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Comportamento

A rotina, o tempo de relacionamento e diversos fatores podem contribuir para o desgaste do relacionamento. O que fazer? Nesse vídeo, a psicóloga e sexóloga Ana Canosa dá dicas práticas para colocar mais energia na relação e fazer com que você e o seu amor voltem a vibrar na mesma sintonia. Assista! Fonte: Daqui Dali https://youtu.be/ghIms6qMcLw
Harmonia familiar quem não quer? Mas o que estamos fazendo para conquistá-la. Neste vídeo sobre Família e Convivência, o psicólogo Rossandro Klinjey fala a respeito das nossas atitudes do dia a dia que estão deixando o núcleo familiar um caos e não percebemos.  São pequenos atos cotidianos que vão modificando a educação e a convivência. Assista! https://youtu.be/nfPEPf0Y-W8
Quando o assunto é saúde, fazer atividade física é bom por uma série de motivos, e entre os mais importantes estão a prevenção e o tratamento contra doenças. Um dos males que pode ser combatido é a depressão, e você não precisa encarar essa rotina em excesso: apenas uma hora de treino por semana é o suficiente para se defender. Pelo menos é o que diz um novo estudo liderado pelo Instituto Black Dog, um grupo australiano de apoio a pessoas com transtornos de humor, que também envolve cientistas da Noruega e do Reino Unido, publicado na última edição do periódico American Journal of Psychiatry. Como foi feito Os pesquisadores analisaram os dados de 34 mil noruegueses adultos, sem históricos de problemas de saúde mental, considerando níveis de depressão e ansiedade, e também os hábitos de atividade física durante os últimos 11 anos. O grupo dos saudáveis ainda revelou a frequência e intensidade da sua rotina fitness. O resultado? Quem não fazia nada de exercício tinha 44% de chances a mais de ter depressão, em comparação com quem tirava pelo menos uma ou duas horinhas na semana para treinar. Outras descobertas interessantes são que 12% desses quadros de depressão poderiam ter sido evitados caso houvesse o hábito de se exercitar, mesmo que fosse apenas uma hora por semana e independentemente da intensidade. É pouco tempo e muito benefício, você não acha? E um alerta: de acordo com a perspectiva da Organização Mundial da Saúde, até 2020 (bem aí) a depressão estará em segundo lugar na lista de transtornos mais incapacitantes do mundo. Samuel Harvey, um dos líderes da pesquisa, declarou: “Nós sabemos há algum tempo que o exercício tem um papel importante no tratamento de sintomas da depressão, mas essa é a primeira vez que conseguimos quantificar o potencial de prevenção da atividade física na redução de futuros casos de depressão. Essas descobertas são excitantes porque mostram que mesmo uma quantidade relativamente pequena de exercícios, a partir de uma hora por semana, pode oferecer uma significativa proteção contra o quadro”. Usualmente, a doença é tratada com terapia e, se necessário, medicamentos, e essa parece uma nova luz nessa luta.
É possível manter uma relação saudável com a tecnologia? Um número cada vez maior de empregos envolve olhar para o computador o dia todo e fazer hora extra com o celular. E quando não estamos fazendo isso, no trabalho, muitos de nós temos uma telinha de smartphone no bolso, uma TV “inteligente” na sala, um notebook no quarto ou um iPad para levar à cama ou ao banheiro. Se passamos tanto tempo com objetos tecnológicos conectados, é preciso saber como se relacionar com eles e como não gastar tempo ou dinheiro demais. Uma campanha, lançada pelo Projeto Dedica (Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes), capitaneado pela Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas, em Curitiba, e que serve para todo o mundo, está chamando a atenção dos pais para um assunto muito presente no nosso dia a dia: a hiperconectividade. E não pense que é só dos nossos pequenos, não. A campanha coloca o dedo na nossa ferida. Gera uma identificação com nós mesmos: pais bacanas, preocupados com os filhos, que amam e cuidam. Mas, mesmo assim, passamos mais tempo do que deveríamos olhando para uma tela, postando em redes sociais, curtindo a vida dos outros. E, na contrapartida, abrimos caminho para que nossos filhos também passem mais tempo no mundo virtual do que no real. Achamos mais fácil distraí-lo na viagem com joguinhos eletrônicos no celular do que inventar brincadeiras, contar histórias e, principalmente, lidar com a ansiedade (absolutamente normal, diga-se) para chegar logo ao destino final. O projeto todo é bem maior que isso, trata de crianças que sofreram abuso sério ou seríssimo. E daí você me pergunta: o que uma coisa tem a ver com a outra? A psiquiatra Luci Pfeiffer, uma das maiores estudiosas do Brasil nesse assunto, decidiu lançar o tema para a sociedade a partir de uma violência que está perto de todos nós, mas que muitas vezes não enxergamos: a violência digital. Pare e pense: quantas vezes não somos intimados pelos nossos filhos para que larguemos o celular e prestemos mais atenção neles? Quantas vezes não vemos bebês em restaurantes sendo acalmados por tablets e celulares? Uma prova disso é que, segundo uma pesquisa da AVG Technologies, 63% das crianças entre 3 e 5 anos conseguem jogar algum tipo de jogo eletrônico, mas apenas 14% sabe amarrar os sapatos sozinho. Vamos observar os nossos comportamentos?! O tempo não espere ninguém.
Um dos grandes segredos para você mudar verdadeiramente sua vida financeira é adotar bons hábitos financeiros. No entanto, existe uma dúvida recorrente: o que, afinal, são bons hábitos financeiros? Quais seriam esses bons hábitos financeiros? Neste artigo, os 5 hábitos financeiros que você deve adotar na sua vida financeira. Se você realmente quer uma mudança, conseguir poupar mais, conseguir investir mais e gastar melhor seu dinheiro, este artigo foi escrito para você. Hábito #1: Registrar todos os seus gastos O primeiro hábito é algo muito simples, mas que pouca gente de fato faz: anotar todos os seus gastos. Você precisa registrar todos os seus gastos diariamente. Comece fazendo esta atividade como um desafio pessoal pelos próximos 30 dias e, após esse período, ela se tornará um hábito. Por que isso é importante? Ao anotar seus gastos, você consegue fazer um levantamento real de onde você está gastando e não simplesmente ficar no “achômetro”. “Eu acho que gasto X reais com combustível” ou “Eu acho que gasto Y reais com alimentação” deixarão de existir em seu vocabulário. Anote tudo para saber exatamente quanto você está gastando. Assim, você terá um raio-x da sua vida financeira e ficará muito mais fácil para realizar cortes nos seus gastos. Você poderá identificar quais deles são supérfluos e quais estão acima do que você tinha previsto, por exemplo. Dessa forma, você poderá reduzir e, em casos mais drásticos, cortar vários desses gastos depois de saber exatamente quanto gasta em cada categoria. Hábito #2: Comparar preços A segunda dica é comparar preços. Com o advento da internet, isso fica muito mais fácil. Durante muito tempo, essa tarefa foi árdua. Mas hoje em dia, com alguns cliques, você consegue fazer uma comparação de preços de praticamente tudo o que quiser comprar. Não estou falando que você precisa fazer essa comparação com tudo… Do quilo da cebola, do quilo do tomate… Para comprar uma coisa ali e uma coisa aqui. Talvez você nem tenha tempo de fazer isso. Mas, muitas vezes, decidimos comprar um eletrodoméstico e simplesmente vamos ao shopping e compramos na loja mais barata (só fazendo uma pesquisa no próprio shopping). No entanto, geralmente quando você compra pela internet ou pesquisa numa loja que fica fora de um shopping, você encontra preços muito mais acessíveis. Então, use um pouco do seu tempo para fazer uma comparação de preços e eu tenho certeza que você vai conseguir economizar muitos reais – dezenas, centenas e, dependendo do que você for comprar, até milhares de reais, pelo simples fato de fazer uma comparação de preços. Hábito #3: Aguardar – pelo menos – uma semana para comprar O terceiro bom hábito que você deve adotar a partir de agora é, na verdade, um hábito de não fazer algo. Quando você for fazer uma compra de um valor um pouco maior, sobretudo quando falamos de itens de consumo como um sapato, uma calça ou uma camisa um pouco mais cara, aguarde – pelo menos – uma semana para tomar a decisão de compra. Você viu o item, experimentou, achou que aquilo ficou legal em você. Até aqui, tudo bem. Todavia, não compre nesse mesmo momento. Volte para casa, pense um pouco melhor, deixe a adrenalina baixar. Se depois de uma semana você estiver querendo aquele item, você poderá voltar lá e comprar. Por que estou falando isso? Ao aguardar pelo menos uma semana, você está controlando sua compra por impulso. Você vai perceber que, muitas vezes, no dia seguinte, você não está mais com vontade de comprar aquilo. Você para e pense: “não vou gastar com isso”. Muitas vezes, é isso que acontece. Quando vemos um determinado produto de nosso interesse, ficamos em êxtase porque aquilo vestiu bem ou porque o preço está acessível. Mas, muitas vezes, essa compra é apenas por impulso. Talvez você não precise ou aquilo não caberia no orçamento daquele mês específico. Então, quando for comprar um item de valor um pouco maior, aguarde pelo menos uma semana para tomar essa decisão. Se o item for de valor muito maior, como a compra de um carro ou de um apartamento, aguarde pelo menos um mês para tomar essa decisão de compra. Eu conheço exemplos práticos de pessoas que estavam simplesmente entediadas no trabalho, entraram no site da montadora preferida, viram um carro legal, passaram na concessionária no dia seguinte e, em menos de uma semana, fecharam a compra de um carro. Não faça isso. Essa é uma compra por impulso. Mesmo com itens maiores, isso pode acontecer com você. Então, se o item for de valor menor, espere pelo menos uma semana para fazer a compra. Se for de um valor maior, espere pelo menos um mês para tomar essa decisão de compra. Hábito #4: Gastar dinheiro com experiências O quarto bom hábito que eu acredito que você deva adotar a partir de agora é gastar seu dinheiro com experiências. Prefira experiências a bens de consumo. Por que falo isso? Em muitos casos, nós tentamos suprir uma necessidade ou até mesmo um desejo através de um bem de consumo. Talvez você tenha sentido que essa “felicidade” e satisfação foram efêmeras. Durante os primeiros dias – e primeiras semanas, quem sabe – você fica super feliz com aquilo. Isso vale desde uma peça de vestuário até mesmo um carro. Muitas vezes uma pessoa compra um carro zero e, no mês seguinte, não está mais com aquela empolgação. Por quê? Porque bens de consumo não trazem uma felicidade ou satisfação duradouras. Então, sempre que puder, não somente controle sua compra por impulso, mas também gaste seu dinheiro com experiências. O que seria isso? Seria sair para uma boa noite de jantar, fazer uma viagem, ir ao parque com seu filho, ir para o cinema, fazer algum tipo de passeio… algo que realmente lhe dará uma satisfação muito mais duradoura. Pense sobre as viagens que você já fez em sua vida, independente do destino. Lembramos dela pelo resto da vida, não é verdade? Caso você tenha mais interesse em esportes radicais, pense sobre aquele pulo de paraquedas, de bungee jump ou aquela grande onda que você surfou… Você certamente lembra como se fosse hoje e lembrará pelo resto da vida. O gasto com experiências traz algo realmente muito mais enriquecedor para você. Ele dura muito mais na sua memória. Nossa vida, no final das contas, é feita muito mais de experiências do que de coisas. Então, é muito importante que você, sempre que possível, transfira seus gastos de bens de consumo para experiências. Hábito #5: Pagar-se primeiro O quinto e último bom hábito que eu acho que você deve adotar a partir de agora é pagar a você primeiro. O que significa “pagar-se primeiro”? Primeiramente, eu tenho que explicar como provavelmente a maioria das pessoas faz. Elas recebem o salário, pagam o condomínio, o aluguel, supermercado, fatura do cartão de crédito, coloca combustível no carro… e, se sobrar algum dinheiro no final do mês, elas separam esse dinheiro para investir – um dinheiro para o futuro financeiro ou para uma reserva de emergência. Quando fazemos isso, estamos pagando a todas as demais pessoas prioritariamente. Estamos pagando ao dono do nosso apartamento, ao dono do posto de gasolina, ao dono do supermercado, à operadora do cartão de crédito, mas não estamos nos pagando. Estamos nos deixando em último plano. Então, inverta essa lógica. Assim que seu dinheiro cair na sua conta, separe uma parte dele. Pode ser 10%, que é a regra geral que educadores financeiros falam, mas se você tiver realmente muito apertado, pode ser 30, 50 ou 100 reais. Entretanto, separe, todo mês, pelo menos uma parte do seu dinheiro para investir em você – numa reserva financeira ou no seu futuro financeiro. O mais legal é que com apenas 30 reais você já consegue investir. Muitas pessoas têm a impressão de que esse valor é muito pouco para investir ou que investimentos são para quando temos muito mais dinheiro. Não é verdade. Com apenas 30 reais você pode investir em títulos públicos através do Tesouro Direto. É um investimento altamente rentável, muito seguro e que permite isso – aplicar com pouco dinheiro. Então não caia na falácia do seu gerente, de alguma coisa que você tenha lido ou de algum amigo seu que diz que 30 reais é muito pouco ou que terão tantas taxas que não valerá nada. Isso é mentira. Repito: você pode investir com apenas 30 reais no Tesouro Direto. Além de saber muito mais sobre este investimento, vai entender porque precisa aprender a investir por conta própria (antes que seja tarde demais).
Um dos maiores desafios do Marketing Digital das empresas é evitar que seus e-mails caiam na caixa de SPAM. Isso acontece porque milhares de mensagens são enviadas todos os dias, mas nem todas têm a caixa de entrada como finalidade. Existem muitas maneiras para evitar que as campanhas de e-mail marketing caiam na caixa de spam. Aqui selecionamos 5 ações e cuidados que você deve tomar para que suas mensagens sejam entregues corretamente para o destinatário: 1 - Não comprar listas de e-mail Para ter uma boa base de contatos, comprar listas de e-mail é a pior coisa a se fazer. Isso porque elas são compostas por pessoas aleatórias, e que nem sempre são do perfil do seu público-alvo. Outro agravante é que elas não deram permissão para receber suas mensagens. Além disso, essas pessoas que não desejam receber suas mensagens podem classificá-lo como SPAM, e essa atitude coloca o seu domínio na lista negra do sistema de entrega. Por isso, faça campanhas, como landing pages, para atrair contatos que realmente estejam interessados nos seus conteúdos. 2 - Limpe sua lista de e-mail Periodicamente, faça uma limpa e remova todos os e-mails desativados da sua lista, ou que não sejam mais relevantes. Enviar mensagens para e-mails desativados classifica a lista como de má qualidade. E essa reputação pode fazer seu domínio cair nos filtros anti-spam. Ou seja, fazer uma limpa na sua lista de contatos vai remover os e-mails irrelevantes e manter a boa imagem do seu domínio. 3 - Não use assuntos “caça-clique” Títulos muito clichês, como “super promoção” ou “descubra um segrego aqui” e outros que não revelam a finalidade da mensagem, geralmente são spams. Usar algo parecido em sua campanha, que realmente tem um conteúdo relevante para oferecer aos contatos, corre o risco de prejudicá-la, fazendo com que seu destinatário a mande logo para o lixo eletrônico. Por isso, seja criativo e coloque assuntos objetivos e que já mostrem a importância da sua mensagem para o destinatário. 4 - Não use características de spam em seus emails Mensagens associadas a spams, como o uso de cores chamativas e textos que remetem ao merchandising de algum produto são características clássicas dos spams. Tente ao máximo evitar esses itens. Escreva uma mensagem clara, interessante, mas que não chame a atenção do leitor desesperadamente. 5 - Use templates em HTML E-mails que usam apenas imagens tendem a ser bloqueados pelos principais servidores (Gmail, Hotmail e outros). Hoje, os usuários se desinteressam pela mensagem quando ela pede permissão para exibir uma imagem. Por isso, o e-mail deve mostrar de cara o seu objetivo, caso contrário, ele será apagado ou classificado como spam. Utilizando templates em HTML você terá uma boa exibição dos textos e imagens na mensagem enviada. A maioria dos programas de disparo de e-mails já disponibiliza esse modelo, portanto, o envio fica mais simples e seguro. Caso você ainda não tenha uma ferramenta para o disparo de e-mails, faça uma pesquisa na internet e logo você encontra diversas opções de qualidade. Siga estas 5 dicas e garanta o sucesso das suas campanhas de e-mail marketing. Fonte: Resultados Digitais
A vida a dois traz várias questões além da afetiva, e uma das mais importantes é a e que diz respeito ao dinheiro, que pode ser um aliado um relacionamento, principalmente quando vocês vivem debaixo do mesmo teto. Existe um termo no planejamento financeiro pessoal para definir aquela pessoa que você escolheu para ser seu parceiro, seja em um namoro, noivado ou casamento: ele passa a ser seu ‘sócio afetivo‘. Isso porque em uma relação que envolva duas pessoas e que pelo menos uma delas trabalhe, há ganho de dinheiro, gastos, patrimônio e dívidas do casal. Cada um terá uma participação nos resultados financeiros e, portanto, se tornarão ‘sócios’. “Se você está prestes a morar junto com alguém ou já o faz, as orientações abaixo vão te ajudar a melhorar a relação de vocês com o dinheiro e permitir que entendam os riscos desse grande passo sem oficializar uma união estável“, afirma Lucas Madaleno, Planejador Financeiro Pessoal da empresa Finanças Para Dois, consultoria especializada em atender casais. Como separar as contas dentro de casa? Morar juntos envolve um diálogo bastante honesto entre o casal antes de colocar isso em prática. “Agora vocês terão contas em comum, como água, luz, internet, supermercado, etc. Como fazer a separação de quem paga o quê? Vocês já pararam para pensar nisso? Há três formas dessa divisão acontecer: – As contas em comum são somadas e cada um paga metade desse valor; – Cada um fica responsável por pagar determinadas contas; – As rendas do casal são somadas e cada um paga um valor proporcional ao seu rendimento. Por exemplo: um dos dois ganhou R$ 4.000 naquele mês e o outro ganhou R$ 6.000. O que ganhou mais fica responsável por pagar 60% das contas de casa e quem ganhou menos responde por 40%”, explica Madaleno. Note que não existe o melhor modelo, mas sim aquele que mais se encaixa e faz sentido para vocês. “Conversem sobre as três formas e entendam qual gostam mais e, se encontrarem uma quarta solução que agrade ambos, coloquem ela em prática”, recomenda. O que é meu é seu ou o que é meu é meu? As finanças são uma excelente pauta para uma conversa entre o casal, afinal, o “combinado não sai caro”. De acordo com o profissional, “além da divisão das contas, como vamos fazer com os bens que temos atualmente? Sem definir uma união estável, morar juntos pode trazer um risco financeiro ao patrimônio que cada um já possui. Sempre torcemos para que o casal siga feliz, mas e se acontecer alguma coisa no meio do caminho e ele se separar? A união estável pode diminuir, pelo menos, a dor de cabeça de determinar o que era de cada um antes desse marco“. Recebimento de herança, o que fazer? Assim como em um casamento, a definição de uma união estável permite aos parceiros escolher seu regime de bens. “No  Brasil, o mais comum é a comunhão parcial de bens (quando o casal não escolhe, esse é o regime selecionado automaticamente pelo cartório), que se configura como a herança de um é de um e a herança do outro é do outro”, esclarece o profissional. Ele complementa: “quando não se oficializa a união estável e um dos dois recebe uma herança, esse novo patrimônio pode ser confundido como sendo de ambos, pois, não há nenhum documento que prove qual a relação do casal“. Importante! União estável não altera estado civil E um último ponto, a título de curiosidade e que nem todas as pessoas sabem, “é que a oficialização de uma união estável não altera estado civil, ou seja, após a definição dela, ambos continuam com o estado civil anterior a ela“, destaca o consultor.
Conhece alguém que “se acha”? Que não para de falar de si e do quanto é bom no que faz? Pessoas egocêntricas existem, principalmente no âmbito profissional, mas como lidar com essa galera e ter um dia a dia mais tranquilo no trabalho? Para começar, é importante diferenciar ego inflado de autovalorização: “o primeiro faz parte de uma pessoa que se considera acima das outras, e mesmo que ela não verbalize claramente, as atitudes, as entrelinhas da fala demonstram que ela se sente superior. Já a autovalorização é caracterizada quando você reconhece suas qualidades e seus feitos, o que não é um problema, porque o faz cogitando pontos a melhorar na vida e no trabalho”, explica o psicólogo e coach Andre Melo. O profissional enfatiza que “quando você mesma tem o ego muito alto, vencê-lo é um dos exercícios mais difíceis. É uma atenção e luta constante para que seja possível superar as armadilhas dele. Na outra ponta, conviver com alguém egocêntrico é também muito desafiador, pois a maioria não percebe ou nega que é assim“. Confira algumas dicas para ter uma relação melhor com essas pessoas: Se for possível dar um toque, dê! É uma situação bem delicada. Falar ou não para a pessoa que ela é ou está com o ego em níveis perigosos, depende do nível de intimidade que vocês tem e da abertura que ela dá para isso. “Se há uma amizade, acredito que cabe um toque, sim, que algumas atitudes não estão legais, que alguns comportamentos, falas e visão sobre os outros precisam ser repensados. Se não der, o jeito é tentar conviver evitando inflar mais ainda esse ego, para não potencializar o problema”, diz Andre. Dê o exemplo Em real, quem é egocêntrico traz consigo duas características de carona: a autoconfiança (que é positiva) e a arrogância. “Isso significa que o indivíduo pode até ser reconhecido por um talento, mas tem esse mérito negado por se comportar com superioridade. O que fazer? Haja dando o exemplo: tenha humildade, podendo até reconhecer seus feitos, mas ressaltando que há muito a aprender ainda. Mesmo que o egocêntrico não se dê conta em um primeiro momento, ele pode começar a te admirar e isso pode fomentar uma reflexão que talvez resulte em uma mudança não só de pensamento, mas de atitude“, destaca Melo. Tenha empatia De acordo com o especialista, o egocêntrico, usualmente, “esconde alguma falha ou dor emocional através dessa atitude, porque assim acredita que gerará admiração, respeito e valorização dos outros. Indo para a psicologia, às vezes se dá por ele não ser valorizado na família, hoje, ou por ter sido desvalorizado pelos pais, principalmente na infância. Desse modo, é necessário também compreensão: se for possível, conversar com essa pessoa e aos poucos, ir conhecendo a história de vida dela, o que pode gerar empatia e compreensão, facilitando o lidar e a convivência com ele. Aqui, é uma mão na roda inclusive para a primeira dica, que é estimular essa abertura para que você possa falar sobre a questão“. Olhe para si mesma O psicólogo esclarece que essa é uma dica um pouco diferente. “Quando você tem autoconfiança e é bem resolvida, não costuma se incomodar com as atitudes do outro. Será que não sou tão egocêntrica quanto ele e por isso me sinto tão afetada? Lembre-se: se você está bem, segura de si, não tem porque se preocupar com o comportamento alheio, faz o seu trabalho e o faz muito bem, porque não tem nada a dever, principalmente no emocional”. Para refletir, não?
O alinelinhares.com.br separou cinco dicas para você anotar e levar pra vida. DICA 1: Identifique o problema. Encontre a fonte do seu estresse. Seja ela qual for, pare e analise seu dia-a-dia afim de encontrar o que te deixa estressado. Feito isso, trabalhe para eliminar todas as coisas ruins que você identificou. DICA 2: Não alimente a procrastinação. Todos nós somos cheios de coisas pra fazer e algumas vezes vamos apenas acumulando essas tarefas. A procrastinação diária também pode causar estresse em você, principalmente depois de se dar conta que acumulou tarefas demais. Depois você se encontrará com um monte de coisas para concluir e com certeza ficará estressado. Ou seja, procure sempre estar em dia com suas tarefas. Sempre procure saber se algo pode ser feito naquele dia e faça! DICA 3: Respire! A dica parece bem clichê, mas concentrar em sua respiração altera o seu estado psicológico, fazendo um momento de estresse diminuir de intensidade. DICA 4: Releve e atente para as coisas boas. Não esteja sempre de saco cheio de tudo. Tente se concentrar no que realmente importa, elimine pensamento negativos. Cobre-se menos e viva um dia de cada vez. A dica é simples, mas se você começar a segui-la à risca vai perceber a diferença. DICA 5: Exercite-se. Se você teve um dia muito estressante, é essencial que essa tensão seja descarregada, caso contrário, essa carga negativa irá intoxicar seu corpo. Uma corrida ou treino de box, por exemplo, são essenciais para te ajudar a descarregar todo o estresse e estar pronto para novos desafios com calma.