O professor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN - Fabiano Morais, do Departamento de Comunicação Social, concluiu seu doutorado, após 4 anos de batalha.  Com o tema 'Missa Eletrônica: a influência da televisão sobre as práticas sócio espaciais no meio rural potiguar' Fabiano se diz feliz e realizado. O trabalho contou com a orientação do Profº Dr. Caio Augusto Amorim Maciel e o apoio da Universidade Federal do Pernambuco - UFPE. Aprovadíssimo em sua tese, Fabiano deve voltar à UERN em breves dias. Daqui enviamos os nossos aplausos!
A jornalista Emanuela de Sousa lança em dezembro, Sinal Fechado, livro-reportagem sobre pessoas em situação de rua, pela Editora Sarau. Na publicação a autora conta a história da população de rua em Mossoró, com destaque para 30 reportagens escritas com o cuidado de quem trata da vida humana. Fazendo uso do jornalismo literário, Emanuela retrata as dores, pensamentos e desafios de quem vive às margens do abandono. Sinal Fechado é um livro capaz de despertar a sensibilidade do leitor em relação à temática abordada. Quando foi a última vez que você parou e olhou nos olhos de uma dessas pessoas com quem já deve ter cruzado o caminho? Este é apenas um dos questionamentos que a escritora aborda em sua obra. É tempo de avançar o sinal para este tema tão importante. *Tipo de evento: Bate papo, sessão de autógrafos, exposição fotográfica sobre o tema, com mostra do trabalho do fotografo Claúdio Júnior; Apresentação musical da banda Oitavo Andar; *Local: RustCafé do Memorial da Resistência, Av. Rio Branco; *Data/horário: 06 de dezembro / às 19h; * Ingresso: Aberto ao público. Apresentação da autora: Emanuela Patrícia de Sousa é radialista e jornalista formada pela UERN, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Potiguar, nascida em 1981, começou a trabalhar em rádio aos 16 anos de idade. Nunca mais calou a voz. Em agosto de 2009, teve o primeiro contato com a TV, um universo apaixonante. Unir os dois veículos virou um grande desafio para a jornalista que trabalha em frente às câmeras, e não esquece o estúdio de rádio. Em abril de 2014, a problemática sobre pessoas em situação de rua já era uma das principais pautas para a repórter que sempre acreditou no jornalismo como um pilar capaz de compor uma sociedade mais democrática. Naquele ano, Emanuela levou ao ar, pela TCM Telecom, TV Cabo Mossoró, Excluídos, a série com cinco reportagens sobre a população de rua em Mossoró. Sensível ao tema e disposta a retratar a realidade de maneira humana, em 2018 Emanuela decidiu mergulhar ainda mais fundo. Para concluir o curso de Jornalismo, quis escrever um livro-reportagem sobre pessoas vivendo em condições de rua. Assim nasceu Sinal Fechado, uma obra capaz de gerar sentidos e construir significados. Atualmente Emanuela trabalha na TCM Telecom como jornalista e âncora no Jornal Bom Dia Mossoró. Ela carrega o propósito de ajudar a melhorar o mundo e acredita que este livro é mais um passo nessa tomada de decisão. “O sinal pode estar fechado, mas podemos abrir caminhos”.
A Jornalista mossoroense Jeane Meire ganhou o segundo lugar do concurso de fotografia "Cidadania em Foco", fruto de um esforço conjunto de servidores da Ouvidoria-Geral da União, em Brasília, e do Núcleo de Ações de Ouvidoria e Prevenção da Corrupção da Controladoria Regional da União no Estado de Minas Gerais (CGU MG). A categoria em que a mossoroense foi uma das vencedoras contempla fotografias que mostram situações nas quais os serviços e políticas públicas não estão sendo executados adequadamente e, portanto, podem ser objeto de reivindicação de melhorias, através da participação social. A fotografia, com título "Invisibilidade Social", foi feita nas proximidades do Mercado Público da Cobal, em Mossoró e a repórter fotográfica captou a realidade de centenas de pessoas que vivem nas ruas da cidade. "Este homem trabalha limpando carros. Mas, as pessoas não olham para ele. Não sabem sua idade, se tem família, não procuram saber sua história. Ele só é visto através do trabalho e por causa do trabalho. Apenas um limpador de carros, infelizmente. Assim como ele, há centenas em nossa cidade. Precisamos olhar mais ao nosso redor. Enxergar as pessoas de verdade", ressalta Jeane Meire. A premiação será nesta terça-feira, 03, às 14h, em Brasília.
As visões sobre sexo do espanhol Manuel Lucas Matheu, de 69 anos, contrariam - e muito - o senso comum. Presidente da Sociedade Espanhola de Intervenção em Sexologia e membro da Academia Internacional de Sexologia Médica, ele argumenta que os seres humanos não são predispostos à monogamia. Se a praticamos, é por um único motivo: somos pobres. O sexólogo apresenta outras visões marcantes. Diz, por exemplo, que o verdadeiro órgão sexual dos seres humanos é a pele. A BBC News Mundo, o serviço espanhol da BBC, entrevistou Matheu, considerado um dos maiores especialistas em sexualidade. Leia abaixo e entrevista completa. BBC News Mundo - Woody Allen dizia: "Há duas coisas muito importantes na vida, uma é sexo e da outra não me lembro". Sexo é, de fato, tão fundamental? Manuel Matheu - Sexo é importantíssimo, muito mais importante do que pensa a maioria das pessoas, as instituições e a sociedade em geral. O sexo determina em grande medida a nossa qualidade de vida e é a origem de vários comportamentos. BBC News Mundo - O senhor, por exemplo, defende que as sociedades mais pacíficas, com menos conflitos, são aquelas que vivem a sexualidade de maneira mais livre, desinibida... Matheu - Não sou eu quem diz, é um estudo que fiz, em que analisei 66 culturas diferentes, algumas com pesquisa de campo. Estive, por exemplo, nas Ilhas Carolinas, na Micronésia. E a conclusão desse estudo é que as sociedades mais pacíficas são aquelas onde a moralidade sexual é mais flexível e onde o feminino tem um papel preponderante. Em contrate, as sociedades reprimidas e nas quais as mulheres têm papel secundário, como as sociedades ocidentalizadas em que vivemos, são mais agressivas. BBC News Mundo - Para entender do que estamos falando, o senhor poderia nos dar um exemplo de sociedade sem repressão sexual e onde o feminino é muito valorizado? Matheu - Os chuukies, uma sociedade que estive estudando por quatro meses nas Ilhas Carolinas, na Micronésia. Trata-se de uma sociedade em que todos os bens são herdados através da linha materna. Ou seja, a mãe é quem determina o poder econômico. Ao contrário do que ocorre na sociedade ocidental, em que se dá uma enorme importância ao tamanho do pênis, ali o que importa é o tamanho dos lábios menores da genitália das mulheres. Enquanto no Ocidente a menstruação era considerada algo impuro, lá ela é considera vantajosa e é empregada até para fins medicinais. Além disso, a mulher é a voz mais forte nas relações sexuais. É ela a responsável pelos encontros sexuais. Os homens se aproximam engatinhando nas cabanas das mulheres, solteiras e casadas, e introduzem nas cabanas pedaços de pau talhados que permite à mulher identificar quem é cada um deles. Se a mulher quiser ter relações sexuais naquela noite, ela retém na cabana o talo correspondente ao homem que lhe interessou. Isso significa que ele está autorizado a entrar na cabana. É assim todas as noites. Ali não existe ciúme, nem o conceito tradicional de fidelidade. A moralidade sexual é muito mais flexível que aqui. Ao mesmo tempo, essa é uma sociedade muito pacífica, enquanto a sociedade ocidental é muito agressiva. BBC News Mundo - Então a monogamia não é algo intrínseco ao ser humano, algo que faz parte da sua natureza? Matheu - Não, não é. A monogamia não é uma característica do ser humano de forma alguma. Basta olhar o atlas etnográfico de Murdock, que analisou mais de 800 sociedades e mostrou que 80% delas não são monogâmicas. Elas são poligínicas (um homem com várias parceiras) ou poliândricas (uma mulher com vários parceiros). BBC News Mundo - E por que o Ocidente adotou a monogamia? Matheu - As espécies animais que são monogâmicas são aquelas que não têm tempo nem recursos suficientes para poder se dedicar a cortejar. É o caso das cegonhas, que são monogâmicas porque têm que empregar muita energia todos anos às longas migrações que realizam. E os animais que vivem em locais onde é mais difícil encontrar alimento tendem a ser mais monogâmicos. BBC News Mundo - Quer dizer que a monogamia está relacionada à economia? Matheu - Exatamente. Nós somos monogâmicos porque somos pobres. É só observar nossa sociedade para compreender: os ricos não são monogâmicos, na melhor das hipóteses são monogâmicos sequenciais - ao longo da vida têm vários parceiros consecutivamente, um atrás do outro. Os que não são ricos não podem ser monogâmicos sequenciais, porque se divorciar ou separar causa um enorme dano econômico. E a poligamia (ter vários parceiros sexuais ao mesmo tempo) também é muito cara. BBC News Mundo - Se as sociedades com maior liberdade sexual são mais pacíficas, a nível individual as pessoas agressivas podem agir assim por terem problemas com sexo? É razoável pensar que muitos ditadores são pessoas reprimidas sexualmente? Matheu - Bem, Hitler, Franco e outros ditadores tinham problemas de autoestima e problemas sexuais importantes. Acredito que as pessoas que se dedicam a acumular riqueza ou poder de maneira compulsiva sofrem o que chamo de "erótica do poder", compensam a sua falta de satisfação sexual com isso (poder). BBC News Mundo - Qual a sua opinião sobre o presidente americano Donald Trump, que é protagonista de vários escândalos de natureza sexual? Matheu - Para mim, Donald Trump parece acima de tudo um desequilibrado mental, mas também aparenta ter problemas sexuais. Todos os escândalos sexuais que protagonizou, a meu ver, denotam que sua autoestima é baixa. As pessoas de autoestima alta são, em general, pacíficas e tranquilas, não se vendem como galos de briga. É difícil provocá-las. Elas não têm muita variação de humor e sua forma de amar é pouco possessiva. As pessoas com problema de autoestima podem reagir de maneiras diferentes: fechando-se em si mesas, numa timidez incapacitante, ou fazendo uso de um comportamento grosseiro e desafiante, como é o caso de Trump e de outros políticos. BBC News Mundo - O orgasmo é superestimado e mitificado? Matheu - Com certeza. O psicanalista Wilhem Reich dizia que reprimimos a libido não apenas de maneira quantitativa, mas também qualitativa. A sociedade burguesa capitalista, ele dizia, concentrou a sexualidade nos órgãos genitais para que o resto do corpo pudesse focar em produzir para o sistema. Não sei se é isso mesmo, mas é sim verdade que há muito tempo começamos a concentrar nossa sexualidade nos genitais e nos esquecemos, com o tempo, da pele. Os seres humanos têm a pele mais sensível de todos os mamíferos, mas a aproveitamos muito pouco na nossa cultura. Hoje em dia, nos acariciamos muito pouco. As famílias se dedicam a acariciar cachorro e gato, mas não se acariciam. BBC News Mundo - A pele seria o ponto G? Matheu - Isso, a pele é o verdadeiro ponto G, o grande ponto sexual do ser humano. E, além de tudo, a pele funciona do nascimento à morte. Mesmo que tenhamos uma doença terminal, a pele segue funcionando. Quando alguém nos abraça de verdade, soltamos uma enorme quantidade de endorfina. É nisso que se baseia grande parte da nossa sexualidade. O problema é que convertemos a sexualidade numa atividade de ginástica, na qual o homem primeiro tem que ter uma ereção, depois tem que mantê-la a todo custo para não ejacular antes do tempo. Isso acontece porque consideramos que o homem, com seu pênis, é um mago com uma varinha mágica que consegue dar prazer à mulher. E, por fim, a mulher tem que ter um orgasmo. No entanto, 60% das mulheres da nossa cultura ocidental já simularam um orgasmo em algum momento da vida. E, quando as perguntamos por que fizeram isso, a resposta costuma ser: "para que o outro ficasse satisfeito" ou "porque assim o outro me deixaria em paz". Tanto os homens quanto as mulheres fizeram da sexualidade um exercício físico e mental, quando a sexualidade é se fundir, sentir um ao outro, sentir-se embaixo da pele do outro, como dizia Frank Sinatra. BBC News Mundo - Vivemos em um mundo em que a pornografia está ao alcance de todos, em que adolescentes crescem vendo pornografia. Que efeito isso tem nas relações sexuais? Matheu - O problema da pornografia não é mostrar os atos sexuais explícitos. Nesse sentido, me parecem mais perigosos os programas de televisão que fazem pornografia da intimidade, a calúnia, a fofoca, ou alguns filmes violentos. O problema da pornografia é que é uma pornografia absolutamente "genitalizada", que reforça a ideia de sexo como ginástica. Eu não acho que a pornografia deva desaparecer, mas sim mudar. Deve deixar de ser aquela pornografia tediosa do mete e tira, para se converter numa pornografia de pele.
A aluna Laila Cristina de Paiva Soares, do Centro Estadual de Educação Profissional Professor Francisco de Assis Pedrosa, em Mossoró, foi eleita presidente da Mesa Diretora do Jovem Senador. A eleição, realizada nesta terça-feira (26/11) no plenário do Senado Federal, contou com a participação de 27 jovens senadores, vencedores do concurso de redação do Programa Jovem Senador. Antes de conquistar os votos dos colegas, Laila, que é negra, disse que pretendia estimular a diversidade entre os participantes do projeto: “estou me candidatando com o intuito de propagar a diversidade e a empatia para saber ouvir a opinião contrária. Nós vamos debater muitas ideias aqui e isso é muito importante”, ressaltou. Laila Cristina terá como vice-presidente Thalita Pacher, de Santa Catarina; primeira-secretária Maria Adellaide, da Paraíba, e o segundo-secretário, Pedro Henrique de Araújo, é do estado de Alagoas. Durante toda a semana, os jovens senadores, cada um representando uma unidade da federação, participarão de uma simulação na qual serão eles os legisladores jovens do país. O tema da redação do concurso de redação desse ano foi “Cidadão que acompanha o orçamento público dá valor ao Brasil”, e para a estudante Laila, o diferencial do Programa Jovem Senador é dar oportunidade de expressão aos estudantes. “Minha principal bandeira é fazer com que a voz do jovem seja ouvida, porque muitas vezes nós falamos, mas não somos levados a sério”, enfatiza a jovem. O Projeto Jovem Senador foi criado em 2011 e dá aos estudantes do ensino médio de escolas públicas estaduais com idade até 19 anos a chance de conhecer de perto o processo legislativo brasileiro. Para concorrer, os jovens fazem redações sobre um assunto determinado a cada ano. Além da redação de Laila, que atingiu o primeiro lugar a nível estadual, o segundo e o terceiro lugar são ocupados, respectivamente, pelos alunos Alice Dayara Baracho e Francisco Fernando Café, alunos, nessa ordem, da Escola Estadual Padre Sinval Laurentino de Medeiros, no município de Tenente Laurentino Cruz, e da Escola Estadual de Ensino Médio em Tempo Integral Tristão de Barros, na cidade de Currais Novos. Como última etapa do processo de seleção que define os participantes do programa, o Senado Federal escolhe dentre as 81 redações submetidas (1º, 2º e 3º colocados de cada estado), uma de cada unidade federativa, totalizando 27 redações escolhidas.
A personagem Lurdes, interpretada por Regina Casé em “Amor de Mãe”, nova novela das 21h da TV Globo, é de uma cidade do Rio Grande do Norte que não existe na vida real. A fictícia Malaquitas – citada já na primeira cena da novela, exibida nesta segunda-feira, 25 – é apresentada como uma cidade que fica perto de Mossoró, no Oeste Potiguar. Na trama, Lurdes sai de Malaquitas, no interior potiguar, para o Rio de Janeiro em busca do filho, que foi vendido pelo pai. Com quatro filhos nos braços, a personagem de Regina Casé constrói a vida na capital fluminense como empregada doméstica e babá. Mãe dedicada, ela criou os quatro filhos, apesar das dificuldades. Magno é o mais velho e mais ligado à mãe. Além dele, ela também tem Ryan (Thiago Martins), Érica (Nanda Costa) e Camila, que ela encontrou abandonada na estrada quando era recém-nascida. Primeira da família a se formar, Camila dedica seu diploma à mãe. Décadas após perder o filho, Lurdes ainda procura Domênico. Escrita por Manuela Dias e dirigida por José Luiz Villamarim, “Amor de Mãe” estreou ontem em substituição a “A Dona do Pedaço”, trama de Walcyr Carrasco. No primeiro capítulo, a novela apresentou as três personagens principais – Lurdes, Thelma (Adriana Esteves) e Vitória (Taís Araújo). As três mães, cada uma com históricas dramáticas e tragédias familiares, têm as vidas cruzadas na trama.
Na última sexta-feira (22), a Positivo Tecnologia, o Portal Educacional, a Katru Assessoria em Informação e o psiquiatra Jairo Bouer divulgaram um estudo chamado Tecnologia e o Jov12em, que aponta que mais da metade dos jovens brasileiros exagera às vezes ou sempre no uso de tecnologias, e isso impacta a saúde mental. De acordo com a análise, os adolescentes que ficam conectados mais de nove horas por dia têm risco 2,4 vezes maior de sentir coias como tristeza, ansiedade, angústia e estresse.  "Não dá para dizer que a culpa é só da tecnologia. O impacto pode ser pessoal, familiar. Mas tem relação, sim. Apareceu de uma forma muito clara. Acho que mostra uma espécie de fragilidade", afirma Bouer. Segundo ele, o aumento da exposição da vida pessoal, comentários agressivos e uma sensação de desprestígio podem resultar nesse impacto. "A sensação de que podem curtir ou não chama atenção para a autoestima. Eles já têm questões muito grandes nesse aspecto e as redes sociais pioram", declara. acordo com Ivete Gattás, coordenadora da Upia (Unidade de Psiquiatria da Infância e Adolescência) da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), quanto mais os jovens ficam na redes, menos vivem a vida real. "Eles acabam vivendo num mundo paralelo em que todo mundo parece feliz, adequado. Conectado, não existe a falta. Ele aperta um botão e pode ter tudo. Se não gostou, desliga. É um modo de funcionar diferente do mundo real", afirma.  A profissional ressalta que o ciclo envolvendo postar, interagir e ficar alerta para novas interações afeta não só o psicológico, como também a saúde física, levando em consideração que o indivíduo come mal porque não quer se desconectar, para de fazer exercícios, e tem privação de sono. "No dia seguinte, não vai à escola ou dorme na aula, tem prejuízo cognitivo, acadêmico. Isso gera consequência na vida e no futuro dele". De Bouer também acredita que a conexão exagerada aumenta número de faltas, piora a nota e eleva risco de o aluno reprovar. "Apesar de ser uma geração que aprende de forma mais veloz, talvez o uso mais pesado das redes atrapalhe", diz. Os números da pesquisa apontam para uma geração que parece sofrer mais. De acordo com Bouer, as redes sociais trazem uma comparação constante com o outro. "É um universo editado e acham que é verdade", lamenta.
A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), em parceria com o Grupo de Assistência as Pessoas com Câncer (GASPEC/Apodi-RN) realizou no último sábado (23) seu I Simpósio Multidisciplinar na cidade de Apodi-RN. O evento teve como tema principal: “oncologia, parece impossível até que seja feito”. “Nosso primeiro evento em Mossoró foi um sucesso. Então, pensamos em expandi-lo para cidades do interior, que são parceiras da Liga Mossoroense. Agradecemos ao GASPEC e a prefeitura de Apodi pela parceria na realização deste importante evento”, ressaltou Sérgio Catardo, Diretor Administrativo da LMECC. O Simpósio foi realizado no auditório do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Apodi-RN e contou com a participação de aproximadamente 100 inscritos, entre profissionais e estudantes da área da saúde, bem como funcionários públicos da prefeitura Municipal de Apodi, que desejavam conhecer um pouco melhor o trabalho realizado no tratamento contra o câncer. “A Equipe Multidisciplinar da Liga nos mostra a importância de termos esses conhecimentos e desenvolver trabalhos como esses em nosso município, para que além de adquirir possamos também repassar esses conhecimentos na área oncológica”, destaca Môna Sales, Enfermeira e Coordenadora da Rede Básica de Atenção a Saúde da Prefeitura de Apodi-RN. O evento teve palestras de profissionais de diversas da área da saúde, que trabalham na oncologia e puderam repassar um pouco da sua vivência aos participantes. “Achei a temática bem interessante, pois aborda as várias áreas que atuam em conjunto no tratamento oncológico, onde os pacientes são acompanhados por vários profissionais. É um conhecimento a mais que buscamos em nossa vida profissional”, comentou a nutricionista Wennida de Oliveira, umas das profissionais que prestigiou o momento. A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) é referencia no tratamento oncológico em Mossoró e região, atendendo cerca de 64 municípios. O I Simpósio Multidisciplinar tem o objetivo de oportunizar a estudantes, profissionais e demais interessados na temática, discussões acerca dos avanços e práticas integrativas em saúde na oncologia, bem como fomentar a divulgação científica, visando estimular a produção de conhecimento na perspectiva da transdisciplinaridade.
O Hotel Thermas lança no próximo dia 30 de novembro, o mais novo espaço de eventos de Mossoró, o Thermas Hall. O espaço já considerado um dos maiores do segmento na região, recebe no dia 1º de dezembro, Pe. Fábio de Melo, que promete muitas emoções no seu show de despedida dos palcos. Consolidado como uma das referências da música religiosa no Brasil, Pe. Fábio de Melo iniciou sua carreira artística em 1997, ainda seminarista. Se destacou no cenário nacional por suas composições, musicalidade e visão social e humana. O sacerdote católico, além de cantor e compositor, atua como escritor, poeta, professor e apresentador. É seguido por milhões de pessoas nas redes sociais, onde compartilha sua música, reflexões e cotidiano com sensibilidade e bom humor. Sua história musical já soma mais de 2 milhões de discos e 3 milhões de meio de livros vendidos. A noite de domingo no Thermas Hall contará ainda com o show de Pe. Nunes. Conhecido pelo público potiguar, o presbítero traz um repertório repleto de sucessos e mensagens que emocionam. As senhas para o evento estão sendo vendidas no Salão Ouro Branco do Hotel Thermas ou pela internet, através do site www.bilheteriadigital.com.br Thermas Hall – Com aproximadamente 2.550 m2 de área construída e climatização central, o Thermas Hall abre suas portas no dia 30 de novembro. O investimento está orçado em torno de R$ 5 milhões. O ambiente dinâmico e moderno, permitirá acomodação de 1.700 pessoas com distribuição de mesas, 2.100 em auditório e 3.500 em pé (pista). A Promove Eventos oferece ao público, já no dia 30, um grande show do cantor e compositor Fábio Júnior.
Dia 25 de novembro é o dia latino-americano e caribenho de não violência contra a mulher. Em Mossoró, a Marcha Mundial das Mulheres, Centro Feminista 8 de Março, Grupo Mulheres em Ação e Rede Xique Xique, com o apoio do Mandato da Deputada Estadual Isolda Dantas, realizam um programação com rodas de conversa, café feminista, oficinas e Marcha da Lanterna Lilás, para debater o enfrentamento à violência sexista. Na semana que precede o 25, as militantes fazem rodas de conversas nos bairros Nova Vida, Santo Antônio, Centro, Nova Esperança, Terra Prometida, Wilson Rosado, Abolição 2 e Barrocas, bem como em Assentamento do MST e escolas de ensino médio. O objetivo é levantar o debate. Plúvia Oliveira, militante da Marcha e do Mandato da deputada Isolda fala da importância desta ação que percorre a cidade: “Estes momentos de discussão são muito importantes para que a gente reafirme que a violência contra a mulher existe e é fruto de relações desiguais na sociedade. É preciso ouvir e falar sobre a violência contra nós mulheres para que ela não seja algo do âmbito privado, silenciado, mas que seja algo que todas e todos precisamos combater e acabar!”. No sábado, 23, a partir das 8h, na sede da Fundação Potiguar, onde funciona a rádio 98.7, haverá o Café Feminista para dialogar sobre a luta das mulheres pela América Latina: “Isso tudo que tá acontecendo de retiradas de direitos e ataques à democracia está acontecendo não só no Brasil, mas na América Latina como um todo. E as mulheres resistem aos avanços do conservadorismo e do neoliberalismo sobre suas vidas e na luta por um país melhor para todas as pessoas”, é o que diz Conceição Dantas, da Marcha Mundial das Mulheres. Além do café e da conversa, as mulheres participarão ao vivo do programa Espaço Lilás que vai ao ar todos os sábados a partir das 9h. Na segunda, 25, o dia Latino-americano e caribenho de não violência contra a mulher, a partir das 16h, na praça do Nova Vida, ocorrerão oficinas de batucada feminista da Marcha Mundial das Mulheres, dreads e tranças, de cartazes em preparação para às 17:30h sair às ruas a Marcha da Lanterna Lilás. Em sua 18ª edição, a Marcha da Lanterna Lilás terá como tema: “Resistimos para viver e Marchamos para Transformar”. Francisca Damasceno, do Grupo Mulheres em Ação, fala da importância da atividade: “Sempre realizamos diversas ações aqui no Nova Vida. A feira junto com a Rede Xique Xique é um bom exemplo. A Marcha da Lanterna Lilás é algo que faz um alerta muito grande na comunidade. Não vamos nos calar até a violência acabar!” e convida: “Vamos todas participar!”.