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cícero gadelha

O papel dos adultos na educação dos filhos se resume a ter autoridade com firmeza, paciência e persistência nas palavras. Nos dias atuais, é possível perceber uma grande mudança na maneira como os pais educam seus filhos. Estamos passando por uma crise de valores em que a falta de limites e a falta de bons exemplos por parte dos pais traçam muitas das características que os jovens carregam para a vida adulta. A falta de limites por parte dos pais cria jovens que pensam ter o poder nas mãos e que acham que podem fazer tudo, sem ter que pagar pelas consequências de seus atos. Infelizmente, muitas crianças nunca ouviram um não de seus pais, e isso traz muitos prejuízos para o seu amadurecimento, pois, dessa forma, elas não aprendem a conviver com as frustações. Muitos pais, na tentativa de diminuir seu sentimento de culpa pelo pouco tempo que passam com os filhos, ou até mesmo por negligência, concedem-lhes poderes, como escolher se vão sair ou não, se irão viajar ou não e até mesmo se querem ou não ir à escola. No entanto, decidir e saber falar um não que oferece limites e educa é função dos pais. É extremamente necessário que os pais sejam firmes e tenham paciência com seus filhos, pois ameaças e falatórios não adiantam. Os adultos são os únicos responsáveis pela educação das crianças que cuidam. Assim, é muito importante que a criança aprenda valores e saiba a importância de ser solidária, de partilhar, de respeitar a si mesma e aos outros, de ter compromisso e responsabilidades com seus atos. E é preciso que os pais entendam que não podem abster as crianças das frustrações, pois é dessa forma que elas amadurecem e se tornam aptas para enfrentar a vida, tornando-se jovens e adultos saudáveis e seguros. Educar uma criança não é tarefa muito fácil, os envolvidos com o processo se deparam com muitas dificuldades diariamente. É importante criar uma maneira de agir que possa auxiliar todos aqueles que fazem parte da convivência da criança, já que atuar de forma organizada pode proporcionar uma harmonia maior no ambiente familiar, onde a educação infantil deve ser iniciada.  É no contexto familiar que os conceitos e valores, que irão nortear a criança em todo o decurso da vida, são passados. Cabe à escola a formação acadêmica, acrescida de alguns valores, ou seja, apenas ampliar a atuação que iniciou na família. Já que tanto os pais como os professores exercem papéis importantes na educação, ambos precisam estar em sintonia. Se a escola ou a família descuida da educação, no sentido de “jogar” a responsabilidade um para o outro, a criança sai perdendo, sua educação fica negligenciada. Cícero Gadelha – Formado em Pedagogia pela Universidade Estadual do Ceará e Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior e Educação de Jovens e Adultos
A importância da participação do professor no projeto pedagógico. No papel de educador (professor) é fundamental que ao se tratar da formação da cidadania do indivíduo, em especial do aluno, considerar como requisito principal a participação efetiva na construção do projeto pedagógico da escola. Partindo desse princípio, o educador na responsabilidade da formação moral, de valores do aluno, deve estar empenhado em apresentar um conhecimento crítico do que está sendo desenvolvido no trabalho em grupo, de forma que venha somar na prática pedagógica. Ao se referir à educação moral, o ideal é que ocorra uma reflexão por parte de todos, visto que não há como ter educação sem reflexão.  A formação de valores, hábitos que o indivíduo terá como base por toda a sua vida, em conjunto com a criação familiar, é adquirida em sua maior parte na Educação Infantil. Baseado nessa colocação surge a necessidade de alertar os educadores da educação infantil, visto que esses são responsáveis em grande parte pelo processo educacional de valores da criança na fase inicial de sua vida. É de ressaltar que tal colocação em relação à educação infantil não quer dizer que educadores voltados para as demais fases do ensino não são responsáveis pela formação moral do aluno. Pelo contrário, a formação de valores de indivíduo é por toda vida, porém é na fase infantil que são formadas as bases de uma boa educação. Todo indivíduo, em especial o aluno, necessita de bases morais bem definidas, de forma que saiba como proceder ao se deparar com pequenos ou grandes problemas, questionando o que não lhe é aceito e nem aceite tudo o que lhe é colocado. É de extrema importância que todo educador tenha a consciência de transmitir princípios para seus alunos, visto que esses serão norteadores de sua própria vida, inclusive colocando seu ponto de vista diante de uma determinada situação.  Baseado na importância que os educadores e conseqüentemente a escola tem na formação educacional de valores dos seus alunos, segue uma questão para reflexão, bem como para contribuição da formação da cidadania:  Será que as escolas em que exercemos a função de educador, estão tendo a preocupação de educar cidadãos, passando os reais valores que necessitam?  No papel de educador, pense um pouco sobre essa questão e veja qual a melhor forma de participar no processo da construção da cidadania dos futuros cidadãos, podendo contribuir para o sucesso na formação dos futuros cidadãos.  Cícero Gadelha – Formado em Pedagogia pela Universidade Estadual do Ceará e Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior e Educação de Jovens e Adultos
Fazer uso da tecnologia na educação já é uma necessidade inadiável, reconhecida por todo profissional do ensino que anda atualizado com as últimas tendências na área. Dito isso, no entanto, é preciso se dar conta de que a forma com que esse recurso deve ser empregado em sala de aula nem sempre é clara. Simplesmente usar ferramentas tecnológicas na escola, como fim em si mesmas, não é bem o objetivo, concorda? Sendo assim, vale a pena pesquisar e experimentar para descobrir de que maneiras a tecnologia pode ser empregada para melhorar efetivamente o aprendizado dos alunos e o dia a dia dos professores. 1. Introduzindo a tecnologia na escola Se a intenção é que o emprego da tecnologia na educação não seja um fim em si mesmo, isto é, que os recursos sejam usados para trazer melhorias efetivas para a escola, será preciso realizar algumas mudanças na dinâmica das aulas. Nesse caso, é interessante preparar a introdução da novidade de maneira diferente para cada um dos grupos a serem afetados por ela, a saber: 1.1. Corpo docente e funcionários Contar com o apoio de professores e outros colaboradores no processo de adotar a tecnologia na escola é fundamental, afinal, são eles que irão lidar diretamente com a questão, por isso, quanto mais a favor da mudança estiverem, melhor. Além de motivar o uso da tecnologia entre esses profissionais, é preciso ainda ajudá-los a empregá-la da melhor maneira possível, oferecendo treinamentos, aulas de informática e até funcionários auxiliares para deixá-los mais seguros com o uso dos novos recursos. Acompanhar a relação de cada um com as tecnologias adotadas a fim de diagnosticar problemas, receber feedbacks e promover uma melhoria constante também é essencial. 1.2. Pais e responsáveis O envolvimento dos pais na educação de seus filhos é de grande importância para o sucesso dos estudantes. Diante disso, promover a participação dos familiares nas mudanças a serem implementadas para a adoção da tecnologia em sala de aula é outro passo fundamental. Por meio de reuniões, notificações e uma comunicação aberta entre os pais e a escola, é possível que eles contribuam para a introdução da tecnologia, aumentem o engajamento dos filhos, ofereçam feedbacks enriquecedores e, mais importante, compreendam e apoiem a iniciativa. 1.3. Alunos Com a geração Z nascida e criada em um mundo dominado pela tecnologia, é difícil imaginar que possa haver qualquer tipo de resistência por parte dos alunos na implementação da tecnologia em sua educação. Ainda assim, é preciso cuidar de sua preparação para receber a novidade justamente para que a familiaridade com os recursos digitais não os leve para longe do aprendizado, restringindo seu uso da tecnologia ao entretenimento ou a atividades que poderiam ser feitas fora da sala de aula. Os motivos por trás da introdução das ferramentas tecnológicas, bem como os objetivos de cada uma delas, devem ser bem conhecidos pelos alunos, e a atitude esperada deles em relação a isso deve ser sempre clara e relembrada quando necessário.   FONTE: https://www.somospar.com.br/tecnologia-na-educacao-e-motivacao-em-sala/ Cícero Gadelha – Formado em Pedagogia pela Universidade Estadual do Ceará e Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior e Educação de Jovens e Adultos