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Comportamento

Orgulhosa, Janaína Lima mostra a edição zero do Brasil de Fato Potiguar, jornal impresso gratuito, fundado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, e que passou a circular nesta terça (6) por todo o Rio Grande do Norte. Entre as ligações com a filial do Brasil de Fato no Recife, responsável pela diagramação e impressão, ela faz os últimos ajustes na edição. Retira uma palavra, coloca outra, pede opiniões, dá o ok…enviado! O jornal já está pronto para impressão. A edição impressa do jornal faz parte de uma estratégia nacional do Brasil de Fato de regionalizar sua produção. Os grupos que organizam e apoiam o jornal, dentre eles a Frente Brasil Popular, apostam no jornal impresso como um instrumento de conexão com parte da classe trabalhadora, que ainda não consegue ser acessada por outros meios. A intenção do jornal é ousada: lançar edições locais aqui e em estados do Nordeste como Alagoas, Sergipe, Bahia, Paraíba e Ceará, tudo isso ainda em 2018. O Brasil de Fato Potiguar também marca mais um início para Janaína Lima, dentre muitos que precisou viver nos últimos anos. Ela acaba de se formar em jornalismo pela UFRN onde, em dezembro, apresentou seu Trabalho de Conclusão de Curso. Em 2016, ainda dentro do curso, Janaína iniciou seu processo de transição para uma nova identidade de gênero. Foi na universidade onde eu a conheci, ainda com outro nome e outra identidade. Foi lá onde ela construiu sua trajetória militante nos movimentos populares e dentro do curso de Comunicação Social.  Forjada na luta, não admite ficar um dia longe dela. Mesmo conhecendo-a por tanto tempo, só agora fui propriamente apresentado à Janaína Lima: uma mulher, revolucionária, dirigente de organização política e a primeira trans editora-chefe de um jornal impresso no Brasil. Janaína ainda não parece entender a dimensão do seu pioneirismo, quando repito para ela o título que conquistou. “Muitas foram pioneiras”, diz.  Além de editora-chefe do Brasil de Fato, Janaína é a primeira mulher trans a se graduar no curso de Comunicação Social da UFRN e a ser dirigente da organização política que constrói, o Levante Popular da Juventude (LPJ). – Meio impossível nesse mundo que a gente vive, a pessoa trans não ser pioneira. Nesse momento em que a gente está acessando um pouco mais das políticas públicas, conseguimos ter uma maior visibilidade do pioneirismo. Mas, com certeza, muitas foram primeiras antes de mim. A gente espera um mundo onde as pessoas trans não sejam nem mais as primeiras  em algo, nem as últimas, que só sejam pessoas que ocupam seus espaços como todas as outras na sociedade. Foi sua militância política, no LPJ e na Consulta Popular,  que ajudou-a no processo de transição. Janaína conta com bom humor, uma de suas características, sobre o início quando comunicou para seus companheiros de direção a decisão de tomar o primeiro comprimido de hormônio feminino após tentar, sem sucesso, o acompanhamento médico especializado. Fala rindo que “burocratizou” seu processo de transição ao se preocupar em não se tornar surpresa, para todas as instâncias da organização, seu desejo de iniciar a transição para uma nova identidade. – Fiz automedicação e também chamei a minha organização para  conversar, existia um medo da minha parte.  Será que eu vou ter espaço de fato? Era a primeira trans na coordenação nacional do Levante Popular da Juventude.  Tentei coesionar na organização para que não fosse uma surpresa. O momento que tive condições de contar e iniciar a transição foi porque a própria organização me deu forças para conseguir fazer isso, a partir de muitos espaços auto-organizados de formação LGBT que construímos coletivamente. O processo de transição de Janaína é gradual e marcado por conquistas. Pequenas para observadores distantes, mas gigantescas para ela. Na universidade teve uma boa recepção dos professores, onde todos fizeram questão de garantir que sua monografia fosse impressa com nome social. Sentiu-se respeitada, e agora já fala em tentar o mestrado na instituição. A mudança de nome em todos os seus documentos oficiais também está nos seus planos, mas primeiro pretende alugar sua própria casa, onde diz que “vai conseguir de fato ser Janaína.” Hoje, ainda mora com sua família, e convive com um ambiente que classifica como conflituoso. – A casa treme quando passo um batom, visto uma roupa mais feminina”.   A mudança de Janaína está prevista para o fim de fevereiro e o  trabalho no Brasil de Fato também vai ajudá-la na construção de sua autonomia financeira. – Eu vi que não basta formação política e o fortalecimento pessoal, a questão financeira é um elemento muito barra. Moradia, por exemplo, é algo crucial pois sem isso não se consegue ter acesso à saúde, aos seus direitos mais básicos. Agora sinto que vou conseguir viver como eu sou. Da infância, lembra que sempre quis brincar de boneca, mas nunca ganhava uma. A solução era usar as bolas de tecido, que enfeitavam a árvore de Natal e, junto com alguns palitos e imaginação, improvisar suas próprias bonecas. Mesmo com uma infância muito reprimida diz que “quanto mais sofria, mais tentava buscar a felicidade.” Janaína parece ter consciência das batalhas que vai enfrentar como editora-chefe. – Quando me apresento como jornalista ainda existe um estranhamento. Cansada de saber que no campo da esquerda também há transfobia, acredita que trabalhar num jornal que tem uma perspectiva popular e militante pode ajudar num processo de conscientização coletiva. Durante a greve da Polícia Militar, em dezembro de 2017, teve uma prova do tamanho do desafio que decidiu assumir. Junto de uma amiga cis, pessoa em que o gênero é o mesmo que o designado no nascimento,  partiu para entrevistar policiais  para uma matéria especial do Brasil de Fato. Eles preferiam se reportar à amiga, como se ela fosse Janaína, simplesmente  por não acreditar que uma mulher trans era a jornalista que havia marcado as entrevistas e que conduziria as perguntas. – Foi bizarro. Não tem como se preparar para as violências do dia, mas penso que no meu dia existem vários incidentes que não consigo evitar que aconteçam, mas consigo evitar que me machuquem tanto. Na empolgação de lembrar sobre o passado comum,  sem me dar conta, cometo o desrespeito de chamar Janaína por seu antigo nome. A reação, ao constrangimento que causei, é uma resposta serena. “Você não é meu inimigo”. Janaína conta que sua vida é muito mais coletiva do que individual, assim compreende que seu inimigo não é o trabalhador, mas o sistema perverso que o impede de compreender o que a transsexualidade é. – Eu compreendo que meu inimigo não é o trabalhador, a trabalhadora, não é meu pai, não é minha mãe, nem a vizinha fofoqueira, eles só não compreendem por completo o que é a transsexualidade. Assim como eu, eles são vitimas desse sistema que quer as nossas vidas. É com a estrutura que quero  romper, aí vou sempre me esforçando, de maneira pedagógica, conversando com as pessoas  para que as pessoas entendam. Adoro a contradição, é lá onde está a política, é lá onde você promove mudança de pensamento. Terminamos a conversa, que nesse ponto já dura mais de uma hora, falando sobre sonhos.  E entre brincadeiras sobre sonhar com uma casa, um marido e a monogamia, Janaína exprime em uma curta frase o mais sincero de seus desejos: – Meu sonho é ser Janaína por inteiro.
2018 chegou e com ele já tem muita gente que pensa em empreender. A decisão pode ser muito acertada se você tiver consciência de alguns deveres que virão pela frente e, claro, do que é tendência para tentar acertar no novo negócio. Conheça, abaixo, alguns aspectos dessa demanda que você não pode deixar de saber para entrar com o pé direito nessa nova jornada. Analisar sua competência no que tange a gestão e planejamento Não basta só focar no que está em ascensão e querer empreender, é preciso entender um pouco da parte de gestão e planejamento. “Mesmo que você esteja pensando em abrir uma franquia, que já um modelo com muitas instruções prontas, é importante ter noção do negócio dentro da dinâmica do dia a dia. Para adquirir esse conhecimento, uma boa capacitação técnica com cursos específicos já te ajuda muito”, diz Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae – SP. Você vai precisar inovar e divulgar sempre Se quer se destacar e ter sucesso no seu negócio, uma vez que ele já esteja em pleno funcionamento, para se manter vivo, inovação e divulgação precisam ser duas constantes. “Quando se fala em inovar, o ideal é mudar a forma de atendimento, entrega, fazer parcerias, usar a economia criativa para se diferenciar em relação à concorrência. Até na divulgação é possível, por meio das redes sociais, plataformas de e-commerce, enfim, aumentar a capilaridade e visibilidade da sua marca em produtos ou serviços”. Ter consciência de que vai trabalhar muito O tópico acima é uma das provas disso. Há quem ainda pense que “ser patrão” é apenas dar ordens, mas, como diz o ditado, “é o olho do dono que engorda o boi”, “então você vai precisar estar a par de tudo que acontece, até porque quem depende diretamente da empresa é você. E tudo pede ainda mais atenção nesse período em que se está saindo da crise: o respiro da economia faz com que empreender seja um verdadeiro desafio, pois agora que o dinheiro começou a circular mais e é preciso acompanhar muito bem essa movimentação”, alerta o consultor. Tendências O profissional revela que “a tendência vem no setor de alimentação, sobretudo nas franquias, principalmente voltado para questões orgânicas e naturais. No setor de beleza o destaque vai para as áreas estéticas, e ainda tem pet shops e empresas e serviços em geral voltados a reparos, como manutenção de hidráulicos, elétricos, etc".
Vou falar pelo que sou hoje, uma mulher branca de classe média que passou a vida trabalhando para a comunicação no Brasil. Porque é essa a minha indústria, o meu mercado, o lugar onde comecei do zero, aprendi, vi, aceitei e lutei contra muita coisa. Um mercado que dita regras, mas que também absorve e promove movimentos da sociedade para agradá-la e reter sua atenção, porque a finalidade de toda indústria é conquistar audiência, ou seja, a sua atenção, seja por bem ou por mal. E, nisso, somos também coniventes. Assim que entrei na TV, no começo dos anos 80, aprendi que duas coisas garantem sucesso na tela da TV: criança fofa nos comerciais e mulheres gostosas na programação. E polêmica, muita polêmica. Os poderosos da TV, quase todos homens, sempre defenderam essa tese da ‘gostosa que traz audiência’, porque TV é imagem. E, o corpo feminino teria esse duplo poder: o de chamar a atenção masculina pela atração sexual e de atrair o olhar feminino pelo desejo aspiracional. E por que mulheres se sentiriam atraídas por corpos de gostosas na TV? Porque todas nós fomos doutrinadas a ‘agradar o homem’, a ‘servir o homem’, com nossa beleza e nossa forma física e que, ter um corpo bonito é ter o ‘poder para seduzir’. Entra década e sai década e lá estamos nós, fazendo a dieta do parafuso, da abobrinha com bombril, do giz de cera, qualquer merda, pra ter o ‘corpo ideal’ também pela dupla jornada: ‘agradar’ e ‘seduzir’ os homens e fazer inveja nas outras mulheres. (pausa para chorar de posição fetal – e voltamos) Por mais que eu tenha vontade de vomitar diante dessa visão da ‘mulher objeto’ como única opção feminina, não posso negar que inúmeras mulheres na história da humanidade conquistaram muita coisa material apenas por serem bonitas. Não sei se a explicação é a proporção áurea, a sequência de Fibonacci, só sei que a beleza corporal sempre teve poderes, que foram ampliados ainda mais na era da imagem em que vivemos. Em última instância ‘parecer’ bonita, dá dinheiro e privilégios. Talvez isso explique por quê estamos em 2018 e ainda tem programa de auditório com o  ‘balé de gostosas’, quase 7o anos depois da inauguração da Televisão no Brasil.  Porque ainda vale a mesma máxima acima, sempre o poder das  ‘etes’. Vedetes, chacretes, Hzetes, panicats. E a Internet, em nossas mãos, que poderia mudar tudo isso faz o quê? Isso mesmo, copia a TV. Lá estamos todas nós tentando ser instagrametes, storietes, bloguetes. Trabalhei em todas as emissoras abertas do país e em canais a cabo, em rádio, produtoras e, como mulher, tive que ver e ouvir todo tipo de absurdo, inclusive um ex-patrão que abaixava a calça para mostrar as nádegas para os funcionários. Por que? Porque ele podia. Já fui ’empurrada’ por um ex-chefe pra cima de um convidado que tinha intenções de ‘carimbar seu passaporte’ com alguém da TV. Já perdi uma vaga para a qual tinha sido aprovada porque o patrocinador master exigiu que  uma garota gostosa que ele estava comendo (pardon my French) fosse a apresentadora. Já fui dispensada de um trabalho por um diretor que disse que eu era muito ‘ELETIZADA’ (sic) e o povo não gostava disso. Fui tirada do ar por outro diretor em outra emissora que falou, na minha cara, que eu era muito velha pra estar no ar. Tive que deixar a apresentação de um programa que apresentava porque uma Diretora de Marketing do patrocinador disse que eu era muito feia e mulher não gosta de ver feias na televisão.  Lembro que esse foi um dia que chorei muito, aquele choro que arranca lágrimas velhas, que parecem ter sido geradas desde a infância. Para manter meu emprego e entrar no figurino 38 dos showrooms, que emprestam roupas para a TV, exigiram que eu perdesse 7 quilos ou usasse um corpete de elástico (ou de tungstênio?) para ‘parecer mais magra’ na tela, porque gorda não entra.  Em outro trabalho, fui instruída pelo patrão para demitir uma famosa (que passou a me odiar publicamente) porque ele mesmo não tinha coragem de fazê-lo. Uma amiga apresentadora, com quem dividi bancada há muitos anos, contou que foi obrigada a ‘alisar o cabelo ondulado’ porque um diretor da emissora onde ela trabalhava disse que ‘cabelo ondulado é coisa de pobre, rico tem cabelo liso’. E apresentadora de TV tem que ter cara de rica, porque ‘pobre não quer ver pobre na TV’, segundo informou o senhor. Já dei um tapa na cara de um entrevistado que queria mais do que minhas perguntas. As cantadas e os assédios que não geraram violência física foram tantos que mereceriam uma série.  O assédio ‘intelectual e ideológico’ então, daria uma enciclopédia. Aqui, uma pausa dramática: certeza que algum imbecil, de qualquer gênero, deve ter rido em algum lugar desse texto. Porque, como disse uma vez um ser humano famoso com o qual trabalhei,  ‘mulher feia não serve nem pra ser prostituta’. Sim, há pessoas que acham que .. (gente, tô passando mal, mas vou ter que escrever isso) “o assédio é um PRIVILÉGIO das mulheres bonitas". Assim, quando eu ou outras  mulheres comuns dizem que sofreram assédio, abuso ou até estupro, tem gente que ri e questiona ‘você??!?! duvido!’. Fim da pausa. E, sim, trabalhei em muitos lugares bacanas, onde não existia nenhum, mas nenhum tipo de abuso, assédio moral, onde mulher recebia o mesmo que homem e onde seu gênero nem ao mesmo importa. Porém, ainda não sei porque mulher do tempo tem que ser magra e usar salto alto; não entendo porque tem que ter balé exclusivamente feminino, (não tem bailarino dançando na TV, tem?). Não sei por que assistente de palco tem que ser mulher gostosa de biquini. E sempre mulheres BRANCAS! De vez em quando alguém ‘lembra que pega mal’ e bota uma mulher negra como assistente ou dançarina, meio que pra ‘cumprir a cota’. E por que eu estou nesse indústria há tanto tempo mesmo assim? Primeiro, há muitos anos não aceito mais qualquer tipo de trabalho, só se for lugar legal com gente bacana. Felizmente, juntei um dinheiro pra me sustentar quando fico desempregada, pra segurar a onda e não ter que me sujeitar a esse tipo de abuso. E se faltar grana, eu vendo o que tiver, menos minha dignidade. (Já recusei um super salário pra apresentar um programa feminino diário porque me recusei a vender certos ‘remédios’ que só enganam as pessoas.) Segundo, porque Oprah deu a resposta em seu discurso no Globo de Ouro 2018 ao homenagear sua mãe e tantas mulheres que perseveraram apesar de terem visto e sofrido  tanto abuso: – porque temos filhos pra criar, contas pra pagar e sonhos para alcançar. A gente aguentou, aguenta, mas não vai mais aguentar. Porque “time’s up”. E agora é a vez de dizer a verdade, de denunciar tudo o que é errado. Mais do que isso, gente, é hora de parar de idolatrar as nulidades, de promover imbecis, de bater palma pra loucos, de enriquecer idiotas. Seja na TV ou na Internet ou qualquer outro lugar. Vamos parar de cultuar qualquer um que faz barulho e não tem talento nem mensagem, só interesse em fama e fortuna. Vamos dar um basta em polêmicas tontas que só dão audiência para os que nos controlam. Vamos abrir os olhos, as mentes, os corações e construir um mundo igual, justo, feliz. E sem hipocrisia. O silêncio acabou.
A rotina, o tempo de relacionamento e diversos fatores podem contribuir para o desgaste do relacionamento. O que fazer? Nesse vídeo, a psicóloga e sexóloga Ana Canosa dá dicas práticas para colocar mais energia na relação e fazer com que você e o seu amor voltem a vibrar na mesma sintonia. Assista! Fonte: Daqui Dali https://youtu.be/ghIms6qMcLw
Harmonia familiar quem não quer? Mas o que estamos fazendo para conquistá-la. Neste vídeo sobre Família e Convivência, o psicólogo Rossandro Klinjey fala a respeito das nossas atitudes do dia a dia que estão deixando o núcleo familiar um caos e não percebemos.  São pequenos atos cotidianos que vão modificando a educação e a convivência. Assista! https://youtu.be/nfPEPf0Y-W8
Quando o assunto é saúde, fazer atividade física é bom por uma série de motivos, e entre os mais importantes estão a prevenção e o tratamento contra doenças. Um dos males que pode ser combatido é a depressão, e você não precisa encarar essa rotina em excesso: apenas uma hora de treino por semana é o suficiente para se defender. Pelo menos é o que diz um novo estudo liderado pelo Instituto Black Dog, um grupo australiano de apoio a pessoas com transtornos de humor, que também envolve cientistas da Noruega e do Reino Unido, publicado na última edição do periódico American Journal of Psychiatry. Como foi feito Os pesquisadores analisaram os dados de 34 mil noruegueses adultos, sem históricos de problemas de saúde mental, considerando níveis de depressão e ansiedade, e também os hábitos de atividade física durante os últimos 11 anos. O grupo dos saudáveis ainda revelou a frequência e intensidade da sua rotina fitness. O resultado? Quem não fazia nada de exercício tinha 44% de chances a mais de ter depressão, em comparação com quem tirava pelo menos uma ou duas horinhas na semana para treinar. Outras descobertas interessantes são que 12% desses quadros de depressão poderiam ter sido evitados caso houvesse o hábito de se exercitar, mesmo que fosse apenas uma hora por semana e independentemente da intensidade. É pouco tempo e muito benefício, você não acha? E um alerta: de acordo com a perspectiva da Organização Mundial da Saúde, até 2020 (bem aí) a depressão estará em segundo lugar na lista de transtornos mais incapacitantes do mundo. Samuel Harvey, um dos líderes da pesquisa, declarou: “Nós sabemos há algum tempo que o exercício tem um papel importante no tratamento de sintomas da depressão, mas essa é a primeira vez que conseguimos quantificar o potencial de prevenção da atividade física na redução de futuros casos de depressão. Essas descobertas são excitantes porque mostram que mesmo uma quantidade relativamente pequena de exercícios, a partir de uma hora por semana, pode oferecer uma significativa proteção contra o quadro”. Usualmente, a doença é tratada com terapia e, se necessário, medicamentos, e essa parece uma nova luz nessa luta.
É possível manter uma relação saudável com a tecnologia? Um número cada vez maior de empregos envolve olhar para o computador o dia todo e fazer hora extra com o celular. E quando não estamos fazendo isso, no trabalho, muitos de nós temos uma telinha de smartphone no bolso, uma TV “inteligente” na sala, um notebook no quarto ou um iPad para levar à cama ou ao banheiro. Se passamos tanto tempo com objetos tecnológicos conectados, é preciso saber como se relacionar com eles e como não gastar tempo ou dinheiro demais. Uma campanha, lançada pelo Projeto Dedica (Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes), capitaneado pela Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas, em Curitiba, e que serve para todo o mundo, está chamando a atenção dos pais para um assunto muito presente no nosso dia a dia: a hiperconectividade. E não pense que é só dos nossos pequenos, não. A campanha coloca o dedo na nossa ferida. Gera uma identificação com nós mesmos: pais bacanas, preocupados com os filhos, que amam e cuidam. Mas, mesmo assim, passamos mais tempo do que deveríamos olhando para uma tela, postando em redes sociais, curtindo a vida dos outros. E, na contrapartida, abrimos caminho para que nossos filhos também passem mais tempo no mundo virtual do que no real. Achamos mais fácil distraí-lo na viagem com joguinhos eletrônicos no celular do que inventar brincadeiras, contar histórias e, principalmente, lidar com a ansiedade (absolutamente normal, diga-se) para chegar logo ao destino final. O projeto todo é bem maior que isso, trata de crianças que sofreram abuso sério ou seríssimo. E daí você me pergunta: o que uma coisa tem a ver com a outra? A psiquiatra Luci Pfeiffer, uma das maiores estudiosas do Brasil nesse assunto, decidiu lançar o tema para a sociedade a partir de uma violência que está perto de todos nós, mas que muitas vezes não enxergamos: a violência digital. Pare e pense: quantas vezes não somos intimados pelos nossos filhos para que larguemos o celular e prestemos mais atenção neles? Quantas vezes não vemos bebês em restaurantes sendo acalmados por tablets e celulares? Uma prova disso é que, segundo uma pesquisa da AVG Technologies, 63% das crianças entre 3 e 5 anos conseguem jogar algum tipo de jogo eletrônico, mas apenas 14% sabe amarrar os sapatos sozinho. Vamos observar os nossos comportamentos?! O tempo não espere ninguém.
Um dos grandes segredos para você mudar verdadeiramente sua vida financeira é adotar bons hábitos financeiros. No entanto, existe uma dúvida recorrente: o que, afinal, são bons hábitos financeiros? Quais seriam esses bons hábitos financeiros? Neste artigo, os 5 hábitos financeiros que você deve adotar na sua vida financeira. Se você realmente quer uma mudança, conseguir poupar mais, conseguir investir mais e gastar melhor seu dinheiro, este artigo foi escrito para você. Hábito #1: Registrar todos os seus gastos O primeiro hábito é algo muito simples, mas que pouca gente de fato faz: anotar todos os seus gastos. Você precisa registrar todos os seus gastos diariamente. Comece fazendo esta atividade como um desafio pessoal pelos próximos 30 dias e, após esse período, ela se tornará um hábito. Por que isso é importante? Ao anotar seus gastos, você consegue fazer um levantamento real de onde você está gastando e não simplesmente ficar no “achômetro”. “Eu acho que gasto X reais com combustível” ou “Eu acho que gasto Y reais com alimentação” deixarão de existir em seu vocabulário. Anote tudo para saber exatamente quanto você está gastando. Assim, você terá um raio-x da sua vida financeira e ficará muito mais fácil para realizar cortes nos seus gastos. Você poderá identificar quais deles são supérfluos e quais estão acima do que você tinha previsto, por exemplo. Dessa forma, você poderá reduzir e, em casos mais drásticos, cortar vários desses gastos depois de saber exatamente quanto gasta em cada categoria. Hábito #2: Comparar preços A segunda dica é comparar preços. Com o advento da internet, isso fica muito mais fácil. Durante muito tempo, essa tarefa foi árdua. Mas hoje em dia, com alguns cliques, você consegue fazer uma comparação de preços de praticamente tudo o que quiser comprar. Não estou falando que você precisa fazer essa comparação com tudo… Do quilo da cebola, do quilo do tomate… Para comprar uma coisa ali e uma coisa aqui. Talvez você nem tenha tempo de fazer isso. Mas, muitas vezes, decidimos comprar um eletrodoméstico e simplesmente vamos ao shopping e compramos na loja mais barata (só fazendo uma pesquisa no próprio shopping). No entanto, geralmente quando você compra pela internet ou pesquisa numa loja que fica fora de um shopping, você encontra preços muito mais acessíveis. Então, use um pouco do seu tempo para fazer uma comparação de preços e eu tenho certeza que você vai conseguir economizar muitos reais – dezenas, centenas e, dependendo do que você for comprar, até milhares de reais, pelo simples fato de fazer uma comparação de preços. Hábito #3: Aguardar – pelo menos – uma semana para comprar O terceiro bom hábito que você deve adotar a partir de agora é, na verdade, um hábito de não fazer algo. Quando você for fazer uma compra de um valor um pouco maior, sobretudo quando falamos de itens de consumo como um sapato, uma calça ou uma camisa um pouco mais cara, aguarde – pelo menos – uma semana para tomar a decisão de compra. Você viu o item, experimentou, achou que aquilo ficou legal em você. Até aqui, tudo bem. Todavia, não compre nesse mesmo momento. Volte para casa, pense um pouco melhor, deixe a adrenalina baixar. Se depois de uma semana você estiver querendo aquele item, você poderá voltar lá e comprar. Por que estou falando isso? Ao aguardar pelo menos uma semana, você está controlando sua compra por impulso. Você vai perceber que, muitas vezes, no dia seguinte, você não está mais com vontade de comprar aquilo. Você para e pense: “não vou gastar com isso”. Muitas vezes, é isso que acontece. Quando vemos um determinado produto de nosso interesse, ficamos em êxtase porque aquilo vestiu bem ou porque o preço está acessível. Mas, muitas vezes, essa compra é apenas por impulso. Talvez você não precise ou aquilo não caberia no orçamento daquele mês específico. Então, quando for comprar um item de valor um pouco maior, aguarde pelo menos uma semana para tomar essa decisão. Se o item for de valor muito maior, como a compra de um carro ou de um apartamento, aguarde pelo menos um mês para tomar essa decisão de compra. Eu conheço exemplos práticos de pessoas que estavam simplesmente entediadas no trabalho, entraram no site da montadora preferida, viram um carro legal, passaram na concessionária no dia seguinte e, em menos de uma semana, fecharam a compra de um carro. Não faça isso. Essa é uma compra por impulso. Mesmo com itens maiores, isso pode acontecer com você. Então, se o item for de valor menor, espere pelo menos uma semana para fazer a compra. Se for de um valor maior, espere pelo menos um mês para tomar essa decisão de compra. Hábito #4: Gastar dinheiro com experiências O quarto bom hábito que eu acredito que você deva adotar a partir de agora é gastar seu dinheiro com experiências. Prefira experiências a bens de consumo. Por que falo isso? Em muitos casos, nós tentamos suprir uma necessidade ou até mesmo um desejo através de um bem de consumo. Talvez você tenha sentido que essa “felicidade” e satisfação foram efêmeras. Durante os primeiros dias – e primeiras semanas, quem sabe – você fica super feliz com aquilo. Isso vale desde uma peça de vestuário até mesmo um carro. Muitas vezes uma pessoa compra um carro zero e, no mês seguinte, não está mais com aquela empolgação. Por quê? Porque bens de consumo não trazem uma felicidade ou satisfação duradouras. Então, sempre que puder, não somente controle sua compra por impulso, mas também gaste seu dinheiro com experiências. O que seria isso? Seria sair para uma boa noite de jantar, fazer uma viagem, ir ao parque com seu filho, ir para o cinema, fazer algum tipo de passeio… algo que realmente lhe dará uma satisfação muito mais duradoura. Pense sobre as viagens que você já fez em sua vida, independente do destino. Lembramos dela pelo resto da vida, não é verdade? Caso você tenha mais interesse em esportes radicais, pense sobre aquele pulo de paraquedas, de bungee jump ou aquela grande onda que você surfou… Você certamente lembra como se fosse hoje e lembrará pelo resto da vida. O gasto com experiências traz algo realmente muito mais enriquecedor para você. Ele dura muito mais na sua memória. Nossa vida, no final das contas, é feita muito mais de experiências do que de coisas. Então, é muito importante que você, sempre que possível, transfira seus gastos de bens de consumo para experiências. Hábito #5: Pagar-se primeiro O quinto e último bom hábito que eu acho que você deve adotar a partir de agora é pagar a você primeiro. O que significa “pagar-se primeiro”? Primeiramente, eu tenho que explicar como provavelmente a maioria das pessoas faz. Elas recebem o salário, pagam o condomínio, o aluguel, supermercado, fatura do cartão de crédito, coloca combustível no carro… e, se sobrar algum dinheiro no final do mês, elas separam esse dinheiro para investir – um dinheiro para o futuro financeiro ou para uma reserva de emergência. Quando fazemos isso, estamos pagando a todas as demais pessoas prioritariamente. Estamos pagando ao dono do nosso apartamento, ao dono do posto de gasolina, ao dono do supermercado, à operadora do cartão de crédito, mas não estamos nos pagando. Estamos nos deixando em último plano. Então, inverta essa lógica. Assim que seu dinheiro cair na sua conta, separe uma parte dele. Pode ser 10%, que é a regra geral que educadores financeiros falam, mas se você tiver realmente muito apertado, pode ser 30, 50 ou 100 reais. Entretanto, separe, todo mês, pelo menos uma parte do seu dinheiro para investir em você – numa reserva financeira ou no seu futuro financeiro. O mais legal é que com apenas 30 reais você já consegue investir. Muitas pessoas têm a impressão de que esse valor é muito pouco para investir ou que investimentos são para quando temos muito mais dinheiro. Não é verdade. Com apenas 30 reais você pode investir em títulos públicos através do Tesouro Direto. É um investimento altamente rentável, muito seguro e que permite isso – aplicar com pouco dinheiro. Então não caia na falácia do seu gerente, de alguma coisa que você tenha lido ou de algum amigo seu que diz que 30 reais é muito pouco ou que terão tantas taxas que não valerá nada. Isso é mentira. Repito: você pode investir com apenas 30 reais no Tesouro Direto. Além de saber muito mais sobre este investimento, vai entender porque precisa aprender a investir por conta própria (antes que seja tarde demais).
Um dos maiores desafios do Marketing Digital das empresas é evitar que seus e-mails caiam na caixa de SPAM. Isso acontece porque milhares de mensagens são enviadas todos os dias, mas nem todas têm a caixa de entrada como finalidade. Existem muitas maneiras para evitar que as campanhas de e-mail marketing caiam na caixa de spam. Aqui selecionamos 5 ações e cuidados que você deve tomar para que suas mensagens sejam entregues corretamente para o destinatário: 1 - Não comprar listas de e-mail Para ter uma boa base de contatos, comprar listas de e-mail é a pior coisa a se fazer. Isso porque elas são compostas por pessoas aleatórias, e que nem sempre são do perfil do seu público-alvo. Outro agravante é que elas não deram permissão para receber suas mensagens. Além disso, essas pessoas que não desejam receber suas mensagens podem classificá-lo como SPAM, e essa atitude coloca o seu domínio na lista negra do sistema de entrega. Por isso, faça campanhas, como landing pages, para atrair contatos que realmente estejam interessados nos seus conteúdos. 2 - Limpe sua lista de e-mail Periodicamente, faça uma limpa e remova todos os e-mails desativados da sua lista, ou que não sejam mais relevantes. Enviar mensagens para e-mails desativados classifica a lista como de má qualidade. E essa reputação pode fazer seu domínio cair nos filtros anti-spam. Ou seja, fazer uma limpa na sua lista de contatos vai remover os e-mails irrelevantes e manter a boa imagem do seu domínio. 3 - Não use assuntos “caça-clique” Títulos muito clichês, como “super promoção” ou “descubra um segrego aqui” e outros que não revelam a finalidade da mensagem, geralmente são spams. Usar algo parecido em sua campanha, que realmente tem um conteúdo relevante para oferecer aos contatos, corre o risco de prejudicá-la, fazendo com que seu destinatário a mande logo para o lixo eletrônico. Por isso, seja criativo e coloque assuntos objetivos e que já mostrem a importância da sua mensagem para o destinatário. 4 - Não use características de spam em seus emails Mensagens associadas a spams, como o uso de cores chamativas e textos que remetem ao merchandising de algum produto são características clássicas dos spams. Tente ao máximo evitar esses itens. Escreva uma mensagem clara, interessante, mas que não chame a atenção do leitor desesperadamente. 5 - Use templates em HTML E-mails que usam apenas imagens tendem a ser bloqueados pelos principais servidores (Gmail, Hotmail e outros). Hoje, os usuários se desinteressam pela mensagem quando ela pede permissão para exibir uma imagem. Por isso, o e-mail deve mostrar de cara o seu objetivo, caso contrário, ele será apagado ou classificado como spam. Utilizando templates em HTML você terá uma boa exibição dos textos e imagens na mensagem enviada. A maioria dos programas de disparo de e-mails já disponibiliza esse modelo, portanto, o envio fica mais simples e seguro. Caso você ainda não tenha uma ferramenta para o disparo de e-mails, faça uma pesquisa na internet e logo você encontra diversas opções de qualidade. Siga estas 5 dicas e garanta o sucesso das suas campanhas de e-mail marketing. Fonte: Resultados Digitais