista Roberto Figueiredo, o famoso Dr. Bactéria. 1. Geladeira Os pesquisadores descobriram que as carnes são as principais vilãs dessa história. Elas contaminam tanto o eletrodoméstico, quanto os outros alimentos da geladeira. Por isso, é importante manter uma rotina de limpeza da geladeira, como orienta Figueiredo: Pelo menos uma vez ao mês, desligue a geladeira e retire todos os alimentos para limpar Prepare uma solução de 1 litro de água com 10 gotas de detergente e passe com um pano por toda a geladeira Prepare também uma solução de 1 copo de vinagre branco com 1 copo de água e passe com um pano por toda a geladeira. Depois, passe um outro pano umedecido com água Prepare uma solução de meio copo de água com 100g de bicarbonato de sódio e aplique com um pano na parte interna da geladeira Para finalizar, coloque na primeira prateleira, no fundo à direita, um recipiente aberto com bicarbonato de sódio em pó e pronto, é só colocar os alimentos de volta e religar a geladeira. 2. Esponja De acordo com o estudo, 64% das esponjas são contaminadas por algum tipo de bactéria. Os pesquisadores alertam que o problema maior disso está em utilizar a esponja para limpar outros itens da cozinha, como o fogão ou a pia, por exemplo. Isso permite que as bactérias se espalhem por outros cantinhos da cozinha. Para evitar que isso aconteça, o Dr. Bactéria ressalta que essas esponjas devem ser usadas por, no máximo, uma semana. Abaixo, veja formas de deixá-las livres das bactérias: Coloque a esponja em uma panela com água e uma colher de vinagre branco. Acenda o fogo e conte de 3 a 5 minutos após iniciar a ebulição. Pronto, esponja livre de bactérias Lave a esponja e deixe-a úmida. Depois, envolva em papel toalha, coloque em um pires dentro do micro-ondas, ligue na potência máxima por 5 minutos. Depois, aguarde mais um ou dois minutos para retirar Deixe a esponja em uma solução de 1 litro de água com 2 colheres de sopa de água sanitária por 10 minutos. 3. Pia Durante a pesquisa, foi encontrada a bactéria E. coli (Escherichia coli) em 44% das pias, um microrganismo responsável por causar problemas gastrointestinais e intoxicações. ?Isso acontece, pois os utensílios estão em contato com a água o tempo todo e os locais com umidade são os preferidos das bactérias?, explica o Dr. Bactéria. A umidade é responsável por estimular a proliferação de germes e bactérias, mas os resíduos dos alimentos é que acabam ?alimentando? esta proliferação. Louça suja, tábuas e colheres de madeira, cantos de pia, são exemplos clássicos de locais que acumulam restos de alimentos e geram contaminação cruzada. "A contaminação se dá devido ao acúmulo de água parada que cria os chamados BIO-FILMES. Para evitar esse problema, puxe a água com um rodo de pia e evite passar panos que deixe água na pia", ressalta ele. 4. Tábua de cortar Já 23% das tábuas de cortar, de acordo com a pesquisa, estavam sujas e 76% delas apresentavam vincos ou rachaduras que acabavam acumulando ainda mais sujeira. "Evite usar tábuas de madeira, pois elas sugam muito a água e ficam muito úmidas, demorando para secar e aumentando as chances de proliferação de bactérias", conta o especialista. Veja outras dicas dele para usar as tábuas sem erro: Utilize tábuas de plástico e divididas por cores, como por exemplo: vermelha para carnes, verde para hortaliças e frutas, branco para alimentos prontos, etc Após cada uso, lave com água e detergente e esponja macia. Enxaguar bem e borrifar ou mergulhar em vinagre branco puro, ou em solução de água sanitária (duas colheres por litro de água). Deixe escorrer e secar. Troque a tábua sempre que estiver muito riscada ou manchada. Obs. Passar um limão na placa de corte ajuda a retirar as manchas Para tábuas de vidro, lave com água, detergente e esponja macia. Para desinfetar, use os mesmos métodos descritos acima. Pode ser usado também água fervente. Troque quando estiver quebrada ou lascada.