A cidade de Apodi recebe a rádio Vale do Apodi, até então conhecida por sua transmissão AM, passou por uma fase de testes e desde o último dia 5 de fevereiro, em definitivo, ganhou o sinal FM. O lançamento da nova programação da Radio 98.3 FM Vale do Apodi aconteceu em café da manhã com a presença da direção do Grupo Sistema Oeste de Comunicação (TCM), na sede da própria emissora. A 98.3 FM Vale do Apodi está mais moderna e com alcance maior de ouvintes. A migração para FM foi possível graças ao sonho do idealizador, professor Milton Marques, que planejou o projeto antes de sua passagem. “Nós temos essa consciência de que foi Milton Marques o criador dessa ideia de fazer a transferência, de dar essa frequencia maior, essa potência à rádio, e a cidade de Apodi merece, é uma cidade que cresce e já sentimos que a 98.3 FM Vale do Apodi já é a rádio querida daqui”, disse Zilene Medeiros, diretora do Grupo TCM. A migração da modulação da antiga 104 AM para 98 FM representa um grande avanço não só para a cidade de Apodi, mas para toda a região. “A comunicação feita aqui sempre foi uma comunicação feita ainda carente de maior poder de persuasão. Ganha não só Apodi, mas toda região que passa a ter mais qualidade no que é transmitido”, avalia Fernando Magalhães, diretor da 98 FM Vale do Apodi. Isso significa mais qualidade do som, a estrutura do prédio, equipamentos com tecnologia de ponta e contratação de profissionais, tudo foi viabilizado através de um projeto de gestão e planejamento arrojado. “Nosso conceito de planejamento  não é diferente em nenhuma de nossas empresas e tudo que investimos nos tempos de AM já se passava por planejamento. Na migração foi tudo bastante idealizado. Foi um ano de planejamento, adquirindo os equipamentos necessários para a migração, como transmissores, antenas, até um terreno foi comprado para que a posição do transmissor trouxesse uma qualidade melhor”, conta Stella Maris, diretora do Grupo TCM. Além de música e entretenimento, Apodi e região poderão contar com algo essencial na estrutura de uma rádio, o jornalismo. “A rádio continua sendo uma rádio popular, próxima das pessoas, de todas as classes sociais, uma rádio que tem programação 24h no ar. Temos a programação dedicada ao homem do campo, à população urbana, o entretenimento, o sertanejo, o moderno, e o jornalismo para que todos estejam a par de tudo que acontece na cidade e na região”, finaliza Fernando Magalhães. A Rádio 98FM Vale do Apodi é a radio oficial do carnaval do município e já pode ser ouvida também através de aplicativo, basta procurar na loja do seu smartphone por Rádio 98FM Apodi, baixar o APP e curtir sua nova FM.
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A Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL) informa que o comércio de rua terá funcionamento normal até o sábado (10/2), retomando as atividades na quarta-feira (14/2). Já o Partage Shopping terá horário diferenciado. As salas de cinema terão a programação normal durante os dias de folia. Lojas e quiosques fecham na segunda e terça-feira. Na quarta-feira de Cinzas (14), os lojistas abrirão a partir das 12h, obedecendo a jornada de trabalho de 4h para os colaboradores. Nesse caso, fica a critério do empresário o funcionamento de 12h às 16h; 13h às 17h ou 14h às 18h, desde que cumpra as quatro horas seguidas de trabalho. Os supermercados funcionam em expediente normal durante o carnaval, exceto na segunda-feira (12) e na terça-feira (13), retomando as atividades normais na quarta-feira de Cinzas a partir das 7h. Os bancos também permanecerão fechados durante os quatro dias de carnaval. As agências fecham após expediente de sexta-feira (09) e só reabrem ao meio-dia da quarta-feira de cinzas (14), porém, permanecendo com o encerramento às 15h, obedecendo o novo expediente bancário, o mesmo mantido no Horário de Verão, conforme Resolução nº 2.932/2002 do Banco Central do Brasil. Confira os horários de funcionamento do comércio: Comércio de Rua Sábado (10/02) – Horário normal até às 14h Domingo (11/02) – Fechado Segunda (12/02) – Fechado Terça-feira (13/02) – Fechado Quarta (14/02) – Funcionamento normal das lojas a partir das 12h (com jornada de trabalho de 4h, ficando a critério do lojista o horário de abertura). Partage Shopping Mossoró Lojas e Quiosques: Sábado (10/02) – Funcionamento normal, 10h às 22h. Domingo (11/02) – Funciona das 14h às 20h. Segunda-feira (12/02) e Terça-feira (13/02) – Fechados. Quarta-feira (14/02) – Funciona das 14h às 22h Praça de Alimentação: Sábado a terça-feira: Funcionamento normal, das 11h às 22h. Cinema De sábado a terça – Funcionamento normal, das 14h às 22h. Supermercados Sábado (10/02) – Funcionamento normal das 07 às 22h. Domingo (11/02) – Funcionamento normal das 07 às 22h. Segunda-feira (12/02) – Fechados. Terça-feira (13/02) – Fechados. Quarta-feira (14/02) – Funcionamento normal das 07 às 22h. Bancos Segunda-feira (12/02) – Fechados Terça-feira (13/02) – Fechados Quarta-feira (14/02) – Funcionamento normal a partir das 12h, já seguindo o novo horário de funcionamento que encerra às 15h. CDL Mossoró
Orgulhosa, Janaína Lima mostra a edição zero do Brasil de Fato Potiguar, jornal impresso gratuito, fundado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, e que passou a circular nesta terça (6) por todo o Rio Grande do Norte. Entre as ligações com a filial do Brasil de Fato no Recife, responsável pela diagramação e impressão, ela faz os últimos ajustes na edição. Retira uma palavra, coloca outra, pede opiniões, dá o ok…enviado! O jornal já está pronto para impressão. A edição impressa do jornal faz parte de uma estratégia nacional do Brasil de Fato de regionalizar sua produção. Os grupos que organizam e apoiam o jornal, dentre eles a Frente Brasil Popular, apostam no jornal impresso como um instrumento de conexão com parte da classe trabalhadora, que ainda não consegue ser acessada por outros meios. A intenção do jornal é ousada: lançar edições locais aqui e em estados do Nordeste como Alagoas, Sergipe, Bahia, Paraíba e Ceará, tudo isso ainda em 2018. O Brasil de Fato Potiguar também marca mais um início para Janaína Lima, dentre muitos que precisou viver nos últimos anos. Ela acaba de se formar em jornalismo pela UFRN onde, em dezembro, apresentou seu Trabalho de Conclusão de Curso. Em 2016, ainda dentro do curso, Janaína iniciou seu processo de transição para uma nova identidade de gênero. Foi na universidade onde eu a conheci, ainda com outro nome e outra identidade. Foi lá onde ela construiu sua trajetória militante nos movimentos populares e dentro do curso de Comunicação Social.  Forjada na luta, não admite ficar um dia longe dela. Mesmo conhecendo-a por tanto tempo, só agora fui propriamente apresentado à Janaína Lima: uma mulher, revolucionária, dirigente de organização política e a primeira trans editora-chefe de um jornal impresso no Brasil. Janaína ainda não parece entender a dimensão do seu pioneirismo, quando repito para ela o título que conquistou. “Muitas foram pioneiras”, diz.  Além de editora-chefe do Brasil de Fato, Janaína é a primeira mulher trans a se graduar no curso de Comunicação Social da UFRN e a ser dirigente da organização política que constrói, o Levante Popular da Juventude (LPJ). – Meio impossível nesse mundo que a gente vive, a pessoa trans não ser pioneira. Nesse momento em que a gente está acessando um pouco mais das políticas públicas, conseguimos ter uma maior visibilidade do pioneirismo. Mas, com certeza, muitas foram primeiras antes de mim. A gente espera um mundo onde as pessoas trans não sejam nem mais as primeiras  em algo, nem as últimas, que só sejam pessoas que ocupam seus espaços como todas as outras na sociedade. Foi sua militância política, no LPJ e na Consulta Popular,  que ajudou-a no processo de transição. Janaína conta com bom humor, uma de suas características, sobre o início quando comunicou para seus companheiros de direção a decisão de tomar o primeiro comprimido de hormônio feminino após tentar, sem sucesso, o acompanhamento médico especializado. Fala rindo que “burocratizou” seu processo de transição ao se preocupar em não se tornar surpresa, para todas as instâncias da organização, seu desejo de iniciar a transição para uma nova identidade. – Fiz automedicação e também chamei a minha organização para  conversar, existia um medo da minha parte.  Será que eu vou ter espaço de fato? Era a primeira trans na coordenação nacional do Levante Popular da Juventude.  Tentei coesionar na organização para que não fosse uma surpresa. O momento que tive condições de contar e iniciar a transição foi porque a própria organização me deu forças para conseguir fazer isso, a partir de muitos espaços auto-organizados de formação LGBT que construímos coletivamente. O processo de transição de Janaína é gradual e marcado por conquistas. Pequenas para observadores distantes, mas gigantescas para ela. Na universidade teve uma boa recepção dos professores, onde todos fizeram questão de garantir que sua monografia fosse impressa com nome social. Sentiu-se respeitada, e agora já fala em tentar o mestrado na instituição. A mudança de nome em todos os seus documentos oficiais também está nos seus planos, mas primeiro pretende alugar sua própria casa, onde diz que “vai conseguir de fato ser Janaína.” Hoje, ainda mora com sua família, e convive com um ambiente que classifica como conflituoso. – A casa treme quando passo um batom, visto uma roupa mais feminina”.   A mudança de Janaína está prevista para o fim de fevereiro e o  trabalho no Brasil de Fato também vai ajudá-la na construção de sua autonomia financeira. – Eu vi que não basta formação política e o fortalecimento pessoal, a questão financeira é um elemento muito barra. Moradia, por exemplo, é algo crucial pois sem isso não se consegue ter acesso à saúde, aos seus direitos mais básicos. Agora sinto que vou conseguir viver como eu sou. Da infância, lembra que sempre quis brincar de boneca, mas nunca ganhava uma. A solução era usar as bolas de tecido, que enfeitavam a árvore de Natal e, junto com alguns palitos e imaginação, improvisar suas próprias bonecas. Mesmo com uma infância muito reprimida diz que “quanto mais sofria, mais tentava buscar a felicidade.” Janaína parece ter consciência das batalhas que vai enfrentar como editora-chefe. – Quando me apresento como jornalista ainda existe um estranhamento. Cansada de saber que no campo da esquerda também há transfobia, acredita que trabalhar num jornal que tem uma perspectiva popular e militante pode ajudar num processo de conscientização coletiva. Durante a greve da Polícia Militar, em dezembro de 2017, teve uma prova do tamanho do desafio que decidiu assumir. Junto de uma amiga cis, pessoa em que o gênero é o mesmo que o designado no nascimento,  partiu para entrevistar policiais  para uma matéria especial do Brasil de Fato. Eles preferiam se reportar à amiga, como se ela fosse Janaína, simplesmente  por não acreditar que uma mulher trans era a jornalista que havia marcado as entrevistas e que conduziria as perguntas. – Foi bizarro. Não tem como se preparar para as violências do dia, mas penso que no meu dia existem vários incidentes que não consigo evitar que aconteçam, mas consigo evitar que me machuquem tanto. Na empolgação de lembrar sobre o passado comum,  sem me dar conta, cometo o desrespeito de chamar Janaína por seu antigo nome. A reação, ao constrangimento que causei, é uma resposta serena. “Você não é meu inimigo”. Janaína conta que sua vida é muito mais coletiva do que individual, assim compreende que seu inimigo não é o trabalhador, mas o sistema perverso que o impede de compreender o que a transsexualidade é. – Eu compreendo que meu inimigo não é o trabalhador, a trabalhadora, não é meu pai, não é minha mãe, nem a vizinha fofoqueira, eles só não compreendem por completo o que é a transsexualidade. Assim como eu, eles são vitimas desse sistema que quer as nossas vidas. É com a estrutura que quero  romper, aí vou sempre me esforçando, de maneira pedagógica, conversando com as pessoas  para que as pessoas entendam. Adoro a contradição, é lá onde está a política, é lá onde você promove mudança de pensamento. Terminamos a conversa, que nesse ponto já dura mais de uma hora, falando sobre sonhos.  E entre brincadeiras sobre sonhar com uma casa, um marido e a monogamia, Janaína exprime em uma curta frase o mais sincero de seus desejos: – Meu sonho é ser Janaína por inteiro.
A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer foi incluída no Plano de Expansão da Radioterapia do Ministério da Saúde.  O Hospital da Solidariedade já possui uma casamata vazia - espaço destinado para a instalação do aparelho - que será contemplado com um novo acelerador linear para garantir o atendimento aos pacientes que necessitam desse tipo de tratamento. Atualmente somente a Liga Mossoroense oferece o serviço de radioterapia com um acelerador linear no interior do estado, sendo um dos três centros do Nordeste a oferecer essa tecnologia. Em visita a Brasília em dezembro do ano passado, o superintendente da Liga Mossoroense, Prof. Dr. Wogel Oliveira, esteve reunido com a equipe de Coordenação e Atenção as Pessoas com Doenças Crônicas do Ministério da Saúde, para dialogar acerca da importância da expansão da radioterapia em Mossoró. A medida ofertará ao hospital um investimento federal de R$ 1,9 milhão para implantação. Com o novo equipamento, o Hospital da Solidariedade dobrará seus serviços e atenderá cerca de 200 pacientes por dia. Atualmente, a unidade já oferta outros cuidados no tratamento contra o câncer como, cirurgias oncológicas e sessões de quimioterapia. “É um marco para a saúde do município de Mossoró e de toda a nossa região, pois estamos trazendo mais um aparelho de última geração para o tratamento do câncer. Na sequência faremos as adequações necessárias à estrutura do hospital e seguiremos todos os prazos do Ministério da Saúde, para no menor tempo possível, esse instrumento esteja disponível para toda a população”, afirma Wolgel Oliveira, superintendente da Liga Mossoroense. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), uma nova pesquisa sobre a incidência de câncer para o biênio 2018-2019 já foi divulgada. O levantamento apontou que serão cerca de 600 mil novos casos, em cada ano, aproximadamente 282.450 em mulheres e 300.140 em homens. O Brasil possui 243 aparelhos para tratamento de radioterapia na rede pública em funcionamento. Em 2017, 10,3 milhões de procedimentos radioterápicos foram realizados pelo o SUS.
O Colégio Diocesano Santa Luzia retoma o projeto de seu jornal impresso mensal: o Diocesano Informa. Para comemorar e relançar o jornal foi realizado evento na área de convivência do Ensino Médio da escola, onde os convidados – autoridades, amigos e imprensa local - poderam acompanhar o retorno do informativo em um coquetel com apresentações culturais, homenagens e distribuição do noticiário. “Este era um desejo antigo de Pe. Sátiro e ano passado começamos a amadurecer a ideia de retomada do Diocesano Informa com nossa equipe de comunicação. O objetivo é que ele seja mais um instrumento de divulgação aos pais e sociedade em geral, sobre as atividades da escola, como também uma oportunidade para falarmos sobre educação”, explicou o diretor do Diocesano, Pe. Charles Lamartine. A primeira versão do Diocesano Informa foi publicada em setembro de 1981, produzido por funcionários e alunos da escola. Já em 2009, o informativo teve impressa a sua última edição, retornando agora após nove anos em inatividade. O Diocesano Informa tem a direção de Pe. Charles Lamartine, edição e textos do jornalista Guilherme Ricarte, produções do publicitário Bruno Martins, jornalista Pedro Ítalo, da pedagoga Virgínia Barreto e da coordenadora pedagógica Rosilene Ramos, além de seu projeto gráfico desenvolvido pelo designer Emanoel Linhares e equipe da Canário Comunicação. Fotos: Célio Duarte
Familiares e amigos confirmaram a morte do ex-jogador mossoroense Paulo Júnior Brasil, o PJ, que se tratava de uma leucemia na capital pernambucana. Paulo Júnior, aos 31 anos, foi diagnosticado com a doença em 2015, quando jogava pelo Salgueiro PE.  Ele deixou a carreira para se tratar, conseguiu fazer um transplante de medúla óssea, doada pela irmã Roberta, e alcançou a cura. Teve dois anos com qualidade de vida. Estava curado. Voltou a jogar bola. Infelizmente após 2 anos e 4 meses teve uma recaída e foi internado novamente no IMIP, em Recife/PE, no mês de novembro de 2017. Paulo morreu aos 34 anos, deixando esposa e dois  filhos, na manhã desta sexta-feira, dia 2 de fevereiro de 2018.   A família informa que o corpo chega em Mossoró 1 da manhã deste sábado, dia 3 de fevereiro, e o velório será no SEMPRE (próximo ao Tiro de Guerra).
É notório que a população está cada vez mais preocupada com corpo e a saúde. Todo dia aparece um produto milagroso diferente, seja ele chá, shakes, cápsulas, cinta modeladora ou cremes, prometendo o emagrecimento rápido e sem sacrifícios. Mas será que funciona? Para responder essa pergunta precisamos entender como nosso corpo trabalha e o que acontece quando alguém perde peso. Nosso corpo é movido por glicose, um açúcar que funciona mais ou menos como a gasolina para o carro, é ela que nos dá energia. Na falta de glicose, nosso corpo utilizará a gordura estocada como energia. Para isso, a gordura será “quebrada” e se transformará em oxigênio, carbono e hidrogênio. Em seguida, o oxigênio será queimado (é daí que vem o termo “queimar gordura”) gerando energia e dois subprodutos: CO2, que saí pelos pulmões, e água, que saí principalmente pela urina e pelo suor. E é por isso que quem está em processo de emagrecimento faz tanto xixi e que os exercícios aeróbicos são apontados como melhores para o emagrecimento, pois a respiração é mais rápida. Um estudo realizado pela escola de biotecnologia e ciência biomolecular da University of New South Wales, na Austrália, nos mostra que perder 10kg de gordura requer a inalação de 29kg de oxigênio. E este processo metabólico produziria 28kg de CO2 e 11kg de água. Então é só respirar, nutri? Não, o simples ato de respirar ou respirar mais que o normal não vai te fazer perder peso. A receita do bolo continua a mesma, exercícios físicos aliados a uma alimentação saudável. Não tem para chás milagrosos ou massagens, eles no máximo vão te fazer perder líquido. Pare de procurar soluções rápidas. Escolha mudar de vida ao invés de mudar apenas de número na balança. Marina Castro - Nutricionista – CRN 21432/P
Desde 2014, durante o mês de janeiro, tem sido desenvolvida a Campanha Janeiro Branco. O mês está acabando, mas o objetivo da campanha, o de mobilizar a sociedade em favor da saúde mental e emocional, deve ser lembrada o ano inteiro porquê isso justifica-se como uma importante ação preventiva em relação a graves questões da sociedade contemporânea. Em uma época em que as taxas de suicídio, depressão e ansiedade têm crescido de forma exponencial em todo o mundo – segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) -, a Campanha Janeiro Branco se torna uma reflexão e um ponto de partida fundamental para ações e prevenções durante todo o ano e toda a vida. “Saúde Mental” engloba tanto a ausência de transtornos mentais como a Depressão, a Ansiedade Generalizada, a Esquizofrenia ou a Bipolaridade, como, também, a capacidade de o indivíduo reagir, equilibrada e adequadamente, às circunstâncias e condições da vida, como a pressão no trabalho, os desencontros amorosos, as cobranças da sociedade, as oportunidades da infância, as responsabilidades da vida adulta, as questões da senilidade etc. Além da representatividade reflexiva do primeiro mês do ano, a campanha utiliza a cor branca como representação do quadro em branco, ou do papel em branco, no qual se escreve ou se desenha uma nova história de vida e, especificamente, da saúde mental.
Casa na praia de Gado Bravo, em Tibau, pode ser alugada para o período do Carnaval 2018. Localizada por trás do residencial Bravo, a casa possui 3 quartos, 2 banheiros, 1 sala de estar, 1 cozinha, 1 terraço, varandas e muro amplos, 2 portões manuais de entrada e um espaço para banho (tipo cascata). Possui piso liso no interior da casa e piso antiderrapante na parte externa. Para mais informações, ligue: 84 9 9963 9189.