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Maternidade

Brincar é a primeira forma de aprender das crianças, uma atividade que começa desde os primeiros meses e que se estende por quase toda a vida – e cada fase desse mundo de descobertas e diversão tem suas particularidades e importância. Saiba quais são as diferentes etapas da brincadeira na trajetória do seu pequeno e como você pode ajudá-lo a evoluir através de cada uma delas. Brincadeira funcional Esse tipo de diversão envolve brincar com o próprio corpo, como quando o bebê tenta puxar os pés ou se diverte olhando para as mãozinhas. “O corpo é o primeiro instrumento que a criança tem para fazer contato com o mundo e é o que faz ela entender esse mundo. Essa brincadeira tem seu ápice no primeiro ano de vida e acontece de várias formas, desde mover as perninhas, até rolar, se arrastar ou engatinhar.  Consideramos esse o alicerce do desenvolvimento motor, e precisamos estimular”, explica a pedagoga Luciana Brites, especializada em Educação Especial e fundadora do Instituto NeuroSaber. Mas, afinal, como você pode ajudar neste momento? “É muito importante que os pais deixem que elas vivam essa fase de maneira adequada, não tendo medo de colocar no chão para que façam isso ou tentando impedir. Estimule também brincando com a criança no banho sem utilizar brinquedos, lavando e falando com ela, dando apertinhos, segurando e soltando a mãozinha. Tudo isso é simples, mas tem um grande valor”, indica. Brincadeira solitária Quando já consegue andar e falar, é comum que os pequenos passem a esse segundo passo de brincarem sozinhos – geralmente sem vontade de envolver pais ou os irmãos. “Essa é a fase que trabalha a propriocepção, ou seja, como eu interpreto os estímulos que estão a minha volta. Depois de explorar meu corpo, eu passo a explorar o restante e ter uma leitura das percepções. É importante que a criança faça isso, porque é a porta de entrada para muitos aprendizados, inclusive o escolar”, conta. Muitos pais têm medo de que esse hábito seja um indicativo de problemas ou de introspecção, mas é preciso abandonar esse conceito e deixar que a criança tenha o seu próprio tempo. “Esse tipo de brincar geralmente vai até os dois anos, e é legal diferenciarmos o brincar da dificuldade de atenção compartilhada, que é quando você aponta e estabelece uma comunicação e mesmo assim ela fica presa em uma atividade sem interação. Nesse caso, é melhor investigar. Outro erro comum é encher o filho de brinquedos: quando vamos trabalhar essa brincadeira solitária devemos dar um por vez para que ele explore tudo nesse objeto, e então passe para outro”, esclarece. Brincadeira observativa Seu pequeno olha para outras crianças brincando, mas não quer participar? Pode ficar tranquila, ele só está entrando na fase da observação. “Isso é normal e devemos estimular. Os seres humanos possuem o chamado neurônio espelho, que nos faz ativar as mesmas áreas do cérebro que usaríamos se estivéssemos fazendo uma atividade sem de fato fazer, apenas olhando outra pessoa. Quando ele está observando está criando estratégias de como poderá brincar com aquilo e está criando um juízo. Aos poucos, as crianças vão sentindo segurança e passam a participar, e é importantíssimo respeitar isso e não encarar como um problema”, informa a especialista. Apesar de começar por volta dos três anos, essa fase não tem um tempo definido para passar, já que ao entrar em novos grupos – como na escolinha – é comum voltar ao hábito de primeiro olhar para depois fazer (um hábito conservado até mesmo pelos adultos). “O que os pais podem fazer é conversar com a criança perguntando o que ela acha daquilo que está vendo, o pensa sobre aquilo, e se a observação não causa um sofrimento de querer brincar, mas não conseguir por medo”, adverte. Brincadeira paralela Depois de arrumar os primeiros amiguinhos, as crianças passam a brincar perto deles – embora isso não signifique interagir. “Ela vai por aproximação, primeiro observa e depois começa a trabalhar para entender e imitar o que o outro está fazendo, que é a brincadeira paralela. Isso é muito bacana, porque mostra que ela está tentando pertencer ao grupo, é uma estratégia de interação. As crianças vão permanecer nessa fase até que realmente consigam interagir, e ela costuma acontecer ao mesmo tempo que a observativa, até cerca de cinco anos”, aponta. Brincadeira cooperativa A brincadeira cooperativa é aquela em que você se diverte interagindo com o outro, e que também ensina muito. O principal? Tentar se manter de fora quando ela acontece entre duas crianças: “Depois de todos os processos anteriores chegamos a este, que exige um maior nível de elaboração mental das crianças por precisarem assumir papeis e criar regras. Agora ela depende que o outro entre na brincadeira dela e ela na dele. É um momento muito rico para trabalhar limites e empatia, porque até então a criança está em uma fase mais egocêntrica em que o dela é mais importante. Você tem um desenvolvimento de linguagem, poder argumentativo, e esse brincar faz toda diferença nisso. Como mãe, deixe que os pequenos se entendam, sem tomar a frente ou se intrometer quando chegarem a impasses, porque eles precisam construir a própria visão do que é certo”. Fonte: Portal Daqui Dali.
A cena é corriqueira. Cedo ou tarde, os filhos voltam da escola anunciando um namorico com um coleguinha, menino ou menina. A reação dos pais oscila entre o susto e a surpresa. Nunca passa em branco. E nem pode. A Secretaria de Assistência Social do Amazonas lançou uma campanha na internet contra a erotização precoce das crianças, com o slogan "Criança não namora, nem de brincadeira", e a hashtag #criancanaonamora ganhou as redes sociais e faz parte de uma ação mais ampla do governo do Amazonas que pretende mobilizar escolas, comunidades, psicólogos e pais contra a exploração infantil. O slogan foi criado em parceria com a blogueira Dany Santos, depois que ela publicou um texto sobre o assunto. No blog “Quartinho da Dany”, ela aborda os mais diversos temas que envolvem maternidade e infância. “Criança se relaciona com os amiguinhos, e eles são, simplesmente, amigos. Amizade é o nome. Insistir em namoro na infância é adultizar as crianças, incentivar a erotização precoce”, diz um trecho do texto. É preciso respeitar cada etapa da vida. Uma criança não sabe o que é um namoro, ela não tem esse discernimento. Do ponto de visto psicológico e biológico, precisam amadurecer. É bom ressaltar que, no geral, as crianças apenas reproduzem o que veem em casa ou o que são incentivadas a fazer ou a dizer. Para Vera Zimmermann, psicanalista do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Unifesp (SP), o machismo ocupa papel central nessa história. Em idade escolar, meninos são incentivados a terem uma "namoradinha", e meninas são ensinadas a se comportar. Essa é a regra geral. "Os pais interpretam o interesse pelo outro, as preferências por tais e tais amigos, as primeiras escolhas infantis, como algo erótico, quase genital. Não se trata disso. A criança só está aprendendo a fazer amigos e a se relacionar. Não são namoradas ou namorados. Essa é uma projeção dos adultos." Professores e escolas também precisam estar atentos. A conversa precisa de uma correção de rota, caso o papo de namoro surja muito cedo. A brincadeira infantil é um exercício de comportamento; ao pular o aprendizado, a criança apenas reproduz comportamentos, sem compreendê-los. A hora de namorar vai chegar. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também abraçou a iniciativa, que logo tomou proporção nacional. De acordo com a Secretaria do Amazonas, o objetivo da campanha é conscientizar pais e responsáveis sobre relacionamentos infantis. Desde então, a hashtag #criancanaonamora ganhou as redes sociais e passou a fazer parte de uma ação mais ampla do governo do Amazonas, cuja intenção é mobilizar escolas, comunidades, psicólogos e pais contra a exploração infantil. Para os especialistas, simular compromisso entre duas crianças, além de não ser saudável, traz malefícios para o desenvolvimento infantil. A educadora Ana Carolina Baptista Ribeiro tem observado essa erotização precoce. É bom estarmos sempre alerta tanto com nossas ações quanto nas ações das crianças.
Mossoró agora tem um serviço de lembranças para as mamães que estão a espera de seus filhos. A Clínica de Beleza Mossoró – Clinbem – está fazendo a alegria das buchudinhas. As barrigas são esculpidas no gesso e depois tornarem-se lembranças deste lindo momento. Rua Felipe Camarão, 1547, Aeroporto – 84 3317 6205.
Ter leão, macaco, gatinho – além de outros animais e objetos na palma da mão – encantam as crianças no primeiro contato com o Cubo Kids. O aplicativo de realidade aumentada foi desenvolvido pelos estudantes Carlos Ramon, do 7º período de Ciência da Computação (UERN), e Antonio Kalielso, do 7º período de licenciatura EAD em Informática (UFERSA). A iniciativa que surgiu de forma despretensiosa, com o intuito de aplicar o conhecimento em torno de algo lúdico e educativo, agora está sendo levada para algumas escolas de Mossoró e utilizada de forma pedagógica por professores do ensino infantil. A professora de Ciência da Computação, Ma. Ceres Germanna, ressalta que por meio do contato com professores e alunos, o aplicativo será aprimorado pelos estudantes. As pesquisas estão sendo desenvolvidas no Laboratório de Engenharia de Software (LES), localizado no Campus Central da UERN. O Grupo de Pesquisa de Software (GES) forneceu o equipamento necessário para que o experimento seja levado às escolas. O APLICATIVO – Disponível gratuitamente no Play Store, apenas para aparelhos com sistema Android, o Cubo Kids é um aplicativo que ocupa 100 mb. Para a interação, é necessário imprimir as tarjetas que trazem as figuras de animais, números, letras e cores. Para a impressão das figuras clique AQUI. O aplicativo permite o uso da tecnologia de forma educativa e é voltado para crianças de 2 a 5 anos. Além das imagens em 3D, o Cubo Kids emite sons de animais e faz a tradução para o inglês. Uma das dicas das professoras é a inclusão de formas geométricas. Essas e outras observações que visem o aprimoramento do aplicativo são bem-vindas pelos desenvolvedores do Cubo Kids. A ideia agora é expandir. Confira a matéria aqui ⇓ https://youtu.be/pCRvUToDqqo
O Conselho de Comunicação Social do Congresso vai sugerir a aprovação do projeto de lei que proíbe a publicidade dirigida a crianças de até seis anos de idade de alimentos e bebidas pobres em nutrientes e com alto teor de açúcar, gorduras saturadas ou sódio. A proposta é de autoria do senador Wellington Fagundes, do PR de Mato Grosso, e está em análise na Comissão de Constituição e Justiça. Para o conselheiro Carlos Augusto Schroder, a publicidade infantil de alimentos não deveria nem mesmo existir, pois, segundo ele, as crianças não têm consciência dos riscos oferecidos por alguns produtos. Mas o conselheiro Walter Vieira Ceneviva discorda da limitação na publicidade infantil. Ceneviva argumentou que a publicidade representa um espaço importante de conhecimento e educação. Já a conselheira Patrícia Blanco defendeu que haja um equilíbrio entre a defesa dos direitos das crianças e a liberdade comercial de empresas de publicidade. O conselho também decidiu que vai sugerir ao Congresso que sejam rejeitados projetos de lei que proíbem a transmissão de julgamentos do Supremo Tribunal Federal pelo Rádio e pela TV. PLS 50/2014; PL 7004/2013. Fonte: Rádio Senado
O método pilates consiste em um programa de condicionamento físico, desenvolvido por Joseph Hubertus Pilates que desde cedo sofria de asma, raquitismo e febre reumática. Sua determinação o levou a estudar várias formas de exercícios, como ioga, técnicas gregas e romanas e fisiculturismo, possibilitando sistematizar ao longo de vários anos um método de exercícios terapêuticos que atuam simultaneamente no fortalecimento, flexibilidade, respiração, alinhamento da postura, concentração e equilíbrio. Joseph acreditava que para a manutenção da saúde era necessário o equilíbrio entre o corpo e a mente; para que isso aconteça é necessário o entendimento dos nossos desequilíbrios e organização das nossas atividades motoras. Por isso, é uma atividade física e mental que exige consciência corporal e concentração. Apesar do pilates ter invadido as academias, aonde muitos vão para perder peso, este não é o seu foco principal. O mais importante nesta técnica é fortalecer e tonificar os músculos e trabalhar a resistência do corpo. A prática do método previne o aparecimento de lesões; trata hérnia de disco, escolioses, dentre outros; além de ser uma ótima atividade física. É indicado por ser uma atividade de baixo impacto nas articulações, com poucas repetições, ganho de flexibilidade e alto grau de percepção corporal; baseado na respiração, trabalhando o corpo como um todo e respeitando o limite de cada aluno. Compreender como nossos músculos reagem faz com que sejamos mais autônomos, com isso muitas dores são entendidas, amenizadas e evitadas. É muito importante a orientação de um profissional capacitado, pois o trabalho é bem profundo e personalizado, podendo ser praticado em grupos de no máximo três pessoas ou individualmente. GRAVIDEZ E PILATES Os exercícios de Pilates na gravidez podem ser realizado desde o primeiro trimestre, mas com cuidado para não trazer qualquer problema para a mãe ou para o bebê. Por ser um método de exercícios de baixo impacto, não provoca sobrecargas nas articulações das gestantes. Além disso, o Pilates possui alguns princípios que trazem muitos benefícios, como aumento da flexibilidade, fortalecimento muscular, consciência corporal, relaxamento e uma respiração mais adequada. As aulas de Pilates para gestantes podem ser realizadas 1 ou 2 vezes por semana com duração de 30 minutos a 1 hora cada, ou à critério do instrutor, dependendo do tipo de condicionamento físico da gestante. Procure sempre um profissional comprometido e apaixonado pelo que faz. Uma publicação compartilhada por Espaço Dra Helayne Almeida (@espacodrahelaynealmeida) em Mar 14, 2017 às 6:12 PDT Na reta final da gestação, devemos pensar não só em como reduzir sintomas de desconforto, mas também em como estimular e ajudar a gestante o máximo possível para que seu parto e pós-parto seja o mais tranquilo possível, realizando exercícios confortáveis e que utilizem mais ainda a respiração. Também se dá maior ênfase para as mobilizações pélvicas, pois são elas que estimulam a abertura da pelve e o relaxamento do assoalho pélvico.
Muitas mamães possuem aquela dúvida: “Por que o bebê chora quando nasce”? No útero da mãe, as vias respiratórias ficam preenchidas por um líquido chamado líquido amniótico. Ao nascer, o bebê tem a função de expulsar este líquido através do choro, sendo ele forte e sonoro. Isso indica a capacidade de sobrevivência e a integridade da laringe com pregas vocais normais. Desde cedo a laringe é um órgão capaz de emitir sinais emocionais, como dor, fome e prazer. Os pais devem ficar muito atentos em relação ao “choro”, pois quando um bebê chora muito tempo sem parar em uma intensidade forte, pode causar rouquidão, e NÃO é comum. Vale ressaltar que os pais identifiquem a causa desse choro e observem se a rouquidão persiste mesmo sem a criança chorar.  Caso seja constante essa alteração, os responsáveis devem procurar um profissional sendo um otorrinolaringologista ou Fonoaudiólogo (a) para cuidados específicos.
Você sabe quais são os Direitos dos pais de um recém-nascido? E os do bebê? Veja o que o Cartão da Criança fala a respeito. A mãe tem direito a: • Ter acompanhante de sua escolha no pré-parto, parto e alojamento conjunto. • Ter a criança ao seu lado em alojamento conjunto. • Receber orientações sobre a amamentação e suas vantagens. • No momento da alta, receber orientações sobre quando e onde deverá fazer a consulta de pós-parto e de acompanhamento do bebê. • Licença-maternidade (mãe biológica/adotiva) de 120 dias ou mais, dependendo de onde a mãe trabalha. • Estabilidade no emprego até cinco meses após o parto. • Dois períodos de meia hora por dia, durante a jornada de trabalho, para amamentar seu bebê até os seis meses. • Acompanhar o seu filho(a) durante internação hospitalar. O pai biológico/adotivo tem direito a: • Licença-paternidade de cinco dias, a partir do nascimento do bebê. Direitos da criança • Ser registrada gratuitamente. • Realizar o teste do pezinho, idealmente entre o 3º e 7º dia de vida. • Ter acesso a serviços de saúde de qualidade. • Ter acesso à escola pública e gratuita perto do lugar onde mora. • Receber gratuitamente as vacinas indicadas no calendário básico de vacinação. • Ter acesso à água potável e alimentação adequada. • Ser acompanhada em seu crescimento e desenvolvimento. • Ser acompanhada pelos pais durante a internação em hospitais. • Viver num lugar limpo, ensolarado e arejado. • Ter oportunidade de brincar e aprender. • Viver em ambiente afetuoso e sem violência. Consulte sempre o cartão do seu bebê. Lá há muitas informações importantes.
Portaria do Ministério da Educação (MEC) assinada no dia 10 de maio, garante direito à amamentação nas escolas, universidades e outras instituições federais de ensino. Com o dispositivo legal, todas as mães lactantes têm o direito à amamentação assegurado em todas as instituições federais, independentemente da existência de locais, equipamentos ou instalações reservados exclusivamente para esse fim. Segundo o MEC, a portaria, que foi assinada pelo ministro da Educação Mendonça Filho, dá liberdade às mães para amamentarem onde quiserem. O uso de uma sala deve ser uma decisão dela, e não uma questão compulsória. De acordo com o Ministério da Educação, a portaria atende a uma demanda antiga por parte de alunos, professores e outros profissionais de educação, incluindo escolas de ensino básico, universidades e autarquias federais vinculadas à pasta. Direitos Pela Constituição Federal de 1988 e pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), as mulheres com contrato de trabalho formal têm uma série de direitos e benefícios. Para amamentar o filho, a mulher tem o direito de, até os 6 meses de idade do filho, a dois descansos especiais, de meia hora cada um, durante a jornada de trabalho, que não se confundirão com os intervalos para repouso e alimentação da mãe. Quando a saúde do filho exigir, o período de seis meses poderá ser aumentado, a critério do médico. A legislação também diz que os estabelecimentos em que trabalham pelo menos 30 mulheres com mais de 16 anos de idade deverão ter local apropriado onde seja permitido às empregadas deixar, sob vigilância e assistência, os seus filhos durante a amamentação. Também é possível que as empresas adotem o sistema de reembolso-creche, em substituição à exigência de creche no local de trabalho ou façam convênios com creches. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno pelo menos até o 6 meses de idade, quando a criança deve ter acesso exclusivamente a esse alimento. Bebês que são amamentados ficam menos doentes e são mais bem nutridos do que aqueles que ingerem qualquer outro tipo de alimento.
Muitos pais chegam aflitos ao consultório em busca de ajuda para a criança que não come. Relatam que o filho come pouco e, por isso, oferecem o que ele quer. Neste contexto, pergunto a você: será que a criança não come porque tem a oportunidade de escolher o que quer comer ou não come porque os pais não podem adquirir os alimentos? Podem me chamar a de “ultrapassada”, mas acredito que a educação alimentar faz parte da educação geral de uma criança. Se os pais educam que ela deve estudar para ter um futuro, porque não educar para ter escolhas alimentares saudáveis para ter saúde? É necessário os pais serem participativos nesta educação. Parar de delegar ou compensar através dos alimentos os filhos pela sua ausência em casa. As crianças podem ser seletivas em alguns alimentos, mas ser seletivas em todas escolhas do cardápio diário não é educar, e sim formar um adulto com hábitos alimentares ruins e predisposto a doenças. Os pais devem sim ter o controle da disciplina. FICA O ALERTA! A criança seletiva pode ter escolhas mais calóricas e no futuro ter o seu peso acima do ideal para a idade. Estudos realizados em 2016 revelaram que 46% das crianças em São Paulo, por exemplo, estão acima do peso pelo sedentarismo, má alimentação e falta de atividade física na rotina. Mas isso também acontecem em outros estados brasileiros. USE A CRIATIVIDADE Lembre que um alimento pode ser feito de diversas formas, pois há variedade de temperos e formas de preparo. Uma abobrinha, por exemplo, pode virar sopa, salada, ser feita picadinha com carne, virar palitos para lanche, etc. Não desista na primeira rejeição, busque outras formas de oferecer o mesmo alimento.