A sorte que muitos almejam

por Solange Santos

Alguns dizem que é sorte, outros dizem que é destino.

Há quem defenda que pode, outros nem acreditam que exista no íntimo.

Tem quem defenda que ele é um sentimento, já outros acham que é lamento.

Ao nascermos já se comentam com quem vamos nos casar.

Os pais de menina já levantam a voz e diz, pra casar com minha filha, vai ter que fazê-lá feliz.

Mas com os meninos são diferentes, mal se tornam adolescentes, já são pressionados a estarem nos braços de uma delinquente.

Porém a criança cresce e vira adulto e descobre que o amor parece algo absurdo.

Uma sorte que nem todos têm.

Uma capacidade que vai além.

Além do que foi ensinado, valor que foi esmagado.

Quando uma mulher e um homem se unem, a sorte é lançada.

É faísca pra todo lado.

E nesse jogo só sobrevive quem descobre a sorte de viver um amor correspondido.

Foto: Pacífico Medeiros

Solange Santos – Comunicóloga graduada pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN – Poetisa nas horas da vida.

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