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Maternidade

O Conselho de Comunicação Social do Congresso vai sugerir a aprovação do projeto de lei que proíbe a publicidade dirigida a crianças de até seis anos de idade de alimentos e bebidas pobres em nutrientes e com alto teor de açúcar, gorduras saturadas ou sódio. A proposta é de autoria do senador Wellington Fagundes, do PR de Mato Grosso, e está em análise na Comissão de Constituição e Justiça. Para o conselheiro Carlos Augusto Schroder, a publicidade infantil de alimentos não deveria nem mesmo existir, pois, segundo ele, as crianças não têm consciência dos riscos oferecidos por alguns produtos. Mas o conselheiro Walter Vieira Ceneviva discorda da limitação na publicidade infantil. Ceneviva argumentou que a publicidade representa um espaço importante de conhecimento e educação. Já a conselheira Patrícia Blanco defendeu que haja um equilíbrio entre a defesa dos direitos das crianças e a liberdade comercial de empresas de publicidade. O conselho também decidiu que vai sugerir ao Congresso que sejam rejeitados projetos de lei que proíbem a transmissão de julgamentos do Supremo Tribunal Federal pelo Rádio e pela TV. PLS 50/2014; PL 7004/2013. Fonte: Rádio Senado
O método pilates consiste em um programa de condicionamento físico, desenvolvido por Joseph Hubertus Pilates que desde cedo sofria de asma, raquitismo e febre reumática. Sua determinação o levou a estudar várias formas de exercícios, como ioga, técnicas gregas e romanas e fisiculturismo, possibilitando sistematizar ao longo de vários anos um método de exercícios terapêuticos que atuam simultaneamente no fortalecimento, flexibilidade, respiração, alinhamento da postura, concentração e equilíbrio. Joseph acreditava que para a manutenção da saúde era necessário o equilíbrio entre o corpo e a mente; para que isso aconteça é necessário o entendimento dos nossos desequilíbrios e organização das nossas atividades motoras. Por isso, é uma atividade física e mental que exige consciência corporal e concentração. Apesar do pilates ter invadido as academias, aonde muitos vão para perder peso, este não é o seu foco principal. O mais importante nesta técnica é fortalecer e tonificar os músculos e trabalhar a resistência do corpo. A prática do método previne o aparecimento de lesões; trata hérnia de disco, escolioses, dentre outros; além de ser uma ótima atividade física. É indicado por ser uma atividade de baixo impacto nas articulações, com poucas repetições, ganho de flexibilidade e alto grau de percepção corporal; baseado na respiração, trabalhando o corpo como um todo e respeitando o limite de cada aluno. Compreender como nossos músculos reagem faz com que sejamos mais autônomos, com isso muitas dores são entendidas, amenizadas e evitadas. É muito importante a orientação de um profissional capacitado, pois o trabalho é bem profundo e personalizado, podendo ser praticado em grupos de no máximo três pessoas ou individualmente. GRAVIDEZ E PILATES Os exercícios de Pilates na gravidez podem ser realizado desde o primeiro trimestre, mas com cuidado para não trazer qualquer problema para a mãe ou para o bebê. Por ser um método de exercícios de baixo impacto, não provoca sobrecargas nas articulações das gestantes. Além disso, o Pilates possui alguns princípios que trazem muitos benefícios, como aumento da flexibilidade, fortalecimento muscular, consciência corporal, relaxamento e uma respiração mais adequada. As aulas de Pilates para gestantes podem ser realizadas 1 ou 2 vezes por semana com duração de 30 minutos a 1 hora cada, ou à critério do instrutor, dependendo do tipo de condicionamento físico da gestante. Procure sempre um profissional comprometido e apaixonado pelo que faz. Uma publicação compartilhada por Espaço Dra Helayne Almeida (@espacodrahelaynealmeida) em Mar 14, 2017 às 6:12 PDT Na reta final da gestação, devemos pensar não só em como reduzir sintomas de desconforto, mas também em como estimular e ajudar a gestante o máximo possível para que seu parto e pós-parto seja o mais tranquilo possível, realizando exercícios confortáveis e que utilizem mais ainda a respiração. Também se dá maior ênfase para as mobilizações pélvicas, pois são elas que estimulam a abertura da pelve e o relaxamento do assoalho pélvico.
Muitas mamães possuem aquela dúvida: “Por que o bebê chora quando nasce”? No útero da mãe, as vias respiratórias ficam preenchidas por um líquido chamado líquido amniótico. Ao nascer, o bebê tem a função de expulsar este líquido através do choro, sendo ele forte e sonoro. Isso indica a capacidade de sobrevivência e a integridade da laringe com pregas vocais normais. Desde cedo a laringe é um órgão capaz de emitir sinais emocionais, como dor, fome e prazer. Os pais devem ficar muito atentos em relação ao “choro”, pois quando um bebê chora muito tempo sem parar em uma intensidade forte, pode causar rouquidão, e NÃO é comum. Vale ressaltar que os pais identifiquem a causa desse choro e observem se a rouquidão persiste mesmo sem a criança chorar.  Caso seja constante essa alteração, os responsáveis devem procurar um profissional sendo um otorrinolaringologista ou Fonoaudiólogo (a) para cuidados específicos.
Você sabe quais são os Direitos dos pais de um recém-nascido? E os do bebê? Veja o que o Cartão da Criança fala a respeito. A mãe tem direito a: • Ter acompanhante de sua escolha no pré-parto, parto e alojamento conjunto. • Ter a criança ao seu lado em alojamento conjunto. • Receber orientações sobre a amamentação e suas vantagens. • No momento da alta, receber orientações sobre quando e onde deverá fazer a consulta de pós-parto e de acompanhamento do bebê. • Licença-maternidade (mãe biológica/adotiva) de 120 dias ou mais, dependendo de onde a mãe trabalha. • Estabilidade no emprego até cinco meses após o parto. • Dois períodos de meia hora por dia, durante a jornada de trabalho, para amamentar seu bebê até os seis meses. • Acompanhar o seu filho(a) durante internação hospitalar. O pai biológico/adotivo tem direito a: • Licença-paternidade de cinco dias, a partir do nascimento do bebê. Direitos da criança • Ser registrada gratuitamente. • Realizar o teste do pezinho, idealmente entre o 3º e 7º dia de vida. • Ter acesso a serviços de saúde de qualidade. • Ter acesso à escola pública e gratuita perto do lugar onde mora. • Receber gratuitamente as vacinas indicadas no calendário básico de vacinação. • Ter acesso à água potável e alimentação adequada. • Ser acompanhada em seu crescimento e desenvolvimento. • Ser acompanhada pelos pais durante a internação em hospitais. • Viver num lugar limpo, ensolarado e arejado. • Ter oportunidade de brincar e aprender. • Viver em ambiente afetuoso e sem violência. Consulte sempre o cartão do seu bebê. Lá há muitas informações importantes.
Portaria do Ministério da Educação (MEC) assinada no dia 10 de maio, garante direito à amamentação nas escolas, universidades e outras instituições federais de ensino. Com o dispositivo legal, todas as mães lactantes têm o direito à amamentação assegurado em todas as instituições federais, independentemente da existência de locais, equipamentos ou instalações reservados exclusivamente para esse fim. Segundo o MEC, a portaria, que foi assinada pelo ministro da Educação Mendonça Filho, dá liberdade às mães para amamentarem onde quiserem. O uso de uma sala deve ser uma decisão dela, e não uma questão compulsória. De acordo com o Ministério da Educação, a portaria atende a uma demanda antiga por parte de alunos, professores e outros profissionais de educação, incluindo escolas de ensino básico, universidades e autarquias federais vinculadas à pasta. Direitos Pela Constituição Federal de 1988 e pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), as mulheres com contrato de trabalho formal têm uma série de direitos e benefícios. Para amamentar o filho, a mulher tem o direito de, até os 6 meses de idade do filho, a dois descansos especiais, de meia hora cada um, durante a jornada de trabalho, que não se confundirão com os intervalos para repouso e alimentação da mãe. Quando a saúde do filho exigir, o período de seis meses poderá ser aumentado, a critério do médico. A legislação também diz que os estabelecimentos em que trabalham pelo menos 30 mulheres com mais de 16 anos de idade deverão ter local apropriado onde seja permitido às empregadas deixar, sob vigilância e assistência, os seus filhos durante a amamentação. Também é possível que as empresas adotem o sistema de reembolso-creche, em substituição à exigência de creche no local de trabalho ou façam convênios com creches. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno pelo menos até o 6 meses de idade, quando a criança deve ter acesso exclusivamente a esse alimento. Bebês que são amamentados ficam menos doentes e são mais bem nutridos do que aqueles que ingerem qualquer outro tipo de alimento.
Muitos pais chegam aflitos ao consultório em busca de ajuda para a criança que não come. Relatam que o filho come pouco e, por isso, oferecem o que ele quer. Neste contexto, pergunto a você: será que a criança não come porque tem a oportunidade de escolher o que quer comer ou não come porque os pais não podem adquirir os alimentos? Podem me chamar a de “ultrapassada”, mas acredito que a educação alimentar faz parte da educação geral de uma criança. Se os pais educam que ela deve estudar para ter um futuro, porque não educar para ter escolhas alimentares saudáveis para ter saúde? É necessário os pais serem participativos nesta educação. Parar de delegar ou compensar através dos alimentos os filhos pela sua ausência em casa. As crianças podem ser seletivas em alguns alimentos, mas ser seletivas em todas escolhas do cardápio diário não é educar, e sim formar um adulto com hábitos alimentares ruins e predisposto a doenças. Os pais devem sim ter o controle da disciplina. FICA O ALERTA! A criança seletiva pode ter escolhas mais calóricas e no futuro ter o seu peso acima do ideal para a idade. Estudos realizados em 2016 revelaram que 46% das crianças em São Paulo, por exemplo, estão acima do peso pelo sedentarismo, má alimentação e falta de atividade física na rotina. Mas isso também acontecem em outros estados brasileiros. USE A CRIATIVIDADE Lembre que um alimento pode ser feito de diversas formas, pois há variedade de temperos e formas de preparo. Uma abobrinha, por exemplo, pode virar sopa, salada, ser feita picadinha com carne, virar palitos para lanche, etc. Não desista na primeira rejeição, busque outras formas de oferecer o mesmo alimento.
As peças infantis devem ser, antes de tudo, confortáveis, seguras e adequadas às necessidades específicas que surgem em cada faixa etária. A Coisas da Ry dá umas dicas pra gente. No primeiro ano de vida, em especial nos três primeiros meses, a pele do bebê é muito fina, pouco resistente e os vasos sanguíneos que a irrigam ainda não estão totalmente desenvolvidos e organizados. Por isso devem ser escolhidas peças de corte largo, simples, sem golinhas apertadas, enfeites, zíperes, capuz, botões ou ganchinhos nas costas, que tanto incomodam os pequenos que passam a maior parte do tempo deitados. Como as roupinhas devem ser fáceis de colocar e de tirar – para não machucar ou irritá-los na hora do banho ou da troca -, as melhores são aquelas com velcro ou botões de pressão distribuídos nas laterais ou no ombro. Outra coisa muito importante é observar como estará o tempo na sua cidade na época em que o bebê estiver nessa idade. Muitas vezes ele nasce no verão, mas depois de três ou quatro meses o tempo já estará mudando e vice-versa.
A chegada de um bebê ao mundo é um momento emocionante e cheio de felicidades. Mas essa também é uma hora delicada, cansativa e com muitas novidades para os pais. Receber visitas na maternidade é um tema que divide muito a opinião das mães. Algumas acham que lá é o melhor local, pela praticidade, para receber amigos e parentes. Já outras preferem receber depois, com calma, em casa. E vocês? O que preferem? Para quem for visitar na maternidade, uma coisa é certa: é preciso ter bom senso. Antes de tudo pergunte para a mãe o que ela prefere e respeite essa decisão. Depois disso, veja quais são as principais regras para que a sua visita não se torne um inconveniente para os pais. 1) Avise que vai visitar Confirme o melhor horário para a visita. Nunca chegue de surpresa, sem avisar. Os pais podem estar cansados no momento, a mãe pode estar aprendendo a amamentar ou fazendo o bebê dormir. 2) Não vá com perfumes fortes e lave as mãos ao chegar Principalmente se você for pegar o bebê no colo. Nada de chegar da rua e já ir tocando na criança. E isso não é frescura… os bebês ainda não foram vacinados e colocam muito a mão na boca. 3) Não tire fotos sem permissão Sabemos que dá muita vontade de já ir tirando mil fotos… rsrs Mas não custa nada perguntar antes para os pais. E lembre-se de tirar o flash para não assustar ou acordar o bebê. 4) Não leve crianças pequenas e agitadas Dependendo da criança, pode não ser apropriado levar em uma maternidade. É um local calmo, onde se fala mais baixo, com bebês frágeis que acabaram de chegar ao mundo. Pode ter certeza que esse nem será um passeio divertido para ela. 5) Não vá doente Nem precisa de muitas explicações para esse item, né? Os bebês acabaram de nascer, ainda são frágeis. 6) Não demore Visitas na maternidade devem ser rapidinhas, para conhecer o baby e dar os parabéns aos papais e pronto. Devem durar 15 minutinhos no máximo. Mais do que isso só se você tiver muita intimidade e a mãe te pedir para ficar mais. 7) Guarde para você os palpites Palpiteiros de plantão enlouquem as mães! rsrs Tudo é novo e quanto menos gente dando dicas, melhor! Nesse primeiros momentos deixe as dicas para quem entende realmente do assunto como os pediatras, obstetras e enfermeiras. 8) Faça silêncio Essa é uma regra básica, mas parece quem nem todo mundo sabe. A visita na maternidade não é uma festa e um encontro de familiares. Se o bebê estiver dormindo, fale baixo para não acordá-lo. E se já tiverem visitas no quarto quando você chegar, aguarde para entrar.
Amamentar exige muito de nós, não é fácil, mas é a melhor coisa que você pode fazer pelo seu filho (a) e também pela sua saúde. Alimentar outro ser humano através de você, do seu corpo é divino. Mas assim como todo ser humano, aquele pequeno ser tem suas vontades, cismas, desejos... Sei que estamos falando de um recém-nascido (a), porém é um ser humano como nós. Acontecerá uma hora ou outra daquela posição não dar certo na hora de mamar, do peito doer, do sono tomar de conta de você, do choro aparentemente sem motivo chegar, do peito doer, e aí...paciência e amor, receita número 1. Por mais difícil que pareça, ou até mesmo que seja difícil, tente! Uma, duas, três, 1000 vezes, tente! A saúde do seu filho (a) não tem preço. Vê-lo (a) crescer com saúde e inteligência também não. O leite materno é, comprovadamente, a melhor comida que você pode dar para seu filho, lembrando que sua alimentação deve ser equilibrada e cheia de nutrientes para você e seu filho (a). Se seu parto foi normal ou cesárea, não importa, amamente o tempo que seu filho precisar ou quiser. Qualquer dúvida, consulte o (a) pediatra e seu coração. Amamentar é um ato de amor e como a maioria desses atos é difícil, mas não tem algo mais compensador. Amamente!
A vacina da gripe pode reduzir as mortes de crianças pequenas em até 65%, e a temporada de imunização já começou: a partir desta segunda-feira (17), pessoas que fazem parte do público-alvo da campanha poderão se vacinar gratuitamente nos postos de saúde de todo o país. Saiba quem deve tomar. Este ano é a disponibilidade para os PROFESSORES DA REDE PÚBLICA E PRIVADA em qualquer idade, que antes precisavam se proteger através da rede de saúde privada. Também devem ser vacinados os IDOSOS COM MAIS DE 60 ANOS, crianças pequenas (ENTRE SEIS MESES E CINCO ANOS), GESTANTES, MULHERES ATÉ 45 DIAS APÓS O PARTO E TRABALHADORES DA ÁREA DA SAÚDE. Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão, também podem se vacinar, desde que haja prescrição médica. Só não é necessário a prescrição médica para pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS (SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE), que deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a vacina. A CAMPANHA VAI ATÉ O DIA 26 DE MAIO, com uma mobilização nacional prevista para o dia 13 de maio, e a expectativa do Ministério da saúde é usar pelo menos 54,2 milhões de doses, que representa 90% dos elegíveis a imunização gratuita. A VACINA A vacina oferecida na rede pública protege contra três subtipos do vírus influenza que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com a determinação da ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). São eles as variações do VÍRUS A (H1N1), A (H3N2) E GRIPE B. Ela é contraindicada em pessoas que tenham alergia a ovo de galinha e seus derivados, ou quem já teve reação alérgica grave a doses anteriores. Quem tomou no último ano não está dispensado, já que ela precisa ser renovada por conta das variações dos subtipos do vírus anualmente.