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Foi aberta oficialmente nesta segunda-feira (15) a programação da VI Semana de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), no Campus Central. Nesta edição, o evento acontece de forma descentralizada, contemplando todos os Campi da UERN. A programação já aconteceu nos Campi de Natal e Assú, e permanece em Mossoró até a próxima sexta-feira (19). A VI Semana de Ciência, Tecnologia e Inovação tem como tema central “Ciência para a redução das desigualdades”, e compreende o XIV Salão de Iniciação Científica, o VII Encontro de Pós-Graduação; o VII Salão de Iniciação Científica do Ensino Médio; V Encontro de Gestão, Empreendedorismo e Inovação; o III Colóquio Temático das Unidades Acadêmicas da UERN e o IV Salão de Extensão. Chefe de Gabinete da Reitoria, professor Zezineto Mendes abriu oficialmente a Semana de Ciência, Tecnologia e Inovação. Ele destacou a importância dos 50 anos da Instituição, afirmando que nesse período a Universidade contribuiu com a formação de mais de 42 mil profissionais nas mais diversas áreas do conhecimento. “Esta semana que hoje nós estamos iniciando é mais uma demonstração desse papel que ela busca continuar, que é a transformação da vida das pessoas através da ciência, da tecnologia e da inovação, contribuindo de forma efetiva para a diminuição das desigualdades, tema central deste evento”. Pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, o professor Rodolfo Lopes afirmou que a UERN está inserida “É um momento de muita honra porque a UERN está inserida no calendário científico do País. Com a VI Semana de Ciência, Tecnologia e Inovação, integramos a programação da Semana Nacional da Ciência e Tecnologia”. Ele também falou sobre a importância do tema central do evento. “Mais do que um tema, é um convite aos segmentos da sociedade para que a produção do conhecimento científico tenha como propósito a transformação da realidade”. O presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Norte (FAPERN), professor João Maria de Lima, participou da solenidade de abertura. Ele falou sobre a importância da UERN para o desenvolvimento do Estado. “A UERN é o maior patrimônio do Rio Grande do Norte porque ela chega aonde muitas vezes o próprio Estado não consegue chegar. A UERN mostra que a ciência, a pesquisa e o desenvolvimento vão além da ‘Reta Tabajara’. Não tenho dúvidas em dizer que é a Universidade que mais contribui para o desenvolvimento da educação no Rio Grande do Norte, a que forma mais professores da rede básica, por exemplo”. A Profª. Drª. Ana Cristina Brito Arcoverde proferiu palestra sobre o tema central da semana, “Ciência para a redução das desigualdades”. A professora expôs ideias sobre ciências,  apresentando algumas perspectivas sobre o papel da ciência. “Apresento ideias sobre ‘Ciências’, no plural, e o limite que ainda existe para a redução das desigualdades. Proponho não a redução, mas a superação das desigualdades através das ciências. Discutimos as desigualdades do ponto de vista de suas origens e como sendo um produto da sociedade capitalista dentro de uma perspectiva mais política”, explicou a palestrante. A VI Semana de Ciência, Tecnologia e Inovação é uma realização das Pró-Reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPEG), de Ensino de Graduação (PROEG) e de Extensão (PROEX). Também participaram da solenidade de abertura a pró-reitora de Ensino de Graduação, professora Francisca Ramos, e o pró-reitor de Extensão, professor Emanoel Márcio Nunes.
É possível manter uma relação saudável com a tecnologia? Um número cada vez maior de empregos envolve olhar para o computador o dia todo e fazer hora extra com o celular. E quando não estamos fazendo isso, no trabalho, muitos de nós temos uma telinha de smartphone no bolso, uma TV “inteligente” na sala, um notebook no quarto ou um iPad para levar à cama ou ao banheiro. Se passamos tanto tempo com objetos tecnológicos conectados, é preciso saber como se relacionar com eles e como não gastar tempo ou dinheiro demais. Uma campanha, lançada pelo Projeto Dedica (Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes), capitaneado pela Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas, em Curitiba, e que serve para todo o mundo, está chamando a atenção dos pais para um assunto muito presente no nosso dia a dia: a hiperconectividade. E não pense que é só dos nossos pequenos, não. A campanha coloca o dedo na nossa ferida. Gera uma identificação com nós mesmos: pais bacanas, preocupados com os filhos, que amam e cuidam. Mas, mesmo assim, passamos mais tempo do que deveríamos olhando para uma tela, postando em redes sociais, curtindo a vida dos outros. E, na contrapartida, abrimos caminho para que nossos filhos também passem mais tempo no mundo virtual do que no real. Achamos mais fácil distraí-lo na viagem com joguinhos eletrônicos no celular do que inventar brincadeiras, contar histórias e, principalmente, lidar com a ansiedade (absolutamente normal, diga-se) para chegar logo ao destino final. O projeto todo é bem maior que isso, trata de crianças que sofreram abuso sério ou seríssimo. E daí você me pergunta: o que uma coisa tem a ver com a outra? A psiquiatra Luci Pfeiffer, uma das maiores estudiosas do Brasil nesse assunto, decidiu lançar o tema para a sociedade a partir de uma violência que está perto de todos nós, mas que muitas vezes não enxergamos: a violência digital. Pare e pense: quantas vezes não somos intimados pelos nossos filhos para que larguemos o celular e prestemos mais atenção neles? Quantas vezes não vemos bebês em restaurantes sendo acalmados por tablets e celulares? Uma prova disso é que, segundo uma pesquisa da AVG Technologies, 63% das crianças entre 3 e 5 anos conseguem jogar algum tipo de jogo eletrônico, mas apenas 14% sabe amarrar os sapatos sozinho. Vamos observar os nossos comportamentos?! O tempo não espere ninguém.
A função Live do Instagram se popularizou rapidamente. Seja para pessoas comuns mostrarem um pouco do seu cotidiano, seja para famosos se conectarem com seu público, os vídeos ao vivo do app são um sucesso. E isso deve ficar ainda melhor em breve, com a possibilidade de convidar outras pessoas para transmitirem juntas. Com o novo recurso, apelidado internamente de “Tango”, será possível fazer Lives em conjunto com outros usuários. Você faz o convite, seu amigo ou amiga aceita e, então, a tela é dividida na metade para vocês dois poderem fazer uma transmissão de vídeo.
Um jovem de 25 anos, de Apodi, desenvolveu um aplicativo que está revolucionando a forma como conhecemos as agendas telefônicas empresariais. Daniel Carlos criou um app para smartphones chamado Contatus, que concentra os telefones e endereços de todas as empresas da cidade em um só lugar: a palma de sua mão. Daniel conta que a inspiração para a criação do aplicativo surgiu no ano passado, quando saiu de uma empresa que produzia agendas telefônicas de papel. Ele destaca que sempre gostou de tecnologia e viu, naquele momento, a oportunidade de criar o seu próprio negócio. “Sai da empresa e vi a possibilidade de criar um sistema, um guia comercial para Apodi. Eu queria um aplicativo que reunisse todos os telefones da cidade de forma bem prática. Depois de muitas pesquisas, lancei a primeira versão do Contatus, em meados de 2016, e foi um sucesso”, revela. Neste ano, o aplicativo recebeu nova atualização e já conta com mais de 500 empresas cadastradas. Ainda conforme Daniel, o aplicativo permite o acesso no smartphone a centenas de números telefônicos e endereços no qual o seu aparelho não suportaria, caso fossem guardados em sua memória. O Contatus divide as empresas por segmentos, como alimentação, beleza, construção, dando mais praticidade e agilidade aos usuários. Ele ainda emite alerta sobre ofertas e promoções. Outro ponto positivo do aplicativo é que, apesar de completo, ele ocupa pouquíssimo espaço da memória do smartphone. “Ele foi desenvolvido justamente para aqueles que precisam ou gostam de ter todos os contatos ali pertinho, mas não querem estar com uma agenda de papel à tiracolo, nem encher a memória do telefone. É leve, é simples e muito prático”, acrescentou Daniel. O aplicativo é totalmente gratuito para os usuários e pode ser baixado nas lojas Google Play (https://goo.gl/jbYRvB) e App Store (https://goo.gl/9h91Gn).