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Marina Castro

Atualmente, existem no mercado uma grande variedade de produtos, e é natural que o consumidor fique confuso com os termos usados pela indústria na hora da compra. Light, diet, natural, integral, orgânico, transgênico, o que isso quer dizer, você sabe? Descubra agora! Produtos Light e Diet são item certo na lista de compras das pessoas que querem adquirir um novo hábito alimentar. Muitos consumidores acreditam que esses são porções mágicas de emagrecimento e acabam confiando neles para perder peso ou apenas, comer melhor. Mas será que estão usando da forma certa? Vejamos: Light (leve em inglês) é sinônimo de reduzido. Esses alimentos apresentam redução de no mínimo 25% na quantidade de algum ingrediente presente ou na quantidade de calorias comparado ao alimento original. A redução pode ser de sódio, açúcares, gorduras totais ou saturadas e colesterol. Um produto light não é necessariamente um produto com pouca gordura. São indicados para pessoas que querem ou precisam consumir alimentos com uma menor quantidade de algum desse nutrientes mencionados. Diet (dieta, em inglês) esses produtos passam por um processo de modificação em sua composição original, havendo a retirada total de algum nutriente presente de forma particular, como açúcar, sal ou gordura. São geralmente indicados para pessoas com patologias específicas que possuem alguma restrição alimentar, por exemplo, os diabéticos. Atenção! Com a retirada ou redução de algum ingrediente, outros são usados para a reposição, exemplo dos refrigerantes sem açúcar, esses contêm uma maior quantidade de sódio. Integral diferente dos alimentos refinados, os ingredientes e grãos passaram por um processo de moagem que preserva o gérmen, fibras, vitaminas e minerais. Para um produto ser considerado integral ele precisa ter em sua composição uma maior quantidade de cereais integrais do que os demais ingredientes. Então é preciso ler o rótulo! A lista de ingredientes sempre está em ordem decrescente de quantidade, e o ingrediente que tem em maior quantidade deve vir primeiro, e assim por diante. Fique atento. Natural são os produtos mais próximos de sua origem. Geralmente não passam por processamento e não contém a adição de corantes, conservantes e aditivos artificiais. Orgânico são livres de agrotóxicos e precisam ser cultivados em um ambiente que considere a sustentabilidade social, ambiental e econômica e valorize a cultura das comunidades rurais. Transgênico são modificados geneticamente produzidos por meio de técnicas de engenharia genética. Agora ficou fácil escolher. SEMPRE leia os rótulos antes da compra de algum desses produtos. Prefira os com poucos ingredientes e sem nomes estranhos. Sempre que puder, opte pelo orgânicos. √  Marina Castro – Nutricionista – CRN 21432/P
O própolis é a mistura de pólen, cera e resinas vegetais coletadas pelas abelhas por meio de suas enzimas salivares. Na colmeia, a função do própolis é vedar a entrada e frestas, impedindo a entrada do frio e também de possíveis predadores. Além de ser usado para desinfetar e recobrir o alvéolo onde a rainha irá depositar seus ovos. Seus benefícios pra o homem já é conhecido desde o Egito antigo, onde o própolis era utilizado como antisséptico, no tratamento de feridas e para mumificação dos corpos. Atualmente, não param de sair estudos apontando a eficácia e os benefícios do própolis para a saúde, então, nada mais justo do que eu trazer os principais benefícios para vocês: 1 – Efeito antibacteriano: Apesar de não apresentar efeitos contra todos os tipos de bactérias, o extrato de própolis pode ser usado para evitar infecções e aliviar sintomas de tosse, dor de garganta, gastrite, intoxicação alimentar, problemas na gengiva e aftas, assim como prevenir o mau hálito e a formação de placas bacterianas. 2 – Efeito antioxidante: Os compostos presentes nos flavonoides, agem na prevenção e combate a inflamações e infecções. Pois anulam radicais livres, moléculas que, em excesso, fragilizam o organismo e com isso aumentam a possibilidade de diversas doenças se desenvolverem, como cardiovasculares, reumáticas, neurológicas, diabetes e envelhecimento precoce. 3 – Efeito cicatrizante: O própolis é eficaz no tratamento de feridas e queimaduras. Graças ao efeito anti–inflamatório, seu uso acelera profundamente a cicatrização da pele. 4 – Efeito imunomodulador: Em estudos feitos com camundongos, o ácido cafeico presente no própolis aumentou a produção de CD4 e CD8 (células de defesa do corpo) e anticorpos específicos. Além desses efeitos, estudos recentes apontam benefícios do uso do própolis na prevenção do Alzheimer, da hipertensão e do diabetes tipo II. Na inibição do câncer de próstata, na melhora cardíaca e no aumento do HDL. No combate da bactéria H-pilory, ajuda na prevenção da cárie e parte fúngica, auxilio na esclerose lateral amiotrófica e ação protetora hepática. E ainda apresenta efeito laxante e como inibidor da absorção de gordura. E pra melhorar, o própolis é um produto natural!! Procure um profissional e veja a possiblidade da inclusão do uso no seu dia-a-dia. Marina Castro – Nutricionista – CRN 21432/P
Existe vários tipos de açúcar. As diferenças são a matérias-primas, formas de refinamento, textura, sabor e composição nutricional. Esse é frequente no hábito alimentar brasileiro, e em excesso está associado a diversas enfermidades como obesidade, diabetes tipo 2, esteatose hepática e até mesmo câncer. Acontece muito, quando pedimos para o paciente diminuir a quantidade do açúcar sempre rola aquele: “mascavo pode?” ou “eu não uso o branco não, é aquele marronzinho”. Mas será que existe uma diferença significativa? Será que esse “marronzinho” é realmente mais saudável? Entenda a diferença aqui no nosso EQUILÍBRIO ALIMENTAR: 1 – Açúcar Refinado: é o mais utilizado na culinária e facilmente encontrado em supermercados. Como o próprio nome já diz, esse açúcar passa por um processo de refinamento químico para ficar branquinho e com sabor característico. Porém, devido a esse processo ele acaba perdendo todos os seus nutrientes, fazendo-o ser apenas “calorias vazias”. 2 – Açúcar Cristal: esse açúcar tem como característica os cristais grandes, transparentes ou levemente amarelados. Ele pula algumas etapas no processo de refinamento, mas ainda assim perde em média 90% dos seus nutrientes. 3 – Açúcar Mascavo: esse açúcar não passa pelo processo de refinamento e branqueamento, como o refinado. Ele é mais escuro e úmido, e possui sabor parecido com rapadura. Por não passar por esse processo, ele preserva seus nutrientes. 4 – Açúcar Demerara: passa por um leve processo de refinamento, mas não recebe aditivos químicos, por isso mantém sua cor. É um pouco menos úmido que o mascavo e mais doce. Ele passa por um processo de secagem e por isso é mais concentrado. Assim como o mascavo, ele mantém os seus nutrientes. 5 – Açúcar Orgânico: é cultivado sem o uso de agrotóxico, e sem compostos químicos artificiais no processo de industrialização. Possui o mesmo poder adoçante do açúcar refinado, mas é mais caro, mais grosso, mais escuro e com mais nutrientes. 6 – Açúcar de coco: adoça como o açúcar comum, mas não com menos calorias. Não passa por processo de refinamento e por isso mantém vitaminas do complexo B e minerais. E possui um menor índice glicêmico quando comparado ao açúcar refinado. 7 – Açúcar light: nada mais é do que uma mistura de açúcar refinado e adoçante artificial, como por exemplo, o aspartame, o ciclamato e a sacarina, por isso ele adoça quatro vezes mais do que açúcar comum. Quanto mais escuro o açúcar, maior a quantidade de nutrientes. Porém em termos de calorias todos são equivalentes. Seja qual for a denominação, açúcar é açúcar! E o consumo em excesso trará consequências para a sua saúde. Faça escolhas inteligentes e não exagere. Marina Castro – Nutricionista – CRN 21432/P
Você sabe o que é o efeito platô? É provável que não, mas possivelmente você já sofreu com ele. O efeito platô nada mais é, que o momento em que seu corpo se adapta a dieta e responde “estacionando” seus resultados no processo de emagrecimento. E ele acontece porque a sucessiva perda de peso irá gerar uma diminuição das suas necessidades energéticas. De modo que quanto menos você pesar, menor energia você irá precisar. Como sair do efeito platô? 1 – Modifique a composição da dieta: Durante o processo de digestão e metabolização dos nutrientes existe “perda de energia”. Quando comparamos, as proteínas demandam uma maior quantidade de energia que os demais nutrientes, aumentar suas quantidades dentro do mesmo número de calorias pode favorecer a aceleração do metabolismo. 2 – Procure aumentar o seu gasto energético: Passe a ir mais vezes a academia, mude seu treino ou até mesmo passe a fazer outra modalidade esportiva. Fazer esse tipo de alteração também dará um novo estimulo ao seu corpo. 3 – Fracione as refeições: O próprio ato de se alimentar já ajuda a acelerar o metabolismo através do efeito térmico do alimento (ETA), como foi dito no primeiro ponto, nosso corpo também gasta energia para digerir, absorver, transportar e armazenar nutrientes. 4 – Não desista: Ver o peso congelado na balança pode te fazer desanimar e abandonar a dieta, mas esse é o único caminho que você NÃO DEVE seguir. Um processo de emagrecimento requer calma e paciência. Seu corpo irá voltar a perder peso, ele só precisa de tempo para se adaptar ao novo patamar. 5 – Procure um nutricionista: Se você começar um cardápio sozinho(a) provavelmente sentirá o efeito platô muito mais rápido. Mas mesmo com acompanhamento é normal haver esse “estacionamento”, volte ao seu profissional e converse com ele, explique como seu organismo reagiu ao começo da dieta e aponte em que momento você percebeu que o cardápio não estava sendo mais eficiente. Dica de ouro: Não confie apenas na balança!! Junto com a pratica de atividade física há também o ganho de massa muscular e isso, a balança não mostra. Muitas vezes, o número na balança continua o mesmo, mas as medidas e o percentual de gordura diminuíram. Marina Castro – Nutricionista – CRN 21432/P
Durante a edição 2018 da Semana Mundial do Aleitamento Materno que acontece no período de 1 a 7 de agosto, a amamentação é definida como a base da vida. A campanha deste ano, criada pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (Waba), foca no poder do leite materno para combater a fome e promover a saúde. O alimento é o ideal para todos os bebês e o mais democrático, já que é igualmente produzido por mulheres de todas as classes sociais, raças, anônimas ou famosas. Durante o período da amamentação muitas mulheres têm dúvidas sobre como se alimentar e para esclarecer algumas dessas dúvidas, irei fazer algumas considerações: 1 – NÃO EXISTE LEITE FRACO!! Toda mulher é capaz de produzir o leite ideal para amamentar o seu filho. O que pode variar a qualidade do leite materno é a alimentação que a mãe terá durante esse período. 2 – PENSE POR DOIS: Não só durante o aleitamento, uma boa alimentação durante a gestação deve ser prioridade para as mamães. Pois a partir desse momento, tudo que é ingerido pela mãe influenciará na VIDA TODA da criança, até a fase adulta. Pesquisas vêm apontando a nutrição pré-natal e pós-natal inicial como um fator de importante influência a predisposição de algumas doenças crônicas relacionadas à alimentação, incluindo obesidade, hipertensão e doenças cardiovasculares na vida adulta. Não existe alimentos proibidos, mas o excesso de açúcar e sal e por consequências os industrializados devem ser evitados. 3 – O QUE COMER PARA AUMENTAR A QUANTIDADE DE LEITE? Não existe comprovação científica que algum alimento específico aumente a quantidade de leite. O que aumentará a produção é dar de mamar sempre que a criança desejar e manter-se sempre hidratada. Quanto maior a demanda maior a produção! 4 – O QUE DEVO COMER? Tudo, nesse momento quanta mais balanceada e variada a alimentação da mãe melhor. Os alimentos ingeridos irão facilitar inclusive no processo de introdução alimentar da criança. A regra nessa fase é a mesma para a vida, tudo em excesso faz mal e quanto mais natural melhor. Marina Castro – Nutricionista – CRN 21432/P
Não tenho tempo! Essa é a desculpa de 60% das pessoas para não começarem um novo hábito alimentar, seguido por “fazer dieta é caro”. Mas é fato, atualmente, grande parte da população vive uma verdadeira maratona diária, e muitas vezes quem paga o pato é a saúde. Os exames ficam para outro dia, o médico fica para a próxima semana, a dieta? Essa fica para o próximo verão. Mas infelizmente uma hora essa conta chega. O problema é que a grande maioria desses que deixavam tudo para amanhã, agora querem tudo para ontem, e com isso, somado a desculpa da “falta de tempo”, acabam procurando alternativas milagrosas e muitas vezes pouco seguras. Mas quando a questão é emagrecimento ou ganho de massa magra não existe milagre, tudo é questão de determinação, persistência e organização!! Vai começar uma dieta? Sua vida é uma correria? Segue algumas dicas que vão te ajudar a resolver esse problema. 1 – Faça compras semanais: Eu sei, o tempo é pouco. Mas separe um dia na semana para planejar suas refeições e comprar o que você precisa para prepara-las. Não ter opções te fará comer o que não deve. Evite comprar o que você não deve ou não pode comer. 2 – Sempre que possível, prepare seus alimentos e congele: Separe um dia na semana ou até mesmo no final de semana e prepare as refeições da semana inteira. Batatas, arroz, feijão, todos podem ser preparados em grandes quantidades e congelados em pequenas porções. Você também pode preparar o frango, desfiar e deixar pronto na geladeira. Ele é ótimo para incrementar saladas, rechear tapiocas e omeletes. 3 – Prepare seu lanche na noite anterior: Se você passa o dia fora e não encontra opões saudáveis nos lugares que frequenta, leve seu lanche de casa. Antes de dormir deixe tudo organizado para o dia seguinte. Se você gosta da salada fresquinha, essa também é a hora de prepara-la. Mas se isso não for um problema para você, faça em uma quantidade maior e guarde em potinhos bem fechados para dois ou três dias. Deixe os tomates para cortar na hora. 4 – Sempre tenha um socorro perto de você: Barras de proteínas ou de oleaginosas, castanhas, amêndoas, frutas secas ou frescas são sempre uma boa opção para levar para qualquer lugar. No caso de não ter tempo para comer, você não vai precisar optar por uma opção “ruim”. 5 – Prefira restaurantes variados: Se for comer fora, quanto mais variado melhor. Você provavelmente encontrará uma opção que se encaixe no seu plano. E não esqueça, escolha dentro das suas opções o que no momento for mais saudável. 6 – Frutas também podem ser congeladas: Acabou a desculpa de não comprar porque estragam fácil. Descasque-as e/ou higienize-as e guarde no congelador. São ótimas com iogurtes, para sucos e até mesmo para versões saudáveis de sorvete. 7 – Não tenha medo de errar: Furou a dieta? Recomece! Persistência também é muito importante. Muitas vezes o que te falta é colocar a sua alimentação e a sua saúde como prioridade na sua vida. É aquela velha frase tão clichês para relacionamentos: “Quem quer arruma um jeito, quem não quer arruma uma desculpa”. Como anda a sua relação com você mesmo? Marina Castro – Nutricionista – CRN 21432/P
Nesta segunda-feira, 25, por 18 votos a 9, a comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o projeto de lei 6299/2002, conhecido como “Pacote do Veneno”, aprovou o texto-base do parecer do deputado Luiz Nishimori (PR/PR). A proposta ainda tem que ser analisada pelo plenário da Câmara. O pacote em questão revoga a atual Lei de Agrotóxicos (7.802/1989) e libera o uso indiscriminado dessas substâncias, incluindo algumas cancerígenas, atualmente proibidas no Brasil. Se aprovada pelo Congresso, o Brasil estará na contramão das recentes decisões tomadas por países da união Europeia. Segundo a Anvisa, a nova lei propõe que só devem ser proibidos, agrotóxicos cuja avaliação apontem que os mesmos têm “risco inaceitável”. Atualmente, o Brasil já é o maior consumidor mundial de agrotóxicos, ultrapassando a marca de 1 milhão de toneladas. O que equivale a um consumo médio de 5,2 kg de veneno agrícola por habitante! Mas você tem ideia dos malefícios que esse consumo ou o contato com essas substâncias podem te causar? Eu te digo! Estudos apontam, danos ao DNA, estresse oxidativo, desregulação dos hormônios, hepatotoxicidade, déficits cognitivos, efeitos neurotóxicos, risco de infertilidade, câncer, Autismo, Alzheimer, entre outras consequências. Para as grávidas, o risco é dobrado. Evidências apontam que o contato com pesticidas pode levar a problemas durante a gestação, como a morte de fetos, problemas de desenvolvimento neurológico, diminuição do tempo de gestação e pouco peso do bebê. A opção mais saudável disponível para nós consumidores é escolher preferencialmente alimentos orgânicos. E sempre lavar frutas, legumes e verduras, independente da procedência. No entanto, como nem sempre é possível o acesso exclusivamente a produtos orgânicos, na internet é fácil encontrar receitas simples para retirar o excesso de pesticidas: Tônico para lavar frutas e vegetais: Faça uma mistura de três xícaras (710 ml) de água filtrada, três colheres de sopa de vinagre branco e duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio. Em seguida, você tem duas opções. A primeira é aplicar a mistura com um spray sobre os alimentos para, na sequência, esfregá-los e enxaguá-los. A segunda é despejar o tônico em uma vasilha e deixar as frutas e os vegetais de molho. Pressionar também é importante. Não podemos mais engolir tanto agrotóxico. Assine já pela aprovação da Política Nacional de Redução de Agrotóxicos! Essa luta também é sua, acesse: https://www.chegadeagrotoxicos.org.br/ e assine a petição. Marina Castro – Nutricionista – CRN 21432/P
Embora muitas pessoas acreditem que o colesterol é uma substância maléfica, ele é muito importante para a funcionalidade do nosso corpo. Mas para isso, seus níveis precisam estar controlados. Confira a seguir, 10 fatos sobre o colesterol que você precisa saber: 1 – VOCÊ PRECISA DO COLESTEROL! O colesterol é um tipo de gordura que faz parte da formação das células do cérebro, nervos, músculos, pele, fígado, intestinos e coração. Ele é essencial para o funcionamento destas células. Além de ser importante para a formação de hormônios de vitamina D e até ácidos biliares, que ajudam na digestão das gorduras da alimentação. 2 – O EXECESSO de colesterol ruim é que causa infarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral) - O colesterol que circula no sangue está ligado a lipoproteínas chamadas HDL (colesterol bom) e LDL (colesterol ruim). É o excesso de LDL circulante que está associado às doenças cardíacas. Já o excesso de colesterol bom (HDL), é associado a um efeito protetor contra essas doenças. Por isso, ao medirmos o colesterol total no sangue, precisamos sempre saber o quanto se deve ao colesterol bom e quanto se deve ao ruim. Só o ruim precisa e deve ser tratado. 3 – O excesso de colesterol acontece devido a fatores genéticos e alimentares - Cerca de 70% do colesterol no sangue vem do fígado e apenas 30% vêm da alimentação. Após passar pela circulação sanguínea, o colesterol precisa ser removido novamente pelo fígado para formar bile. Os níveis de colesterol circulantes na corrente sanguínea irão depender principalmente da capacidade do fígado em elimina-los. E isso varia de indivíduo para indivíduo. 4 – Excesso de peso não significa ter colesterol alto - Pessoas magras também têm colesterol alto. Isso acontece devido os níveis de colesterol dependerem mais da taxa de remoção do colesterol pelo fígado, que é genética. Se você tem parentes (por exemplo: pai, mãe, irmãos) com colesterol alto, sua chance de ter colesterol alto é maior. 5 – O colesterol ruim forma placa de ateroma - O excesso de LDL (colesterol ruim) causa doenças vasculares porque se deposita, sem apresentar sintomas, na parede interna das artérias e gradualmente vai formando uma placa chamada ateroma. Estes ateromas vão obstruindo gradativamente as artérias e podem acabar causando infarto agudo do miocárdio e/ou AVC. 6 – É importante controlar os outros fatores de risco - Até uma placa de ateroma se formar e com isso provocar um infarto e/ou AVC leva muitos anos. O aumento dos níveis de colesterol no sangue, geralmente não costuma apresentar sintomas. Exceto os casos onde aparecem os chamados xantomas, que são sinais do acúmulo do colesterol na pele quando o colesterol atinge níveis muito altos. É muito importante então, manter também os outros fatores de risco tradicionais bem controlados. Além dos níveis de LDL, é preciso controlar a glicose, a pressão, parar de fumar e reduzir o peso, quando excessivo. 7 – É importante manter o estilo de vida saudável - O estilo de vida é muito importante na redução do risco de infarto e AVC. Evitar o sedentarismo, evitar comer alimentos com gordura saturada e evitar fumar são medidas importantes a serem seguidas. 8 – Para fazer uma dieta visando o controle do colesterol, evite sempre o excesso de gordura saturada - Prefira as carnes magras, aves sem pele e queijos magros. O tratamento de alterações no colesterol é preventivo e permanente. Tantos os cuidados com a alimentação e exercícios, com o uso de medicamentos deverão ser mantidos por tempo indeterminados. 9 – Todos acima de 10 anos devem dosar o colesterol - Adultos e crianças acima de 10 anos devem dosar o colesterol e suas frações pelo menos uma vez ao ano. Se elevados, deve-se consultar um endocrinologista para definir o risco cardiovascular individual e planejar um tratamento adequado. 10 – As taxas de colesterol total apontadas em exames são consideradas boas quando estão abaixo de 200, suspeitas quando entre 201 e 239 e elevadas quando acima de 240. Fique atento! FONTE: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – SMEM. Disponível em: https://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-o-colesterol/ Acesso em 12 de junho de 2018 Marina Castro – Nutricionista – CRN 21432/P
Festa junina é sempre sinônimo de muitas gordices, certo? Em partes. Por outro lado, é possível sim aproveitar essa época maravilhosa do ano sem brigar com a balança. Não existem alimentos que devem ser evitados na sua totalidade. O que existe são alimentos que devem ser consumidos de forma mais moderada. E para nossa alegria, também existem aqueles que podemos comer sem a menor culpa, porém, também sem exageros! 1 – Milho cozido/assado: O milho é uma ótima fonte de energia e vitaminas A, C, folato, tiamina, potássio e ferro. Além de ser rico em fibras que auxiliam no bom funcionamento do intestino. Atenção para não exagerar na quantidade de sal usada para o cozimento! 2 – Churrasquinho: Prefira os cortes mais magros de carnes, como maminha e alcatra. Evite linguiças, além de gordura, são ricas em sódio e conservantes que aumentam a retenção hídrica. 3 – Pipoca: A pipoca é rica em fibras, polifenóis, antioxidantes, vitaminas do complexo B, manganês e magnésio e seu consumo pode trazer inúmeros benefícios à saúde. O cuidado deve ser na hora do preparo, não exagere na quantidade de gordura e sal. A pipoca nessas festas já é preparada no óleo, não acrescente uma porção extra de manteiga. 5 – Pamonha: O milho é rico em fibras. Por isso, alimentos feitos com ele podem ser consumidos. Mas não exagere: além do milho, a pamonha leva açúcar, leite integral e creme de leite. 6 – Castanhas: Fonte de energia, proteínas, lipídeos, compostos bioativos, fibras insolúveis, vitaminas e minerais. As gorduras poli-insaturadas dessa oleaginosa reduzem os níveis de LDL (colesterol ruim) e elevam as taxas de HDL (colesterol bom). Marina Castro – Nutricionista – CRN 21432/P
A ansiedade aflige cada vez mais a população mundial. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 9,3% dos brasileiros apresentam os sintomas da patologia. Provocando uma bagunça nas emoções e refletindo diretamente na saúde dos indivíduos. Em excesso, a mesma desencadeia uma sensação de mal-estar frequente, angústia ao que está por vir. Além de sintomas físicos, como dores pelo corpo, dificuldade para se alimentar ou até mesmo ataques de gula, sendo os sintomas características muito particulares de cada indivíduo. A ansiedade possui tratamento para controlar os sintomas, mas a alimentação também pode auxiliar nesse processo de forma natural. A seguir, 7 dos principais alimentos responsáveis por esse feito: 1 – Peru, frango e peixes gordurosos. Gema de ovo, abacaxi, banana, abacate, ameixa seca e algumas algas marinhas, como a espirulina: Esses alimentos são ricos em triptofano, aminoácido que tem como característica, contribuir para a maior liberação da serotonina, hormônio que ajuda a equilibrar o estado mental. 2 – Invista em frutas no geral: Maçã, uva, morango, laranja e outras frutas cítricas. Essas, combatem o mau humor, auxiliam no bom funcionamento do sistema nervoso, relaxam os músculos e combatem a fadiga e o estresse. 3 – Alface: Fonte de folato e lactucina — compostos de ação calmante, que auxiliam na prevenção da depressão e quadros de confusão mental. 4 – Espinafre e outros vegetais escuros: Contribuem para a sensação de felicidade. Além de serem ricos em ferro, contém grandes quantidades de ácido fólico, responsável por melhorar a saúde do sangue e do sistema imunológico. Aposte também em outros vegetais escuros, como couve, agrião e brócolis. 5 – Oleaginosas: Castanhas, amêndoas, nozes e avelãs, são ricas em ácidos graxos e nutrientes com ação antioxidante, propriedade auxiliar nos transtornos depressivos. Prefira as versões in natura. 6 – Chá de Camomila, Erva-Cidreira e Valeriana: Ambos possuem efeito calmante. Além de controlar os níveis de estresse e ansiedade, eles também podem ser usados para combater a insônia, nervosismo e depressão. A ingestão diária do chá de algumas dessas ervas não deve ultrapassar três xícaras diárias. Porém, é necessário tomar alguns cuidados quando a incorporá-los no dia a dia. 7 – Chocolate amargo: O alimento contém flavonoides, antioxidantes participativos na produção de serotonina. Mas fique atento: indica-se o consumo de no máximo 30 gramas por dia. Uma alimentação balanceada pode ser mais poderosa do que imaginamos. Investir em bons alimentos é investir no seu futuro e na sua saúde. Marina Castro – Nutricionista – CRN 21432/P